13/04/2011 - 10h14

Bruce Parry visita os Nenets, no norte da Sibéria
Neste episódio da série da BBC será exibida a visita do explorador e pesquisador Bruce Parry aos povos Nenets, pastores de renas que vivem no norte da Sibéria. São as renas que fornecem alimentos, pele para o vestuário e para as casas.
Bruce passa um mês com uma brigada Nenet, enquanto esses povos fazem sua migração de inverno, viajando centenas de quilômetros em temperaturas abaixo de 40°C.
06/04/2011 - 10h14
Bruce Parry visita uma tribo na Amazônia

Bruce Parry viaja à Amazônia para viver com os Matis
No episódio desta quarta (6), excepcionalmente às 23h30, o pesquisador e explorador Bruce Parry viaja à Amazônia para viver com os Matis, uma tribo que já foi devastada por doenças ocidentais anos depois do primeiro contato com os brancos, que aconteceu entre 1975 e 1976. Mas, essa tribo tenta ainda preservar sua cultura. Em sua visita, Bruce enfrenta alguns rituais extremamente dolorosos enquanto eles o ensinam a ser um bom caçador.
Os povos matis são agricultores de subsistência e caçadores que vivem no Vale do Javari, uma área de 83 mil quilômetros quadrados no extremo oeste do Brasil. É um povo divertido e para quem as malocas continuam sendo uma peça fundamental em sua cultura.
As malocas são estruturas triangulares imponentes, algumas com 6 m de altura e cobertas com palha cuidadosamente tecida. É ali que acontecem os rituais. Agor, eles vivem em pequenos grupos familiares “nucleares”, em casas de palafitas com um ou dois cômodos. Muitas crianças já são educadas nas cidades.
Os Matis têm também habilidades necessárias para usar uma zarabatana de 3,5 metros, verdadeiras obras de arte. Elas são usadas para caçar animais no alto das árvores (como macacos).
Horário: 23h30
30/03/2011 - 10h14
Bruce se aventura em uma pesca arriscada

Bruce Parry visita os Dassanechs, conhecidos como “Povo do Delta”
No episódio desta quarta (30), às 23h, o pesquisador e explorador Bruce Parry visita os Dassanechs, conhecidos como “Povo do Delta”. Em mais uma etapa de sua viagem pelo Rio Omo, na Etiópia, ele chega ao Lago Turkana. A maior parte da tribo Dassanech depende de caprinos e bovinos para sobreviver, mas alguns –aqueles que perderam seus animais na seca –subsistem do lago, pescando peixes e caçando crocodilos.
O pesquisador britânico decide unir-se a alguns dos pescadores, cujas habilidades indígenas de caça existem no delta há milênios. Isso significa viajar em uma canoa delgada, tão baixa que os cotovelos de Bruce tocam a água , correndo o risco de serem uma boa isca para os crocodilos. Ele vive a experiência assustadora de usar uma tocha para localizar os olhos de crocodilos nadando na água. E quando os caçadores encontram um crocodilo com olhos bem separados (uma indicação de tamanho), estão prontos com seus arpões. Mas eles atacarão rápido o bastante para tranquilizar Bruce?
Horário: 23h
23/03/2011 - 10h14
Em sua viagem pela Etiópia, o pesquisador se depara com um dos rituais mais estranhos que ele encontrou até agora nessa região

Bruce visita a tribo Hamar, na Etiópia
Nesta quarta (23), às 23h, o segundo episódio da travessia do explorador e pesquisador Bruce Parry pelo rio Omo, na Etiópia, mostra a chegada dele em uma canoa ao povo Hamar. Essa tribo tem uma vida ditada por alguns dos rituais mais estranhos que ele encontrou até agora em sua viagem por esta região da África.
Para se tornar um homem entre os Hamars é preciso participar de uma ousada corrida, montado em um animal bovino, nu e untado com fezes de vaca. Bruce é convidado a participar da iniciação, mas será que ele corre o risco de estragar o grande dia de alguém?
Ao mesmo tempo que ocorre a corrida de touros, há uma cerimônia para as mulheres: elas são impiedosamente açoitadas, deixando grandes feridas nas costas. E embora não possa aceitar isso sob uma perspectiva ocidental, Bruce fica sabendo que as próprias mulheres aprovam. Se uma mulher se recusasse a participar do açoitamento, ela seria banida. As mulheres estimulam os homens a usarem suas varas, cantando canções com letras como: “Vamos ser açoitadas, estou pronta”.
O britânico Bruce Parry começa a praticar os saltos com duas vacas, sob a supervisão atenta de Suri, o membro da tribo com quem vai dividir a iniciação. Mas mesmo o valente Bruce sente-se temeroso com a chegada do grande dia. Usando apenas uma cruz feita com casca de árvore para protegê-lo das coisas ruins que fez no passado e esfregado com areia para levar os pecados da juventude, Bruce está pronto para cavalgar no longo do animal e viver mais esta experiência estranha.
O Vale do Rio Omo é um local remoto e árido, habitado por alguns dos povos nômades de pastores de gados. E quase todos em guerra uns com os outros. No episódio da semana passada, Bruce Parry esteve com o povo Nyangatom, um dos mais temidos guerreiros do Vale.
Horário: 23h
16/03/2011 - 10h14
Na Etiópia, o pesquisador Bruce Parry é recebido com uma bebida de sangue

Bruce Parry conhece os nativos da tribo Nyangatom, na Etiópia
No episódio de quarta-feira (16), às 23h, a série Tribos – produzida pela BBC de Londres – exibe as experiências e aventuras do explorador Bruce Parry, no Vale do Rio Omo, sul da Etiópia. O britânico ficou três meses no chamado “berço da humanidade”. Ali, conviveu com rituais sangrentos e estranhos, de três tribos etnicamente diversificadas da África. Entre elas, os povos Nyangatoms, considerados um dos mais temidos guerreiros do Vale Omo, um local remoto e árido.
Os Nyangatoms vivem em constantes disputas sangrentas com as tribos que os cercam. Antes de começar esta nova jornada, Bruce encontra alguns velhos amigos –os Suris–que o alertam dos perigos de visitar seus inimigos mortais.
Mas Bruce está determinado a descobrir por que os vizinhos têm uma reputação tão temível, e parte em busca dos Nyangatoms. Ao chegar, é recebido com uma bebida de sangue.
Embora no início ele seja treinado para fazer o trabalho das mulheres, como ordenhar cabras, Bruce também é convidado para unir-se aos Ibex, guerreiros da tribo, em seus vários esportes e na patrulha muito bem armada de suas terras. Como ele poderá se sair bem quando, em sua iniciação nos Ibex, é forçado a fazer um sacrifícios pessoais? A resposta estará em mais um episódio da série exibida pela TV Brasil.
Horário: quarta, às 23h
09/03/2011 - 10h14
Explorador visita povo da Amazônia e tenta se tornar um xamã

Bruce Parry visita a tribo dos Sanema, na Venezuela
A série da BBC continua exibindo as experiências inusitadas e extravagantes do pesquisador e explorador britânico Bruce Parry durante seus contatos com tribos isoladas do mundo ocidental. Neste episódio de Tribos, que vai ao ar na quarta (09), às 23h, ele estará na Venezuela, mais precisamente com a tribo indígena Sanema, do grupo Yanomami. Ali, na Amazônia, Bruce vai aprender os segredos dos espíritos que, segundo os seguidores desses índios, estão em todas as coisas, nos rios, nas rochas e nos animais a seu redor. Ou seja, é um mundo tão real para eles quanto a selva em que vivem.
Na convivência com o Sanema, o pesquisador vai tentar ser um xamã, consumindo uma dose maciça de uma casca de árvore psicoativa, que é inserida em seu nariz com uma zarabatana. Essa espécie de rapé alucinógeno vai deixá-lo tonto. “É como ter formigas entrando no seu nariz”, contou. E enquanto o preparam para o grande dia da experiência, o xamã lhe diz o que procurar em seus sonhos, que é quando os espíritos se soltam.
Espíritos de tartaruga, tatu e tamanduás supostamente circulam. De acordo com o xamã, os espíritos deixarão uma música para Bruce se recordar de manhã. No amanhecer, Bruce é preparado. Ele é pintado com pigmento vermelho e quando a droga começa a fazer efeito, o pesquisador começa a viver uma das experiências mais estranhas de suas viagens.
02/03/2011 - 10h14
Bruce Parry visita um povo nômade na Mongólia

Bruce conhece a tribo dos Darhad, na Mongólia
No episódio desta quarta (2), o pesquisador e explorador convive com uma “família” diferente das outras: tem TV via satélite, embora mantenha a tradição secular de se deslocar por vales íngremes em busca de pastagens para o gado, para as ovelhas e cavalos.
Sem estradas, o cavalo é a melhor forma de viajar. Apesar de nunca ter cavalgado, Bruce lida com uma nova montaria – ao menos até perdê-la. Entre os Darhads, os cavaleiros precisam estar à altura, e as habilidades de Bruce como pastor melhoram o suficiente para ele ser útil ao seu novo anfitrião, Batbayer, quando ele vai morar com a família dele em sua “ger”–uma tenda portátil aconchegante revestida com feltro.
No passado, todo o povo Darhad pertencia a uma cooperativa soviética, mas agora são pastores independentes. Para que a família chegue a um local de clima mais quente à beira do lago para passar o inverno, aguarda a Bruce uma subida íngreme de três dias por uma trilha na montanha.
No entanto, antes há um grande festival de outono com a presença de todos os moradores do vale. O evento é tão especial que, no século XIV, Genghis Khan fez uma pausa antes de saquear algumas cidades para poder participar.
Horário: quarta, às 23h
23/02/2011 - 10h14
Bruce Parry passa por uma iniciação e aprende o modo de vida dessa tribo do Gabão

Bruce Parry visita a tribo Babongo, no Gabão
A série Tribos de quarta-feira (23) faz uma viagem ao Gabão, na África. Ali, o explorador e pesquisador Bruce Parry enfrenta um de seus testes mais difíceis ao ser iniciado em Bwiti, uma religião da floresta tropical praticada pelo povo Babongo. O clima é realmente de preocupação, uma vez que, em algumas ocasiões, o ritual – que envolve o consumo de uma overdose do poderoso alucinógerno, o iboga – chegou a ser fatal.
O programa acompanha a preparação de Bruce para a cerimônia. Ele vai caçar, coletar mel na floresta e passa um tempo conhecendo os novos amigos. São eles que decidem a hora certa de fazer o seu ritual de renascimento. A droga, Bruce acredita, age em áreas do cérebro em que ficam a culpa e o remorso, permitindo às pessoas que elas se vejam como realmente são, com todos os defeitos.
A iniciação de Bruce Parry começa quando ele come a raiz da árvore. Isso provoca várias horas de vômitos que, por sua vez, buscam purificar a alma. Sua língua é perfurada com uma agulha para estimular a fala, enquanto seu “padre” Bwitilhe dá lascas da raiz para ele comer, cantando gentilmente.
As recordações de Bruce das visões que se seguiram incluem lembranças vívidas da infância, duras lembranças de pessoas que ele magoou, mesmo inadvertidamente, ao longo da vida. Além disso, ele tem a percepção da terra como um vasto organismo vivo em que tudo está conectado. Na fase final da jornada, ele vê a tribo dançando com fogo e o encorajando a ver o sentido das formas que surgem nas chamas.
Após rever suas visões, Bruce está determinado a revisitar algumas pessoas cujos pontos de vista ele viu mais claramente quando estava sob a influência da droga. Ele quer se desculpar por qualquer mágoa que tenha causado. Sobre sua experiência emocional com a tribo, o explorador afirma: “Eles me deram uma coisa tão especial, que levarei um pedaço desta aldeia [comigo] aonde quer que eu vá, pelo resto de minha vida”.
16/02/2011 - 11h14
Bruce Parry visita uma tribo isolada na Indonésia

Bruce Parry visita a tribo Kombai
Em suas aventuras e experiências com tribos isoladas, o explorador e pesquisador Bruce Parry visita os Kombais na quarta-feira (16). São caçadores-coletores que vivem na selva de Papua Ocidental, na Indonésia. Conhecidos, no passado, pela suposta prática de canibalismo, os Kombais vivem em casas feitas nas árvores.
Essa tribo não tem histórico de viver em aldeias e ainda usa instrumentos de pedra. No primeiro contato, porém, Bruce verificou que os Kombais também não são ruins com arcos e flechas. O explorador foi cercado pelos nativos que apontaram flechas para ele. Bruce Parry precisou de ficar nu para se unir à tribo.
O pesquisador passa a viver com uma família em uma casa na árvore, participando de suas caçadas, tentando percorrer a floresta espinhosa com os pés descalços e extraindo a polpa de uma cica – alimento básico dos kombais – que Bruce compara a comer giz.
Não recomendado para menores de 12 anos
Horário: quarta, às 23h
09/02/2011 - 11h14
Bruce Parry visita uma tribo na Etiópia

Programa explora o universo da tribo Suri, na Etiópia
O segundo episódio da série Tribos, produzida pela BBC de Londres, traz as experiências do explorador e pesquisador Bruce Parry com a tribo Suri, na Etiópia. Mais uma vez, ele depara com situações insólitas e extravagantes ao fazer contato com povos isolados e distantes da realidade ocidental.
Nesse capítulo, Parry inicia sua jornada de três meses ao Vale do Rio Omo, no sul da Etiópia, para viver com tribos que vivem ali governadas por seus próprios rituais e leis. É uma região intocada, remota e árida, onde seus habitantes aproveitam as cheias do rio para garantir seu sustento. Tribos de nômades, armados, ornados com pinturas no rosto e no corpo, fazem parte deste cenário. Rituais sangrentos e lutas violentas também podem ser encontradas.
Na tribo de Suri, Bruce Parry participa das lutas de bastões chamadas de donga, que tradicionalmente eram travadas para resolver as disputas entre aldeias e para manter a ordem. E para saber como realmente funciona o mundo de Suri, o pesquisador vai morar com uma família, adotando costumes como beber o sangue quente de uma vaca, colhido em um recipiente direto do pescoço perfurado do animal.
E mais: vai se unir às mulheres para ser decorado, como elas, com cicatrizes feitas erguendo-se a pele com um espinho e cortando-a com uma lâmina. No convívio com a tribo, Bruce ainda aprende a lutar o donga, praticando com os meninos. É uma luta que pode ser dolorosa e perigosa, pode quebrar ossos ou provocar ferimentos fatais.
Horário: Quarta, às 23h00
Apresentação Steve Leonard
Direção Miles Barton
Produção executiva Neil Nightingale
Produção James Honeyborne, Tim Martin e Mark Flowers
Coprodução BBC/Discovery Channel
02/02/2011 - 11h14
Bruce Parry visita uma tribo nos Himalaias

Bruce Parry com a tribo dos Adis na Cordilheira do Himalaia (Índia)
A TV Brasil reapresenta a série Tribos, produzida pela BBC de Londres. Dividida em seis episódios, mostra as experiências do explorador e viajante Bruce Parry, que visita culturas que vivem isoladas e estão desaparecendo no mundo. Ele passa a viver com essas pessoas e, tanto quanto possível, adotar seus hábitos e práticas.
Entre as tribos visitados estão os povos Adis, que vivem em Arunachal Pradesh, nos Himalaias, um recanto remoto da India; a tribo Suri, da Etiópia; os Kombais, caçadores-coletores na selva de Papua Ocidental; os babongos, habitantes da floresta tropical no Gabão; os Darhads, pastores nômades na Mongólia; e os Sanemas, xamãs da Venezuela.
Ao longo da série, Bruce entra em contato com rituais, alimentação, costumes, lutas e armas como lanças, armadilhas e até venenos. Ele aproveita para estudar os efeitos do mundo ocidental nessas vidas que estão ocultas. Como a medicina, a religião e o estilo de vida ocidental estão mudando essas culturas remotas? Como ajudar essas comunidades e, ao mesmo tempo, evitar que o meio ambiente, suas religiões, mitos e culturas sejam destruídos?
Esses desafios serão expostos em cada capítulo que começa com a passagem de Bruce Parry na tribo Adi. O explorador vive quatro semanas com esse povo. O explorador consegue, após superar problemas iniciais, ser integrado ao convívio da comunidade. Ele aprende a caçar, é curado por uma xamã e participa de cerimônias de sacrifícios com a tribo de antigos guerreiros que ficou isolada da civilização durante séculos. Ainda experimenta as iguarias locais como a carne de “porco toalete” e bolo de ratazana.
Horário: Quarta, às 23h
Apresentação Steve Leonard
Direção Miles Barton
Produção executiva Neil Nightingale
Produção James Honeyborne, Tim Martin e Mark Flowers
Coprodução BBC/Discovery Channel
20/10/2011 - 11h14
Nas selvas de Bornéu, uma tribo de caçadores-coletores periga desaparecer para sempre

Bruce Parry e os últimos Penans nômades
No episódio de Tribos de quarta-feira (20), o pesquisador e explorador Bruce Parry percorre as selvas de Sarawak, em Bornéu, uma ilha do sudeste asiático. Ele vai em busca dos últimos Penans nômades. Trata-se de uma tribo de caçadores-coletores que vivem em uma floresta que está prestes a ser derrubada. E seu modo de vida tradicional está na iminência de desaparecer para sempre.
Livre
Horário: Quarta às 23h00
13/10/2011 - 11h14
Pesquisador Bruce Parry convive com a tribo nas montanhas do Himalaia
O episódio desta quarta-feira (13) de Tribos, série produzida pela BBC de Londres, mostra o pesquisador e explorador Bruce Parry nas altas montanhas do Himalaia, no Butão, onde vai conviver com o isolado povo Layap, budistas devotos e pastores de iaque, isolados do mundo exterior durante metade do ano por conta da neve alta. Esta é uma jornada espiritual para Bruce que já visitou várias tribos que vivem isoladas do mundo. O astrólogo local diz ao pesquisador que, na melhor das hipóteses, ele reencarnará como um macaco –caso ele faça 10 mil velas de manteiga de iaque para pagar seus pecados até o presente.
Horário: 23 horas
06/10/2011 - 10h14
Na savana africana, Bruce Parry convive com os últimos caçadores-coletores da Tanzânia

Bruce Parry conhece a tribo Akie, da Tanzânia
O episódio de quarta-feira (6) vai mostrar a tribo Akie, da Tanzânia. O pesquisador e explorador Bruce Parry vive com esses povos, um dos últimos grupos de caçadores-coletores que vivem na savana africana. Eles são alegres, mas seu modo de vida está ameaçado pela diminuição do território e pelos caçadores de grandes animais. Ali, Bruce é obrigado a enfrentar seu maior medo: as abelhas. Ele precisa pôr as mãos em uma colmeia para colher mel silvestre.
A experiência com a tribo Akie é mais um capítulo desta terceira série exibida em mais de 30 países. Antes, o pesquisador visitou outros povos, como ele próprio relata. “Eu viajei com os Nenets, na Sibéria, vivendo em suas “chums”(tendas) e cuidando de renas. De dois em dois dias tínhamos que desmontar a tenda, arrumar tudo, reunir as renas e pôr arreios nelas –o que levava cerca de quatro horas. Então, nós viajávamos e passávamos quatro horas fazendo o processo inverso do outro lado. Era exaustivo, um trabalho em período integral do meu ponto de vista –e muitas vezes a temperatura era de 40 graus negativos. Mas eles não têm que viver dessa maneira. Alguns dos Nenets têm casas com fogões a gás e TVs e odeiam isso. Eles preferem viver na tundra com suas renas, porque a liberdade que têm vale a pena”.
Em outra viagem, Bruce Parry esteve com os Matis, no meio da floresta amazônica. Bruce está convicto de que as tribos que está visitando desta vez – e as nove com as quais permaneceu em séries anteriores – devem ter o direito de encontrar seu próprio caminho no mundo. Os Matis, por exemplo, ficaram desconfiados quando ele chegou, pois já tinham sido filmados antes por equipes que queriam que eles se desfizessem das roupas para parecer mais “tribais”.
Classificação: Livre
Horário: Quartas, às 23 h
Apresentador: Bruce Perry
Produtor:Steve Robinson
ProduçãoBBC/Discovery
22/09/2011 - 10h14
Bruce Parry visita pastores de renas na Sibéria

Bruce Parry visita os Nenets, no norte da Sibéria
Neste episódio, da série da BBC, será exibida a visita do explorador e pesquisador Bruce Parry aos povos Nenets, pastores de renas que vivem no norte da Sibéria. São as renas que fornecem alimentos, pele para o vestuário e para as casas.
Bruce passa um mês com uma brigada Nenet, enquanto esses povos fazem sua migração de inverno, viajando centenas de quilômetros em temperaturas abaixo de 40°C.
Horário: Quartas, às 23h
15/09/2011 - 10h14
Na Amazônia brasileira, o pesquisador Bruce Parry, conhece uma tribo que luta pela preservação de sua cultura

Bruce Parry viaja à Amazônia para viver com os Matis
Neste episódio, o pesquisador e explorador Bruce Parry viaja à Amazônia para viver com os Matis, uma tribo que já foi devastada por doenças ocidentais anos depois do primeiro contato com os brancos, que aconteceu entre 1975 e 1976. Mas, essa tribo tenta ainda preservar sua cultura. Em sua visita, Bruce enfrenta alguns rituais extremamente dolorosos enquanto eles o ensinam a ser um bom caçador.
Os povos matis são agricultores de subsistência e caçadores que vivem no Vale do Javari, uma área de 83 mil quilômetros quadrados no extremo oeste do Brasil. É um povo divertido e para quem as malocas continuam sendo uma peça fundamental em sua cultura.
As malocas são estruturas triangulares imponentes, algumas com 6 m de altura e cobertas com palha cuidadosamente tecida. É ali que acontecem os rituais. Agora, eles vivem em pequenos grupos familiares “nucleares”, em casas de palafitas com um ou dois cômodos. Muitas crianças já são educadas nas cidades.
Os matis têm também habilidades necessárias para usar uma zarabatana de 3,5 metros, verdadeiras obras de arte. Elas são usadas para caçar animais no alto das árvores (como macacos).
Quarta, dia 15, às 23h
08/09/2011 - 10h14
Os Dassanechs são conhecidos como “Povo do Delta”

Bruce Parry visita os Dassanechs, conhecidos como “Povo do Delta”
Neste episódio, o pesquisador e explorador Bruce Parry visitará os Dassanechs, conhecidos como “Povo do Delta”. Em mais uma etapa de sua viagem pelo Rio Omo, na Etiópia, ele chega ao Lago Turkana. A maior parte da tribo Dassanech depende de caprinos e bovinos para sobreviver, mas alguns –aqueles que perderam seus animais na seca –subsistem do lago, pescando peixes e caçando crocodilos.
O pesquisador britânico decide unir-se a alguns dos pescadores, cujas habilidades indígenas de caça existem no delta há milênios. Isso significa viajar em uma canoa delgada, tão baixa que os cotovelos de Bruce tocam a água , correndo o risco de serem uma boa isca para os crocodilos. Ele vive a experiência assustadora de usar uma tocha para localizar os olhos de crocodilos nadando na água. E quando os caçadores encontram um crocodilo com olhos bem separados (uma indicação de tamanho), estão prontos com seus arpões. Mas eles atacarão rápido o bastante para tranquilizar Bruce?
Horário: Quartas, às 23h
01/09/2011 - 10h14
Em sua viagem pela Etiópia, o pesquisador se depara com um dos rituais mais estranhos que ele encontrou até agora nessa região
No segundo episódio da travessia do explorador e pesquisador Bruce Parry pelo rio Omo, na Etiópia, ele chega em uma canoa ao povo Hamar. Essa tribo tem uma vida ditada por alguns dos rituais mais estranhos que ele encontrou até agora em sua viagem por esta região da África.
Para se tornar um homem entre os Hamars é preciso participar de uma ousada corrida, montado em um animal bovino, nu e untado com fezes de vaca. Bruce é convidado a participar da iniciação, mas será que ele corre o risco de estragar o grande dia de alguém?
Ao mesmo tempo que ocorre a corrida de touros, há uma cerimônia para as mulheres: elas são impiedosamente açoitadas, deixando grandes feridas nas costas. E embora não possa aceitar isso sob uma perspectiva ocidental, Bruce fica sabendo que as próprias mulheres aprovam. Se uma mulher se recusasse a participar do açoitamento, ela seria banida. As mulheres estimulam os homens a usarem suas varas, cantando canções com letras como: “Vamos ser açoitadas, estou pronta”.
O britânico Bruce Parry começa a praticar os saltos com duas vacas, sob a supervisão atenta de Suri, o membro da tribo com quem vai dividir a iniciação. Mas mesmo o valente Bruce sente-se temeroso com a chegada do grande dia. Usando apenas uma cruz feita com casca de árvore para protegê-lo das coisas ruins que fez no passado e esfregado com areia para levar os pecados da juventude, Bruce está pronto para cavalgar no longo do animal e viver mais esta experiência estranha.
O Vale do Rio Omo é um local remoto e árido, habitado por alguns dos povos nômades de pastores de gados. E quase todos em guerra uns com os outros. No episódio da semana passada, Bruce Parry esteve com o povo Nyangatom, um dos mais temidos guerreiros do Vale.
Horário: Quartas, às 23h
25/08/2011 - 10h14
Bruce Parry conhece povos do vale do Rio Omo, o 'berço da humanidade'. Às 23h

Bruce Parry e os Nyangatoms
No episódio de quarta-feira ( 25) , a série Tribos – produzida pela BBC de Londres – exibe as experiências e aventuras do explorador Bruce Parry, no Vale do Rio Omo, sul da Etiópia. O britânico ficou três meses no chamado “berço da humanidade”. Ali, conviveu com rituais sangrentos e estranhos, de três tribos etnicamente diversificadas da África. Entre elas, os povos NYANGATOMS, considerados um dos mais temidos guerreiros do Vale Omo, um local remoto e árido.
Os NYANGATOMS vivem em constantes disputas sangrentas com as tribos que os cercam. Antes de começar esta nova jornada, Bruce encontra alguns velhos amigos –os Suris–que o alertam dos perigos de visitar seus inimigos mortais.
Mas Bruce está determinado a descobrir por que os vizinhos têm uma reputação tão temível, e parte em busca dos Nyangatoms. Ao chegar, é recebido com uma bebida de sangue.
Embora no início ele seja treinado para fazer o trabalho das mulheres, como ordenhar cabras, Bruce também é convidado para unir-se aos Ibex, guerreiros da tribo, em seus vários esportes e na patrulha muito bem armada de suas terras. Mas, como poderá ter sucesso se, em sua iniciação nos Ibex, é forçado a fazer um sacrifício pessoal? A resposta estará em mais um episódio da série exibida pela TV Brasil.
Horário: Quartas, às 23h
17/08/2010 - 18h22
Povo do grupo Yanomami vive na Amazônia venezuelana

Bruce Parry na Amazônia brasileira
A série da BBC continua exibindo as experiências inusitadas e extravagantes do pesquisador e explorador britânico Bruce Parry durante seus contatos com tribos isoladas do mundo ocidental. Neste episódio de Tribos, ele estará na Venezuela, mais precisamente com a tribo indígena Sanema, do grupo Yanomami. Ali, na Amazônia, Bruce vai aprender os segredos dos espíritos que, segundo os seguidores desses índios, estão em todas as coisas, nos rios, nas rochas e nos animais a seu redor. Ou seja, é um mundo tão real para eles quanto a selva em que vivem.
Na convivência com o Sanema, o pesquisador vai tentar ser um xamã, consumindo uma dose maciça de uma casca de árvore psicoativa, que é inserida em seu nariz com uma zarabatana. Essa espécie de rapé alucinógeno vai deixá-lo tonto. “É como ter formigas entrando no seu nariz”, contou. E enquanto o preparam para o grande dia da experiência, o xamã lhe diz o que procurar em seus sonhos, que é quando os espíritos se soltam.
Espíritos de tartaruga, tatu e tamanduás supostamente circulam. De acordo com o xamã, os espíritos deixarão uma música para Bruce se recordar de manhã. No amanhecer, Bruce é preparado. Ele é pintado com pigmento vermelho e quando a droga começa a fazer efeito, o pesquisador começa a viver uma das experiências mais estranhas de suas viagens.
Horário: Quartas, às 23h
10/08/2010 - 23h16
Pesquisador convive com uma 'família' diferente das outras: tem TV por satélite

Tribos
A série Tribos vai exibir na quarta-feira (11) o episódio em que Bruce Parry visita o povo nômade Darhad, na Mongólia.
Ali o pesquisador e explorador vai conviver com uma “família” diferente das outras: tem TV por satélite, embora mantenha a tradição secular de se deslocar por vales íngremes em busca de pastagens para o gado, para as ovelhas e cavalos.
Sem estradas, o cavalo é a melhor forma de viajar. Apesar de nunca ter cavalgado, Bruce vai lidar com uma nova montaria –ao menos até perdê-la. Entre os Darhads, os cavaleiros precisam estar à altura, e as habilidades de Bruce como pastor melhoram o suficiente para ele ser útil ao seu novo anfitrião, Batbayer, quando ele vai morar com a família dele em sua “ger”–uma tenda portátil aconchegante revestida com feltro.
No passado, todo o povo Darhad pertencia a uma cooperativa soviética, mas agora são pastores independentes. Para que a família chegue a um local de clima mais quente à beira do lago para passar o inverno, aguarda a Bruce uma subida íngreme de três dias por uma trilha na montanha.
No entanto, antes há um grande festival de outono com a presença de todos os moradores do vale. O evento étão especial que, no século XIV, Genghis Khan fez uma pausa antes de saquear algumas cidades para poder participar.
Horário: Quartas, às 23h.
03/08/2010 - 19h58
Pesquisador Bruce Parry enfrenta um de seus testes mais difíceis ao ser iniciado na religião Bwiti
A série Tribos de quarta-feira (4) faz uma viagem ao Gabão, na África. Ali, o explorador e pesquisador Bruce Parry enfrenta um de seus testes mais difíceis ao ser iniciado em Bwiti, uma religião da floresta tropical praticada pelo povo Babongo. O clima é realmente de preocupação, uma vez que, em algumas ocasiões, o ritual – que envolve o consumo de uma overdose do poderoso alucinógerno, o iboga – chegou a ser fatal.
O programa acompanha a preparação de Bruce para a cerimônia. Ele vai caçar, coletar mel na floresta e passa um tempo conhecendo os novos amigos. São eles que decidem a hora certa de fazer o seu ritual de renascimento. A droga, Bruce acredita, age em áreas do cérebro em que ficam a culpa e o remorso, permitindo às pessoas que elas se vejam como realmente são, com todos os defeitos.
A iniciação de Bruce Parry começa quando ele come a raiz da árvore. Isso provoca várias horas de vômitos que, por sua vez, buscam purificar a alma. Sua língua é perfurada com uma agulha para estimular a fala, enquanto seu “padre” Bwitilhe dá lascas da raiz para ele comer, cantando gentilmente.
As recordações de Bruce das visões que se seguiram incluem lembranças vívidas da infância, duras lembranças de pessoas que ele magoou, mesmo inadvertidamente, ao longo da vida. Além disso, ele tem a percepção da terra como um vasto organismo vivo em que tudo está conectado. Na fase final da jornada, ele vê a tribo dançando com fogo e o encorajando a ver o sentido das formas que surgem nas chamas.
Após rever suas visões, Bruce está determinado a revisitar algumas pessoas cujos pontos de vista ele viu mais claramente quando estava sob a influência da droga. Ele quer se desculpar por qualquer mágoa que tenha causado. Sobre sua experiência emocional com a tribo, o explorador afirma: “Eles me deram uma coisa tão especial, que levarei um pedaço desta aldeia [comigo] aonde quer que eu vá, pelo resto de minha vida”.
Este é mais episódio da série Tribos que a TV Brasil vem exibindo há três semanas.
No documentário, Bruce Parry passa por provações durante as visitas que faz a algumas das mais remotas, intocadas e extraordinárias tribos do mundo. Nos episódios anteriores, ele conheceu o povo Adi, no Himalaia; os Suris, na Etiópia, e os Kombais, na selva de Papua Ocidental, conhecidos por suspeita de canibalismo. Bruce Parry é um ingles de 41 anos, com formação nos Fuzileiros Reais, onde trabalhou como comandante de tropas.
Como expedicionário, ele organizou e liderou mais de 15 grandes expedições a extremos do mundo. Na BBC, de Londres, apresentou outras séries premiadas e elogiadas pela crítica e pelo público. Vale lembrar que Tribos, em exibição na TV Brasil. é exibida em mais de 30 países.
Horário: Quartas, às 23h.
26/07/2010 - 18h40
Pesquisador passa a viver com uma família em uma casa na árvore , participando de suas caçadas

Bruce Parry visita a tribo Kombai
Em suas aventuras e experiências com tribos isoladas, o explorador e pesquisador Bruce Parry visita os Kombais na quarta-feira ( 28). São caçadores-coletores que vivem na selva de Papua Ocidental, na Indonésia. Conhecidos, no passado, pela suposta prática de canibalismo, os Kombais vivem em casas feitas nas árvores.
Essa tribo não tem histórico de viver em aldeias e ainda usam instrumentos de pedra. No primeiro contato, porém, Bruce verificou que os Kombais também não são ruins com arcos e flechas. O explorador foi cercado pelos nativos que apontaram flechas para ele. Bruce Parry precisou de ficar nu para se unir à tribo.
O pesquisador passa a viver com uma família em uma casa na árvore , participando de suas caçadas, tentando percorrer a floresta espinhosa com os pés descalços e extraindo a polpa de uma cica – alimento básico dos kombais – que Bruce compara a comer giz.
Horário: Quartas, às 23h.
13/07/2010 - 21h21
Tribos - Quarta, 21 de Julho

Tribos
O segundo episódio da série Tribos, produzida pela BBC de Londres, traz as experiências do explorador e pesquisador Bruce Parry com a tribo Suri, na Etiópia. Mais uma vez, ele depara com situações insólitas e extravagantes ao fazer contato com povos isolados e distantes da realidade ocidental.
Nesse capítulo, Parry inicia sua jornada de três meses ao Vale do Rio Omo, no sul da Etiópia, para viver com tribos que vivem ali governadas por seus próprios rituais e leis. É uma região intocada, remota e árida, onde seus habitantes aproveitam as cheias do rio para garantir seu sustento. Tribos de nômades, armados, ornados com pinturas no rosto e no corpo, fazem parte deste cenário. Rituais sangrentos e lutas violentas também podem ser encontradas.
Na tribo de Suri, Bruce Parry participa das lutas de bastões chamadas de donga, que tradicionalmente eram travadas para resolver as disputas entre aldeias e para manter a ordem. E para saber como realmente funciona o mundo de Suri, o pesquisador vai morar com uma família, adotando costumes como beber o sangue quente de uma vaca, colhido em um recipiente direto do pescoço perfurado do animal.
E mais: vai se unir às mulheres para ser decorado, como elas, com cicatrizes feitas erguendo-se a pele com um espinho e cortando-a com uma lâmina. No convívio com a tribo, Bruce ainda aprende a lutar o donga, praticando com os meninos. É uma luta que pode ser dolorosa e perigosa, pode quebrar ossos ou provocar ferimentos fatais.
Horário: Quartas, às 23h.
© 2012 - Sede: SCS Q. 8 bloco B 50/60- 1º Subsolo Edifício Super Center Venâncio 2000 - Brasília - DF - CEP: 70 333-900 - Caixa Postal 8640