11/04/2011 - 10h14
O algodão natural de Paraiba e outras novidades
A primeira impressão é a que fica. Certamente todos já ouviram essa frase. É por causa desse pensamento que a maioria das pessoas se preocupa em manter uma boa aparência, vestir uma boa roupa e andar sempre na moda. Não há nada de errado nisso, mas sempre é possível adicionar uma pitada de sustentabilidade nessa história.
Uma das histórias que o Sustentáculos irá contar é o da Natural Fashion, uma rede de cooperativas têxteis, localizada em Campina Grande (PB), que trabalha com um tipo bem especial de algodão. Desenvolvido pela Embrapa, o algodão utilizado pela Natural Fashion foi obtido a partir de um melhoramento genético entre dois tipos de algodão: o algodão de tecelagem forte e o algodão colorido de fio fraco. Sua grande vantagem é a coloração natural: ele já nasce colorido nas cores bege, verde, marrom e branco. Com isso, evita-se a utilização de produtos químicos no processo de tintura.
Da Paraíba, a equipe de Sustentáculos desembarcou na região metropolitana de São Paulo, mais precisamente em Santo André. Ali foi conferir o Ecotece, um centro de estudos e desenvolvimento de práticas do Vestir Consciente. Em um dos projetos mantidos pela ONG, adolescentes e mulheres da região fabricam produtos têxteis a partir de retalhos usados para evitar o desperdício. Antes de fazer parte do Ecotece, essas mulheres não tinham renda, muitas eram vítimas de violência doméstica e sofriam com a baixa autoestima. Com a assistência que receberam dentro do Ecotece, elas têm a oportunidade de percorrer novos caminhos.
04/04/2011 - 10h14
O que a internet tem a ver com sustentabilidade?
A internet ganha uma importância cada vez maior na vida das pessoas. Ela abre novos caminhos, facilita o acesso a informações e põe em contato pessoas com os mesmos interesses. Mas o que isso tudo tem a ver com sustentabilidade? O tema do Sustentáculos desta segunda (4) é Redes Sociais e Sustentabilidade, e vai mostrar de que forma a internet pode motivar a sociedade a participar de movimentos que tragam benefícios para todos.
O apresentador Felipe Aragonez foi para a Baixada Santista, no litoral paulista, conhecer de perto as redes sociais que atuam em conjunto, como a Oasis, organização virtual com o objetivo de transformação por meio da participação comunitária; e a ONG Um Teto para o meu País. Liderada por jovens voluntários Um Teto para o meu País é voltada para a construção de moradias emergenciais destinadas às famílias necessitadas.
A cada seis meses, uma turma de cerca de 30 alunos universitários pesquisa os principais problemas de uma cidade ou uma comunidade. A partir daí, realizam um intenso movimento de mobilização, sobretudo por meio das redes sociais, para conseguir um número de voluntariado que possa colocar “a mão na massa” e realizar algumas benfeitorias na comunidade.
Outra aplicação bem prática da internet como ferramenta amiga do meio ambiente é o site Bigoo, história que Marina Thomé foi conferir em Recife. Com ele é possível identificar amigos, conhecidos e outras pessoas do mesmo círculo social, que estejam interessadas em compartilhar carona. Pioneira no país, a rede Bigoo é uma excelente solução para vários problemas das grandes cidades tais como congestionamentos rotineiros, poluição excessiva e superlotação do transporte público. E ainda ajuda seus usuários a economizar.
Horário: 20h30
28/03/2011 - 10h14
Os melhores caminhos e perspectivas do ramo
Empreendedorismo Sustentável é o tema do próximo episódio de Sustentáculos que vai ao ar nesta segunda (28), às 20h30. O programa mostra duas histórias com perspectivas diferentes de empreender.
Na primeira, o apresentador Felipe Aragonez vai à região de Alta Floresta, no Mato Grosso, conhecer a Ouro Verde, uma empresa que trabalha com a exploração sustentável da castanha do Brasil, um dos mais autênticos produtos brasileiros.
Percebendo que a castanha oferece um potencial enorme para o desenvolvimento de novos produtos, o empresário Luiz Laranja criou a empresa para mostrar que é possível desenvolver um negócio que se sustente mantendo a Floresta Amazônica em pé. Um dos grandes diferenciais da Ouro Verde, que pratica um comércio justo, é a sua relação com os fornecedores locais, uma vez que ela paga pelo menos 30% a mais do que o mercado.
Já em Vitória, no Espírito Santo, Caio Braz visita o Banco do Bem. Inaugurado em 2005, é um banco comunitário de microcrédito, cujo objetivo principal é promover desenvolvimento econômico da região.
Tudo começou quando as meninas da Bem Arte Moda, confecção de roupa, precisavam de um empréstimo para começar um negócio. Um dos integrantes da igreja local emprestou os primeiros R$300,00, permitindo que elas produzissem e vendessem algumas peças, gerando uma boa receita. Assim, pagaram o empréstimo feito na igreja e ainda emprestaram uma quantia para os meninos da marcenaria, que também precisavam de crédito. Empréstimo vai, empréstimo vem, surgiu o Banco do Bem. Com o apoio da própria comunidade, o banco já beneficia uma região que abrange 30 mil habitantes.
E assim, com uma ideia na cabeça, tanto o Banco do Bem quanto a Ouro Verde conseguiram colocar em prática uma forma sustentável de empreendedorismo.
21/03/2011 - 10h14
Conheça histórias que podem mudar o consumismo

Felipe visita o Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado (IPEC) em Pirenópolis, Goiás
Consumir ou não consumir. Eis a questão. Em tempos de sustentabilidade, o papel do consumidor ganha uma grande importância. Mas como comprar sem agredir o meio ambiente? Consumidor Consciente é o tema do próximo episódio da série Sustentáculos, que vai ar na segunda (21), às 20h30.
O programa mostra duas histórias brasileiras que vão mudar o jeito de ver o mundo do consumo. A primeira é sobre o Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado (IPEC) em Pirenópolis, Goiás. O apresentador Felipe Aragonez esteve lá e conversou com os moradores da comunidade que vivem segundo o conceito de “ciclo fechado”. Ou seja, tudo que eles produzem precisa voltar à natureza. Para isso, fazem uso de aparatos como o banheiro seco, que transforma os dejetos em adubo orgânico.
Já na cidade de São Paulo, entre lojas, shoppings e os mais diversos tipos de comércio, Marina Thomé encontrou César, um rapaz super engajado com as práticas sustentáveis. Ele acredita que, para consumir, não é preciso gastar dinheiro. Além de fazer o “bê-a-bá” do consumo consciente, como economizar e reaproveitar a água, ele vai em feiras livres trocar produtos que não usa mais por algo que precisa. Dessa maneira, além de economizar, ele reduz drasticamente o impacto de suas ações sobre o meio ambiente.
Horário: 20h30
14/03/2011 - 10h14
Segmento de atividade turística incentiva a conservação de patrimônios natural e cultural
Nesta segunda-feira (14), o programa Sustentáculos vai falar sobre um segmento de atividade turística que incentiva a conservação de patrimônios natural e cultural, além de buscar a formação de uma consciência ambientalista: o Ecoturismo.
Geralmente, no turismo convencional, as pessoas apenas contemplam sem participar ativamente do processo de descobertas dos costumes e das histórias locais. No ecoturismo, a convivência é mais forte e o turismo contribui para a preservação dos ecossistemas e para o desenvolvimento sustentável das populações locais, melhorando a sua qualidade de vida.
Nesse episódio, o apresentador Felipe Aragonez viajou até Alta Floresta, em Mato Grosso, para conhecer a história do Cristalino Jungle Lodge, localizado no meio de uma enorme Reserva Particular do Patrimônio Nacional (RPPN), no sul da Amazônia Brasileira. O Cristalino Jungle Lodge foi criado por Vitória Da Riva Carvalho, da Fundação Ecológica Cristalino (FEC), uma ONG ambientalista, que tem por objetivo mostrar à sociedade que a floresta em pé tem valor muito maior do que devastada.
Por ser uma das regiões mais lindas do planeta, com diferentes tipos de vegetação, o Cristalino é formado por um mosaico de biomas, onde recebe gente do mundo todo e coloca o Brasil numa posição privilegiada. O turismo praticado no local é o turismo politicamento correto, que traz renda para a cidade sem destruir o meio ambiente, e abre oportunidade de emprego para as pessoas locais.
No nordeste brasileiro, Caio Braz visitou Fortim, no Ceará, para descobrir um tipo de ecoturismo dentro de um assentamento. Ajudado pela Rede Tucum, especializada em turismo comunitário, o Assentamento Coqueirinho desapropriou uma fazenda de cavalos que destruía a região e montou um roteiro de turismo rural responsável. O assentamento construiu uma pousada que serve pratos típicos da culinária local, abastecido com suas próprias hortas orgânicas. E elaborou uma trilha ecológica, que se transformou em diferencial para os visitantes.
Com 58 famílias morando no assentamento, o ecoturismo foi uma solução encontrada para evitar que o local fosse comprado por uma grande rede de hotéis
28/02/2011 - 10h14
Saiba como conciliar a geração de emprego e renda com a preservação do ambiente
Economia Criativa é o tema do próximo episódio de Sustentáculos, que vai ao ar na próxima segunda (28), 20h30às . O programa mostra como a criatividade, a imaginação e a inovação podem ser os ingredientes principais para o sucesso das pessoas e para a preservação do meio ambiente.
O brasileiro é um povo muito criativo. Sabe se virar com poucos, usando a imaginação. Mas o país pode aproveitar melhor suas vantagens competitivas naturais, utilizando a economia criativa, transformando a diversidade cultural e a abundância de criatividade de seus artistas e designers em capacitação, geração de empregos, renda e divisas.
Prova disso é o seu Piva, um morador da região de Alta Floresta, em Mato Grosso. Ele e sua esposa usam o cipó de patauá, oriunda de palmeiras típicas do local, para produzir artesanato sustentável. A história, apresentada por Felipe Aragonez, mostra toda a rotina dos artesãos, apresentando o processo que vai desde a colheita do cipó até à criação dos produtos.
Para provar que criatividade não existe só na terra, o apresentador Caio Braz foi até à cidade de Trairi, no litoral do Ceará, para entender como algas marinhas podem virar matéria-prima. Habitada por uma forte comunidade pesqueira, a praia das Flecheiras sofria com os impactos desse tipo de atividade econômica. Procurando solucionar esse problema, os moradores formaram uma associação com o objetivo de valorizar as algas, principal produto dos mares locais. Vendida para diversos setores empresariais, ela é usada para a fabricação de produtos de limpeza, higiene pessoal, cosméticos, remédios e alimentos.
Com fibra de patauá ou com algas marinhas, o povo brasileiro mostra que, com um pouco de criatividade e vontade de mudar, é possível conciliar economia e ecologia. E que fazer negócios não se restringe só a produtos, serviços e tecnologias tradicionais.
21/02/2011 - 10h14
Episódio mostra o uso de pneus na construção de pisos e de tubos de pasta de dente na sustentação de paredes

Marina Thomé é apresentadora do Sustentáculos
Você sabia que, ao escolher a matéria-prima e o tipo de construção da sua casa, você pode estar praticando a sustentabilidade? O programa Sustentáculos desta segunda (21), às 20h30, irá falar sobre arquitetura sustentável.
Neste episódio, é possível conhecer vários conceitos modernos de arquitetura sustentável. Desde o piso emborrachado feito de pneus reciclados, ao teto verde onde se utiliza composto de lixo e tubos de pasta de dente, que são usados como suporte para as paredes. Existe prática mais sustentável do que isso?
O apresentador Caio Braz visita uma escola-modelo em Vitória (ES), que se baseou nos conceitos da arquitetura verde: o Núcleo Educacional Piaget (NEP). O colégio possui um sistema de reaproveitamento de luz e de água e a ventilação é completamente natural. Durante sua construção fez-se o uso de materiais pouco impactantes ao meio ambiente, com coleta seletiva de lixo antes e após as obras.
Em São Paulo, Marina Thomé mostra como é possível habitar em um lugar mais ecológico e econômico. Acompanhada do arquiteto Xico Lima, ela mostra como, do piso ao teto, é possível ser mais sustentável, usando os princípios da permacultura.
O Sustentáculos traz um projeto bem curioso que acontece nos Estados Unidos, o EarthShip (Nave Terra). É uma casa construída a partir de materiais jogados no lixo, tais como: latas de alumínio, pneus e garrafas plásticas. O uso desses resíduos isola termicamente a casa e faz a temperatura ficar sempre agradável.
Visitando uma loja de materiais de construção, Marina aprende como é possível trazer para dentro de casa a prática da arquitetura sustentável. E que essa escolha é uma questão de atitude e consciência do consumidor.
Reapresentação: sábado, 18h30
14/02/2011 - 11h14
Programa vai contar histórias dos produtores de água

Sustentáculo aborda o tema da Água
O Sustentáculos desta segunda (14) irá falar sobre um dos temas mais importantes do ideário ecológico: água. Você sabe de onde vem a água que se bebe? Para esclarecer essa questão, o programa irá contar as histórias dos produtores de água de Extrema, no norte de Minas Gerais, e da Represa do Guarapiranga, na capital paulista.
Nesse episódio do Sustentáculos, Marina Thomé foi até à maior cidade do país conhecer a sua principal represa. Responsável pelo abastecimento de 20% da água da região – ou o equivalente a 3,8 milhões de pessoas – a Guarapiranga sofre com a poluição. O crescimento demográfico sem controle acaba gerando impactos para as águas da represa, que constantemente recebem o esgoto das casas que ocupam suas margens.
Na represa, a luta incessante para manter a qualidade das águas. Os dejetos chegam pelas galerias subterrâneas. Mas a água limpa também percorre os caminhos e é possível até nadar em alguns pontos menos afetados pela poluição.
Tarefa menos árdua teve Felipe Aragonez, que viajou até Extrema para conhecer os produtores (conservadores) de água. Trata-se de um sistema de pagamento por serviços ambientais, pelo qual os agricultores da região recebem uma quantia em dinheiro para protegerem os rios e as matas de suas propriedades.
A região de Extrema faz parte do Sistema Cantareira de abastecimento, responsável por 50% de toda a água consumida pela região metropolitana de São Paulo. Pode parecer estranho que a população paulista precise ir até ao extremo mineiro para beber um copo de água, mas a tendência é que a distância aumente cada vez mais.
Horário: segunda, 20h30
Reapresentação: sábado, 18h30
07/02/2011 - 11h14
Programa discute como os meios de transporte podem contribuir com a sustentabilidade

Sustentáculos: Mobilidade Urbana
O Sustentáculos que vai ao ar na segunda-feira (7), às 20h30, trata do tema Mobilidade Urbana. Como garantir o direito de ir e vir das pessoas de uma maneira sustentável? Para responder a pergunta, o programa irá mostrar formas de transportes alternativos e soluções adotadas para desafogar o trânsito nas grandes cidades, a exemplo do Ligeirinho, em Curitiba.
O apresentador Caio Braz viajou até o Rio de Janeiro para entender o trabalho da ONG Transporte Ativo, uma entidade sem fins lucrativos cujo objetivo é gerar informações sobre meios de transporte de baixo impacto ambiental, tais como bicicletas e patins. Zé Lobo, presidente da TA, explica que “um dos trabalhos é dar informação para a prefeitura, fazendo a contagem de bicicletas e observando os horários de maior movimento nas vias e ciclovias da cidade”.
Mas será que realmente é possível experimentar novas formas de transporte? Com um crescimento cada vez mais acentuado, os grandes centros urbanos do país enfrentam desafios no sentido de manter organizado o fluxo de veículos e pessoas. Isso acontece no Rio de Janeiro e também em Curitiba, locais para onde viajou o biker Felipe Aragonez.
O Ligeirinho é um sistema de transporte público existente desde 1990 pelo qual os ônibus – em vias exclusivas para eles – fazem trajetos-chave sem muitas paradas. Ao todo, são mais de 2 milhões de pessoas transportadas diariamente. A população aprova a iniciativa, mas será que é o bastante?
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Livre
Horário: segunda, 20h30
Reapresentação: sábado, 16h30
31/01/2011 - 11h14
Programa mostra que é possível produzir sem degradar o meio ambiente
O Brasil é um dos países mais ricos do mundo em biodiversidade e, por isso, é muito importante saber preservar este patrimônio. A comunidade local, com seu conhecimento tradicional, é fundamental para esse trabalho. Mas, muitas vezes, por falta de opção, ela própria contribui com a degradação do meio ambiente, caçando animais em extinção e desmatando.
Biorrenda é o nome do próximo episódio de Sustentáculos, que vai ao ar nesta segunda-feira (31). O programa mostra que existem iniciativas sendo feitas no país com o intuito de conscientizar e oferecer alternativas de renda para a população local, para que ela se insira na economia formal sem destruir a natureza.
Em Regência, no Espírito Santo, por falta de informação e opção econômica, os pescadores matavam as tartarugas da região para comercializar sua carne e ovos de forma ilegal. O apresentador Caio Braz esteve lá e conversou com os coordenadores do projeto Tamar, que tem como objetivo pesquisar e conservar as tartarugas marinhas. Eles criaram um programa para conscientizar os pescadores da vila, e uma confecção para as mulheres trabalharem, a Confecção Pró-Tamar. Com o projeto, as mulheres ganharam uma renda fixa com a confecção de roupas e produtos que são vendidos nas lojas criadas pelo Tamar. Seus maridos, por sua vez, não precisam mais caçar as tartarugas para a venda ilegal.
Caio também entrevista antigos caçadores de tartarugas hoje convertidos em protetores da espécie. Acompanha ainda a produção das costureiras locais, a desova das tartarugas e até a FUBECA – manifestação cultural típica da Vila de Regência.
Já Felipe Aragonez foi até ao Cerrado brasileiro para conhecer a história do baru – uma árvore ameaçada pelo desmatamento e que produz uma castanha de alto valor nutritivo. O apresentador visitou o assentamento Rancho Grande, em Goiás, que transformou o baru na sua principal fonte de renda. Essas comunidades faziam uso da terra de forma predatória por falta de alternativas e mesmo de conscientização. Com o apoio técnico do Centro de Desenvolvimento Agroecológico do Cerrado (Cedac) formaram a Rede de Comercialização Solidária de Agricultores Familiares e Extrativistas do Cerrado e a história mudou.
Junto com o agricultor, seu Orélio, ele coloca a mão na massa, aprende como se planta, se colhe e se processa o fruto sem dizimar a verdadeira fonte dessa riqueza: a árvore. O baru vira castanha, biscoitos e até carvão 100% ecológico.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Livre
Horário: segunda, 20h30
Reapresentação: sábado, 16h30
24/01/2011 - 11h14
Alimentação saudável e produção de orgânicos são alguns dos temas deste episódio

Alimentação em debate no Sustentáculos
Produtos orgânicos é uma nova tendência mundial. O Brasil tem condições únicas de competir neste mercado por conta da sua situação privilegiada. Feiras orgânicas em diversas cidades, produtos nas prateleiras de lojas e supermercados e as exportações mostram como este mercado cresce.
No ritmo de Fast Food da vida atual, quase ninguém se preocupa com a qualidade e procedência dos alimentos. “Quem tem pressa pra comer, tá frito”, diz o apresentador Caio Braz. O programa vai mostrar a diferença entre uma alimentação saudável e o junk food! E como a escolha do seu alimento pode influenciar no planeta.
A apresentadora Marina Thomé foi ao interior de São Paulo experimentar o sabor da comida orgânica. Ela conversou com o produtor do sítio Boa Terra, que só cultiva alimento orgânico e vende direto para o consumidor. Na entrada do sítio, pode-se ler a placa: “Que o seu alimento seja o seu medicamento”.
Felipe Aragonez foi às ruas mostrar o que as pessoas geralmente comem no dia a dia e o que ele mesmo come: cachorro quente no almoço, pizza de padaria no jantar, etc.
Ele sabe que as pessoas escolhem junk food por ser mais barato. Mas como é possível fazer um prato saudável orgânico com pouco dinheiro?
Felipe foi ao encontro da chef Claudia Mattos que trabalha com cozinha orgânica em São Paulo, para entender melhor o que significa comer! Os dois vão juntos a uma feira de orgânicos escolher os ingredientes e mostrar como é possível se alimentar bem com pouco. Lá ele conversou com os consumidores e descobriu que esses alimentos, além de mais saudáveis, são mais saborosos.
Livre
Horário: segunda, 20h30
Reapresentação: sábado, 16h30
17/01/2011 - 11h14
Programa mostra o trabalho do Instituto Ipê e a luta pela preservação do Mico Leão Preto no Pontal do Paranapanema
“O que o cidadão está fazendo aqui e agora sem detonar os recursos para quem vem depois?” e “O que é essa tal de sustentabilidade?” Essas são algumas das indagações do apresentador Felipe Aragonez e que o Sustentáculos irá responder ao longo do programa.
A primeira história vai falar da experiência do Instituto de Pesquisas Ecológicas (Instituto Ipê), um dos mais respeitados no Brasil na área de sustentabilidade, fundado pelo biólogo Claudio Pádua.
A apresentadora Marina Thomé foi até ao Pontal Paranapanema, no interior paulista, para conversar com o biólogo sobre a preservação do Mico Leão Preto, considerado extinto de 1905 até 1970. O trabalho de preservação foi tão importante que motivou o Instituto a criar a primeira universidade com curso de mestrado em biologia da conservação, a Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade (ECAS).
Será que Hip Hop e Sustentabilidade têm a ver? O apresentador Caio Braz garante que sim. Ele mostra um grupo de rappers carioca que trabalha em um projeto de violência contra a mulher.
O programa vai mostrar que a sustentabilidade começa a partir das relações. Os entrevistados são o MC Fabio ACM e MC Kamikase. Fabio ACM garante: “A missão do projeto é promover a cultura de paz entre homens e mulheres.” O grupo lançou um CD em que as letras das músicas protestam contra a violência sofrida pelas mulheres no dia a dia.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Livre
Horário: segunda, 20h30
Reapresentação: sábado, 16h30
10/01/2011 - 11h14
As melhores histórias de 2010
O programa apresenta uma seleção das melhores histórias do Sustentáculos, unidas na temática “ Atitude, gente!!”. Os três apresentadores, Caio Brás, Marina Thomé e Felipe Aragonez, estão juntos no estúdio para mostrar que há muita coisa sendo feito pelo Brasil afora e quem são os novos super heróis do nosso tempo.
No primeiro bloco do programa, quatro momentos que marcaram a primeira temporada do Sustentáculos. “Um milhão de Cisterna” mostra o que é ter que batalhar por cada copo de água; o “Adapta Sertão”, projeto premiado que busca soluções para quem já vive as mudanças climáticas no cotidiano. E uma tecnologia simples para quem vive no campo e até na cidade, os biodigestores: como usar cocô de vaca ou esgoto para gerar energia. E, por fim, a bailarina que transformou um sonho no Moinho Cultural, um projeto que ensina não só a dançar e tocar, mas o significado amplo de cidadania.
No segundo bloco, gente de atitude. Do Espírito Santo, dois exemplos: uma comunidade que, inspirada no exemplo do Grameen Bank de Bangladesh, criou o Banco do Bem e os seus Bens (dinheiro que circula na comunidade). E a história de um grupo de pessoas que aprendeu que proteger a biodiversidade brasileira pode melhorar a renda e mudar a perspectiva da vida.
Conheça ainda o que uma oficina mecânica pode fazer pela sustentabilidade. E o cidadão mais verde da zona leste de São Paulo, Helio da Silva, que já plantou mais de 11 mil árvores sozinho.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Livre
Horário: segunda, 20h30
Reapresentação: sábado, 16h30
27/12/2011 - 11h14
Programa mostra iniciativas de uso racional dos recursos naturais no interior de São Paulo

Embalagem sustentável - Sustentáculos
A ciência e a tecnologia também podem ser grandes aliadas da sustentabilidade. Cada vez mais são necessárias soluções e saídas inteligentes para problemas como lixo, descarte de materiais, falta d’água, poluição, geração de energia etc. Tecnologia verde, como ficou conhecida, é aquela que se baseia no uso racional de recursos naturais, água e energia, na valorização da biodiversidade, na redução ou reaproveitamento de resíduos e na mitigação das emissões de carbono. As tecnologias verdes já são uma realidade e, por conta disso, é o tema de mais esse Sustentáculos.
Em São Carlos, no interior de São Paulo, o programa conta a história da CBPAK, uma empresa de inovação tecnológica que produz materiais plásticos a partir da fécula de mandioca. Os produtos da CBPAK são produzidos por meio de uma tecnologia 100% nacional, desenvolvida pelo presidente da empresa, Cláudio Rocha, formado em Engenharia Mecânica e Industrial. Após alguns anos trabalhando como executivo em multinacionais, Cláudio sentiu a necessidade de fazer algo diferente. Foi nesse momento que surgiu a oportunidade de investir no negócio sustentável de bioplásticos, que, no caso da CBPAK, além de biodegradável, também é compostável.
Ainda no interior paulista, mais precisamente na cidade de Campinas, o Sustentáculos mostra o trabalho que a CPFL, empresa de energia, conduz com veículos elétricos, em parceria com a Unicamp. Sem gerar gases tóxicos, o carro é bastante silencioso. Com as baterias carregadas, roda por até 100 km. Feito para a cidade, traz chassi de alumínio, pesa apenas 582 kg e acelera de 0 a 60 km/h em apenas 5 segundos.
Livre
Horário: segunda, 20h30
Reapresentação: sábado, 16h30
20/12/2011 - 11h14
Iniciativas revelam a ligação entre preservação da identidade cultural e sustentabilidade

Sustentáculos visita a Associação Quilombola de Conceição das Crioulas
Conservar a identidade cultural é um grande aspecto da sustentabilidade, já que isso significa respeitar as tradições, as origens, os antepassados e, certamente, o diferente. Por tudo isso, as comunidades tradicionais brasileira são o tema deste episódio do Sustentáculos.
No município de Salgueiro, em Pernambuco, o programa visita a Associação Quilombola de Conceição das Crioulas, que surgiu no ano de 2000 com a intenção de desenvolver a economia local e a identificação dos moradores com sua história. O distrito de Conceição das Crioulas tem sua origem matriarcal, onde as mulheres sempre foram lideranças muito fortes e marcantes. Quando um grupo de moradores percebeu que uma das mais antigas atividades da região, o artesanato, estava sendo pouco valorizada pelas pessoas de dentro e de fora da comunidade, nasceu a associação para estimular a preservação da cultura local.
A partir daí, um designer foi contratado para pensar, junto com a comunidade, uma forma de contar a história do lugar. A ideia era usar as mesmas técnicas que já eram conhecidas e apenas acrescentá-las a novos produtos, renovando assim a sua imagem e dando visibilidade à arte da região. Como resultado desse processo, criaram-se as bonequinhas feitas a partir da fibra do caraó.
Já no litoral norte de São Paulo, o Sustentáculo visita o Quilombo do Camburi, uma comunidade tradicional que nasceu como refúgio de escravos que vinham do próprio estado e também do Rio de Janeiro. O objetivo é conhecer alguns dos costumes que ainda são praticados pela população quilombola e suas tradições culturais, como a comida, a dança e vestuário. Um dos grandes personagens dessa narrativa é o Sr. Genésio, anfitrião da comunidade e responsável por contar as histórias e lendas locais.
Horário: Segunda, 20h30
13/12/2011 - 11h14
O uso das bicicletas como alternativa de transporte limpo e saudável

Bicicletas e ciclovias são aliadas de uma cidade mais saudável e ecológica
Uma grande cidade não é feita apenas para carros. É preciso que o planejamento urbano contemple formas não poluentes de transporte, como as bicicletas, por exemplo. A bicicleta é um transporte limpo, saudável e democrático. Valorizadas em muitos poucos lugares do Brasil, bicicletas e ciclovias são aliadas de uma cidade mais saudável e ecológica. Como tributo a esse transporte milenar, esta edição do Sustentáculos vai falar sobre as famosas “magrelas”.
Ricardo Kotscho é um jornalista brasileiro que recebeu quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo – o mais importante da categoria no Brasil. Ele é autor de livros como A prática da reportagem, Serra Pelada: uma ferida aberta na selva e Explode um novo Brasil: Diário da campanha das Diretas. Atualmente, Kotscho escreve sobre o cotidiano em seu blog, Balaio do Kotscho. Kotscho admite que começou a caminhar por causa da sua saúde. Além disso, ele enfatiza que, por morar próximo ao trabalho, perto da escola de seus netos, e de todos os estabelecimentos necessários no dia a dia (padaria, farmácia, feira etc.), o ato de caminhar se tornou muito mais conveniente do que dirigir pela cidade. Para falar a verdade, ele só utiliza o carro para viajar para o sítio em Porangaba, onde já plantou muitas árvores.
Em seguida, o Sustentáculos mostrará um treinamento em grupo liderado por Marco Paulo Reis, formado em educação física e ex-treinador da seleção brasileira de triatlon. Na relaxante paisagem do Parque do Ibirapuera, Marco apresenta os principais alongamentos destinados a caminhadas e a corridas profissionais. Ele também realiza um percurso monitorado para ensinar como a caminhada pode ser útil na vida das pessoas.
Por fim, será possível conhecer a animação do “Saia na Noite”, a primeira bicicletada brasileira destinada unicamente para mulheres e que acontece todas as terças-feiras nas vias de São Paulo. O grande diferencial dessa bicicletada é que tudo, absolutamente tudo, é rosa: o capacete, as bicicletas, as roupas, as proteções. O passeio foi criado por Teresa D’Aprile, uma moça de 60 anos que pedala mais do que muita gente de 20!
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Livre
Horário: segunda, 20h30
Reapresentação: sábado, 16h30
29/11/2011 - 11h14
É um conjunto de ferramentas, conceitos e estratégias que visam desenvolver soluções para a geração de uma sociedade voltada para a sustentabilidade.

Programa mostra empresas que fabricam produtos feitos de material ecologicamente corretos
Ao se produzir alguma coisa é preciso pensar no planeta. Isso quer dizer diminuir a extração da matéria-prima e o uso da energia necessária para sua fabricação. Por isso, cada vez mais o design sustentável ganha espaço na concepção dos mais diversos produtos. E é esse o tema do Sustentáculos desta semana.
O programa começa no Rio de Janeiro, onde mostra a Tátil (veja o site), escritório de design que vem se consolidando como uma das principais empresas de criação e desenvolvimento de marcas no Brasil. A empresa considera-se sustentável, uma vez que grande parte de suas ações parte do conceito de baixo impacto ambiental e alto impacto sensorial.
Ainda na cidade maravilhosa, Sustentáculos foi conhecer a história da Fibra Design (veja o site), estúdio focado em oferecer soluções para o mercado de design sustentável. A empresa preocupa-se em fabricar produtos que sejam feitos de material ecologicamente correto.
Em São Paulo, o programa mostra o trabalho da Natura (veja o site), a gigante do cosmético nacional, que adota diversas ações em favor do meio ambiente, como a criação de linhas de produtos com refis. Além disso, a empresa utiliza um software específico para calcular o quão impactante na natureza é a extração de cada matéria-prima utilizada em seus produtos.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Livre
Horário: segunda, 20h30
Reapresentação: sábado, 16h30
22/11/2011 - 11h14
Cinco histórias autênticas de sustentabilidade
Uma nova geração de profissionais com formação voltada para a sustentabilidade está surgindo. No entanto, vale sempre lembrar que toda e qualquer profissão pode adquirir um viés sustentável se repensada com cuidado. Uma vez que a sustentabilidade é adotada como postura pessoal, ela perpassa outras áreas da vida, permitindo que qualquer profissional contribua para um planeta mais agradável.
O programa irá contar cinco autênticas histórias que podem mudar a forma com que as pessoas veem a sustentabilidade em seu dia a dia. A viagem se inicia no Pará, região norte do país, com o Dr. Eugênio Scannavino, um médico de 50 anos que há 25 anos criou o Saúde e Alegria, uma organização sem fins lucrativos que atende mais de 140 comunidades na região amazônica com o intuito de lhes fornecer ajuda médica. Um dos grandes feitos do projeto foi reduzir em 50% a taxa de mortalidade infantil nessas localidades.
Já no Pantanal Mato-Grossense, a história de Ângelo Rabelo, um tenente da Polícia Militar que luta pela conservação dos jacarés. Nos anos 80, o Pantanal foi invadido por caçadores vindos da Bolívia, do Brasil e do Paraguai. Ângelo, então, montou o Batalhão Florestal para lutar em defesa da espécie. O Batalhão também ajudou a paralisar completamente a caça e o tráfico de aves no pantanal.
Do Pantanal para o Rio de Janeiro, o programa apresenta Tiago, um jovem que incorporou a sustentabilidade em sua rotina diária. Ele estuda um tipo de economia voltada para a ecologia, batizada de “Ecolomia”. Faz mestrado em políticas públicas e em sua tese fala sobre biodiversidade. Tiago acorda cedo todos os dias e sempre faz exercícios antes de ir para a faculdade. Considera-se um ser totalmente preocupado com o espaço à sua volta e quer contribuir para um mundo mais sustentável.
Em sua última parada, o Sustentáculos vai para São Paulo, onde primeiro conhece o Hub, um ecossistema único, projetado para que as pessoas criem a mudança que querem no mundo. Funciona como um escritório, com espaços e serviços para que gente com ideias inovadoras possa acessar recursos, realizar conexões e produzir e compartilhar conhecimento. A missão do Hub São Paulo é inspirar os inovadores sociais que são hoje os agentes de mudanças no país e apoiá-los na realização de suas ideias empreendedoras para um mundo melhor.
Por fim, ainda na capital paulista, o programa vai até à Ekoa Café. Com longa experiência prévia no setor, os gestores do estabelecimento sentiram a necessidade de evoluir e trazer mais significado para o negócio, integrando rentabilidade, relações sociais justas e a preservação do meio ambiente. Foi assim que, em 2007, nasceu a Ekoa Café. Ekoa em tupi-guarani significa morada, um lugar onde os amigos se reúnem para um bate-papo. Pensando em sempre ter um clima agradável para a convivência, criaram alguns estímulos, como a construção baseada em princípios ecológicos, espaços para uma boa conversa, painéis para compartilhar conhecimentos e o oferecimento de alimentos saudáveis.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Livre
Horário: segunda, 20h30
Reapresentação: sábado, 16h30
15/11/2011 - 11h14
Programa mostra ação sustentável na Região Amazônica e no Pantanal

Pantanal - Sustentáculos
O próximo Sustentáculos vai mostrar, por meio de duas histórias que têm a floresta como pano de fundo, que o país pode desenvolver um novo tipo de economia no qual a floresta vale mais em pé do que derrubada. No primeiro trecho da estrada percorrida pela equipe do programa, uma visita ao Instituto Peabiru, uma organização da sociedade civil que tem como principal objetivo promover a viabilidade econômica na Amazônia: preservar a floresta e, ao mesmo tempo, explorar seus recursos de forma sustentável. Uma das atividades desenvolvidas pelo instituto é o cultivo do mel orgânico de abelhas nativas e sem ferrão chamadas de melíponas. A iniciativa já beneficia aproximadamente 150 famílias da região amazônica.
Sustentáculos visita também o Pantanal. No sítio da Embrapa, no município de Nhumirim, localizado no estado de Mato Grosso do Sul, região Centro-Oeste do país, pesquisadores desenvolvem a chamada pecuária mais sustentável. O episódio mostra quais os requisitos para um produtor começar uma criação ecológica de gado.
Toda floresta vale mais inteira do que em parte. Por isso o Sustentáculos mostra que, num mundo sustentável, é possível conciliar a preservação da natureza com o desenvolvimento de atividades econômicas.
06/11/2011 - 11h14
Equipe visita projetos no Acre e no Pará

Apresentadores do 'Sustentáculos' com a diretora Zuzu (segunda à esquerda)
É difícil imaginar a aplicação do conceito de sustentabilidade nos grandes centros urbanos brasileiros, cheios de carros, fábricas e poluição. No entanto, apesar das dificuldades, há diversos casos que mostram que é, sim, possível aplicá-lo. Dois desses exemplos serão mostrados neste episódio do Sustentáculos.
Em Rio Branco, no Acre, fica localizado o Parque da Maternidade. Inaugurado em 2002, é uma das mais importantes obras da região. Com uma extensão de 6 mil metros quadrados, corta grande parte da cidade. Além disso, possui quadras de esportes, quiosques, restaurantes, ciclovia e pistas de skate. À primeira vista, ele parece um parque tradicional. Contudo, o grande diferencial do Maternidade é que ele possui uma função ecológica importante, pois foi construído para evitar a erosão e as enchentes nos bairros que o circundam. Com o crescimento urbano acelerado de Rio Branco, o esgoto das moradias próximas à região do parque era despejado no igarapé que passava por lá. Isso provocava um grande impacto ambiental, uma vez que aumentava a erosão do solo e a degradação da mata ciliar. Com a criação do parque foi possível consertar esse problema.
Já na capital do Pará, a equipe do Sustentáculos foi conhecer o projeto Belém Sustentável, que é o mais amplo relatório socioambiental já realizado sobre a região. Iniciado em 2006, pela Fundação Avina, trata de questões ecológico-urbanas do cotidiano da população belenense. Para entender mais a fundo a proposta do projeto, o programa irá percorrer a parte histórica da cidade, mostrando a história local e os desafios a serem superados.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Horário: sábado, 16h30
30/10/2011 - 11h14
Programa investiga a relação entre as mudanças climáticas e o nosso cotidiano
As mudanças climáticas afetam a vida na Terra. Segundo alguns modelos científicos, as temperaturas mais altas registradas hoje serão as médias de amanhã. Essa mudança irá causar forte impacto na produtividade agrícola, afetando, principalmente, as regiões tropical e subtropical, onde vive quase a metade da população do mundo. Para esclarecer o assunto e mostrar a relação entre as mudanças climáticas e o seu dia a dia, esse será o tema do Sustentáculos deste sábado (30).
O programa começa com o Instituto de Defesa e Desenvolvimento do Inteiro Ambiente, o IDDEIA, uma organização que trabalha para promover negócios mais verdes e sustentáveis no Brasil. Entre os projetos do instituto está prevista a instalação de biodigestores para diminuir a quantidade de gás metano na atmosfera e, assim, reduzir o aquecimento global. O projeto prevê a construção de 5 mil biodigestores anaeróbicos para manejo de esterco em propriedades rurais de gado leiteiro, uma vez que os rebanhos são uma das maiores fontes desse tipo de gás. Esse metano, o biogás, é posteriormente usado como substituto ao gás de cozinha (GLP), à lenha e também como insumo na produção de energia elétrica.
Outro trabalho relacionado às mudanças climáticas no Brasil é o da ONG Adapta Sertão. Caracterizada por períodos de secas recorrentes, a região do nordeste brasileiro é considerada uma das áreas mais vulneráveis do território brasileiro, do ponto de vista social, econômico e ambiental. Os últimos relatórios do Painel Internacional de Mudanças Climáticas (IPCC) indicam que as secas e enchentes nas regiões tendem a intensificar-se, fato esse que tem chamado a atenção de pesquisadores e formuladores de políticas públicas. Nesse contexto, surge o Adapta Serão, que ajuda a desenvolver projetos e recursos tecnológicos que amenizem os impactos da seca e permitam que comunidades se adaptem a essa condição climática severa. O objetivo principal da entidade é garantir a segurança alimentar e a geração de renda baseada na pequena e média propriedade agrícola, que precisa produzir sem destruir o ecossistema local.
Livre
Horário: Sábado às 16h30
Para mais informações: http://www.tvbrasil.org.br/sustentaculos
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
23/10/2011 - 11h14
Programa vai a São Paulo acompanhar os profissionais de uma indústria que movimenta cerca de R$ 8 bilhões por ano
A indústria da reciclagem movimenta cerca de R$ 8 bilhões por ano entre as atividades de geração, comercialização, medição e consumo de commodities sucateadas, segundo o Compromisso Empresarial para a Indústria da Reciclagem (Cempre). Do catador às cooperativas, dos restos industriais à descoberta de novos produtos, grandes e pequenos negócios surgem do que é conhecido como lixo.
Esse é o tema de mais um episódio do Sustentáculos deste sábado (23). A primeira história vem de São Paulo, na sede da Wisewood, uma empresa que recicla plástico para fazer madeira. A Wisewood trabalha com tipos diversos de plástico reciclável, que passam por um processo industrial e, em seguida, recebem um acabamento que o deixam idênticos à madeira. Com isso, é possível utilizar esse material para produzir móveis sem que árvores sejam derrubadas.
Ainda em São Paulo, a equipe do programa vai conhecer o trabalho do CataSampa, uma rede de cooperativas de reciclagem que tem como objetivo principal melhorar a vida dos catadores de rua da região metropolitana de São Paulo. O Sustentáculos acompanhou o dia a dia de uma catadora. O trabalho do designer Nido Campolongo, uma referência quando o assunto é sustentabilidade, também é destaque no programa.
Livre
Horário: Sábado às 18h30
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
04/10/2011 - 10h14
Programa fala sobre alternativas para o futuro energético do Brasil

Energia limpa - Sustentáculos
O vento, o sol, as marés. Esses são apenas alguns exemplos de fontes limpas e renováveis que podem ser usadas para se gerar energia. Cada uma delas possui vantagens e desvantagens, mas ainda assim causam menos impacto no meio ambiente do que, por exemplo, as grandes usinas hidrelétricas ou as radioativas. Neste episódio do Sustentáculos que vai ao ar nesta segunda (04), o programa fala sobre como essas fontes limpas podem ser uma boa alternativa para o futuro energético do Brasil.
A primeira história se passa no Ceará que, desde 1998, conta com usinas eólicas que geram energia elétrica para diversos municípios do estado. Os complexos que o Sustentáculos exibe foram construídos em dunas de areia, o que apresentou uma série de dificuldades de engenharia e de preservação ambiental. Todo o terreno afetado durante a construção, por exemplo, foi recomposto tão logo finalizaram-se os trabalhos de montagem. Além de gerar uma energia mais limpa, as grandes hélices dos geradores produziram um visual tão singular que eles acabaram por estimular turismo na região.
Já Petrópolis, no Rio de Janeiro, é chamada de capital brasileira da energia limpa graças à tecnologia do biodigestor, um sistema de reciclagem de matéria orgânica que já é utilizado em países como a Nicarágua, República Dominicana, Haiti e Espanha. O projeto, incentivado pela ONG Instituto Ambiental (OIA), se baseia num princípio simples: o biodigestor aproveita a matéria contida nas águas do esgoto para gerar energia elétrica que, por sua vez, alimenta as casas de cinco bairros populares da antiga cidade imperial. O sistema recupera o gás metano produzido naturalmente pela decomposição orgânica e o canaliza para uso doméstico.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Livre
Horário: Segunda, às 20h30
02/10/2011 - 10h14
Em um mundo sustentável, é possível conciliar a preservação da natureza com o desenvolvimento de atividades econômicas
O próximo Sustentáculos vai mostrar, por meio de duas histórias que têm a floresta como pano de fundo, que o país pode desenvolver um novo tipo de economia no qual a floresta vale mais em pé do que derrubada. No primeiro trecho da estrada percorrida pela equipe do Sustentáculos, o programa foi conhecer o Instituto Peabiru, uma organização da sociedade civil que tem como principal objetivo promover a viabilidade econômica na Amazônia: preservar a floresta e, ao mesmo tempo, explorar seus recursos de forma sustentável. Uma das atividades desenvolvidas pelo instituto é o cultivo do mel orgânico de abelhas nativas e sem ferrão chamadas de melíponas.A iniciativa já beneficia aproximadamente 150 famílias da região amazônica.
Sustentáculos visita também o Pantanal. No sítio da Embrapa, no município de Nhumirim, localizado no estado de Mato Grosso do Sul, região centro-oeste do país, pesquisadores desenvolvem a chamada pecuária mais sustentável. O episódio mostra quais os requisitos para um produtor começar uma criação ecológica de gado.
Toda floresta vale mais inteira do que em parte. Por isso, o Sustentáculos mostra que, num mundo sustentável, é possível conciliar a preservação da natureza com o desenvolvimento de atividades econômicas.
25/09/2011 - 10h14
Equipe visita dois santuários ecológicos brasileiros: Acaraú e o Pantanal mato-grossense
O Brasil é um dos países mais biodiversos do planeta. Todo esse tesouro natural faz com que as terras tupiniquins produzam as mais belas preciosidades que a natureza pode oferecer. Neste episódio, a equipe do Sustentáculos visita dois santuários ecológicos brasileiros.
Em Acaraú, no Ceará, numa região de manguezal, fica localizada a comunidade de Curral Grande. Ela é composta por cerca de mil pessoas, sendo a maioria pescadores que usam os recursos do mar para a subsistência. Os manguezais desempenham importante papel como fornecedor de matéria orgânica para os estuários, contribuindo para a produtividade na zona costeira. Por isso, são ecossistemas complexos e dos mais férteis e diversificados do planeta. Toda essa riqueza tem sido explorada de modo descontrolado. No entanto, a comunidade de Curral Grande mostra como é possível aliar o uso econômico do mangue com a preservação de sua biodiversidade.
Já no Pantanal mato-grossense, o programa foi conhecer o Projeto Arara Azul, que tem como objetivo eliminar o risco de extinção dessa espécie de ave, uma das mais ameaçadas em todo o mundo. O projeto compreende o acompanhamento das araras na natureza, o monitoramento de ninhos naturais e artificiais numa área de mais de 400 mil hectares. Além disso, utiliza a arara azul como uma espécie de bandeira para promover a conservação de outras espécies, da biodiversidade e do Pantanal como um todo.
Seja nos manguezais do nordeste ou no pantanal do centro-oeste, o Brasil possui as mais belas joias naturais. Saiba mais sobre essas duas histórias no próximo Sustentáculos.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Horário: Sábados, às 18h30
18/09/2011 - 10h14
Uma visita ao Piauí e ao Mato Grosso do Sul para conhecer iniciativas brasileiras que valorizam a cultura de forma sustentável

Fundação Museu do Homem Americano, entidade que cuida de um dos maiores tesouros culturais da humanidade
A Cultura é um dos pilares da sustentabilidade. Um processo só funciona se os valores culturais de um individuo, grupo, empresa ou instituição forem levados em consideração. Muitas vezes os valores culturais incluem atitudes insustentáveis. Nesses casos, uma transição se faz necessária para que uma nova cultura, ecologicamente correta, seja implementada. Para exemplificar tudo isso, o Sustentáculos vai exibir duas histórias em que cultura e meio ambiente andam de forma unida.
Na região da Serra da Capivara, no Piauí, o programa visitou a Fumdham – Fundação Museu do Homem Americano. A entidade cuida de um dos maiores tesouros culturais da humanidade, já que ali se localiza o maior sítio arqueológico de pinturas rupestres do planeta. Por conta disso, a Fumdham executa diversas ações de cunho social para proteger a cultura local. Além disso, investe na educação dos habitantes piauienses, promovendo ações sobretudo com jovens e crianças.
Já no Pantanal sul-mato-grossense, o Sustentáculos foi prestigiar a história de Marcia Rolom, uma brasileira que dedicou toda a sua vida à dança, sua maior paixão. Porém, apenas quando iniciou projetos no município de Corumbá é que Marcia pode descobrir o verdadeiro poder da dança. Corumbá faz fronteira com Paraguai e Bolívia e acaba sendo rota do tráfico e da prostituição. Marcia percebeu essa situação e montou o Moinho Cultural, um espaço com aulas de dança, música e outras artes. Dessa maneira, em vez de ficarem na rua, as crianças ficam no Moinho de tarde ou no período que não estão na escola. Para ter o direito de fazer a aula é preciso ter notas boas na escola e também envolver os pais em alguma atividade lá dentro.
Fumdham e Marcia Rolom são exemplos claros de que é possível trabalhar a cultura de forma respeitosa e para uma causa socialmente justa. O episódio sobre Cultura Sustentável vai ao ar no sábado, às 18h30, na TV Brasil.
28/08/2011 - 10h14
Brasil possui riquezas naturais que nem sequer foram descobertas pela humanidade

aio Braz, Marina Thomé e Felipe Aragonez: apresentadores do 'Sustentáculos'
O Brasil é o país do mundo com a maior quantidade de riquezas naturais. A biodiversidade brasileira possui tesouros que nem sequer foram descobertos pela humanidade. Mas o que vem sendo feito para proteger todo esse patrimônio? Biodiversidade é o tema do Sustentáculos desta semana.
No pequeno município de Mococa, no interior paulista, a equipe do programa foi conhecer a Fazenda Ambiental Fortaleza (FAF), um exemplo de local sustentável. Entre os diversos produtos cultivados pela FAF, destaca-se o café, a manga e a banana: todos orgânicos. Além disso, a fazenda promove encontro com universidades, ONGs e outras instituições locais (e até mesmo de outros países) para articular o conhecimento em relação à sustentabilidade de uma maneira mais integrada.
Já em Teodoro Sampaio, também no interior de São Paulo, o Sustentáculos conheceu a história do seu Toninho, um agricultor familiar que faz de tudo para preservar o local em que vive. Na sua propriedade, por exemplo, aproveita-se tudo, até os dejetos dos porcos. Com o apoio do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas – o seu Toninho implementou um sistema agroflorestal de cultivo que ajuda a manter o solo sempre bem nutrido é fértil, favorecendo também a plantação de uma grande variedade de espécies.
Vê-se que agricultura e pecuária, as duas principais atividades econômicas do setor rural, não representam, necessariamente, um problema para a natureza. Com pesquisa e boa vontade é possível gerar renda protegendo a biodiversidade local.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Horário: Sábados, às 18h30
06/08/2010 - 20h19
A luz solar é uma das fontes de energia mais abundantes no Brasil. Em todas as regiões do país há um nível considerável de incidência solar, propiciando a sua utilização como combustível natural. Para mostrar como usá-la de maneira inteligente e eficiente, o programa Sustentáculos foi até Manaus e Fortaleza para saber um pouco mais [...]
A luz solar é uma das fontes de energia mais abundantes no Brasil. Em todas as regiões do país há um nível considerável de incidência solar, propiciando a sua utilização como combustível natural. Para mostrar como usá-la de maneira inteligente e eficiente, o programa Sustentáculos foi até Manaus e Fortaleza para saber um pouco mais sobre o sol que aquece as pessoas.
Em Fortaleza, Caio foi conhecer José Albano que, além de fotógrafo, é inventor. Zé Albano, como é conhecido na cidade, desenvolveu uma ideia bem interessante: um forno solar adequado para as regiões próximas do Equador. Utilizando uma tampa feita de materiais extremamente comuns como papelão, cabo de vassoura, borracha de câmara de ar e jornal velho, ele adaptou o forno solar – criado há alguns séculos - para o uso no nordeste do Brasil. Além de estar cooperando com a natureza usando energia renovável e não poluente, o forno tem outras vantagens. A comida não queima, não seca e não gruda.
Zé Albano possui um blog onde ensina a construir o forno (www.fornosolar.wordpress.com) e já deu consultoria para pessoas que construíram esse tipo de equipamento em Uganda e Malásia, lugares que estão na mesma posição do sol na linha do Equador.
Do fogo para a água, a segunda história do programa sobre energia solar vem de Manaus, mais precisamente do encontro entre as águas dos rios Negro e Solimões, onde navega o Seisui, um barco movido à luz do Sol. O nome é de origem japonesa e significa “água limpa”, mas a ideia é brasileira. Com capacidade para quatro pessoas, o Seisui alcança uma velocidade de até 25 km/h e é usado para incrementar o ecoturismo local.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Horário: Segundas, às 20h30; reprise, sábados, às 18h30
30/07/2010 - 21h56
Gente de atitude é o tema desta edição. Às 20h30
Super-heróis. Eles não existem apenas nas histórias em quadrinhos e nos filmes da tevê. Por todo o Brasil, é possível encontrar pessoas que possuem o incrível poder de mudar e fazer da região na qual vivem um lugar melhor. Algumas dessas pessoas farão parte do Sustentáculos de segunda-feira.
Marina Thomé, aventureira sustentável e incansável, foi até ao município de São José da Laje, em Alagoas, para conhecer o seu Osvaldo Timóteo, um senhor de 80 anos que tem o poder da supervisão e, mais de meio século atrás, percebeu que a proteção da natureza é o melhor caminho para o futuro. Numa região que era domada pelos canaviais, seu Timóteo resolve transformar sua fazenda em uma RPPN – Reserva Particular do Patrimônio Natural. Com a ajuda da família, ele plantou mais de 20 mil mudas de árvores, transformando São José das Lajes num paraíso natural.
Outro paraíso, dessa vez no meio da caótica São Paulo, é o Parque Natural do Tiquatira, localizado na zona leste da cidade. O Felipe Aragonez foi até lá para conhecer o “seu” Hélio da Silva, que tal como o “seu” Timóteo tem o poder da transformação. Esse herói paulistano, percebendo a degradação do bairro da Penha, resolveu agir. Uma mudinha aqui, outra ali e seu Hélio já plantou mais de 11 mil mudas nativas de Mata Atlântica, criando assim o primeiro e maior parque linear do país. Todos os finais de semana ele planta, sozinho, de 50 a 200 novas mudas.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Horário: Segundas, às 20h30; reprise, sábados, às 18h30.
23/07/2010 - 14h08
Programa conhece projetos em Pernambuco e São Paulo

Solução que vem do céu
“Chove chuva. Chove sem parar”. Os versos iniciais da música de Jorge Ben Jor certamente não foram criados por causa da sustentabilidade, mas servem para ilustrar o tema deste episódio do programa Sustentáculos.
Em Pernambuco, na região de Bom Jardim, a apresentadora Marina Thomé foi conhecer o Programa Um Milhão de Cisternas, coordenado pela ONG ASA (Articulação do Semiárido). O objetivo do projeto é beneficiar milhões de famílias do semiárido brasileiro com a instalação de reservatórios de água e também por meio da conscientização sobre o uso correto desse bem natural. Com isso, pretende-se evitar a penosa rotina dessas pessoas, que diariamente precisam percorre rdezenas de quilômetros para buscar água.
Já em São Paulo, o programa apresenta duas aplicações bem autênticas de reaproveitamento da água da chuva. O primeiro caso é o da Ecofit, academia localizada na zona oeste da cidade, que adota diversas ações ecologicamente corretas na arquitetura e na gestão do estabelecimento. Há, por exemplo, um sistema de tanques de coleta de chuva, que é posteriormente usada para a limpeza dos pisos e na descarga dos banheiros.
Atitude parecida é a da AME Amazonas Motocicletas, uma importadora de motocicleta que possui um lava-rápido para higienizar os veículos que chegam constantemente. O grande diferencial desse lava-jato é que ele reutiliza a água da chuva, que cai nas telhas do estabelecimento, passa por um processo de filtragem e é finalmente usada nas mangueiras de lavagem.
Apresentação: Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Horário: Segundas, às 20h30; reprise, sábados, às 18h30
13/07/2010 - 21h13
Sustentáculos - Segunda, 19 DE JULHO

Sustentáculos
A primeira impressão é a que fica. Certamente todos já ouviram essa frase. E é por causa desse pensamento que a maioria das pessoas se preocupa em manter uma boa aparência, vestir uma boa roupa e andar sempre na moda. Não há nada de errado nisso, mas sempre é possível adicionar uma pitada de sustentabilidade nessa história.
Uma das histórias que o Sustentáculos irá contar é o da Natural Fashion, uma rede de cooperativas têxteis, localizada em Campina Grande (PB), que trabalha com um tipo bem especial de algodão. Desenvolvido pela Embrapa, o algodão utilizado pela Natural Fashion foi obtido a partir de um melhoramento genético entre dois tipos de algodão: o algodão de tecelagem forte e o algodão colorido de fio fraco. Sua grande vantagem é a coloração natural: ele já nasce colorido nas cores bege, verde, marrom e branco. Com isso, evita-se a utilização de produtos químicos no processo de tintura.
Da Paraíba, a equipe de Sustentáculos desembarcou na região metropolitana de São Paulo, mais precisamente em Santo André. Ali foi conferir o Ecotece, um centro de estudos e desenvolvimento de práticas do Vestir Consciente. Em um dos projetos mantidos pela ONG, adolescentes e mulheres da região fabricam produtos têxteis a partir de retalhos usados para evitar o desperdício. Antes de fazer parte do Ecotece, essas mulheres não tinham renda, muitas eram vítimas de violência doméstica e sofriam com a baixa autoestima. Com a assistência que receberam dentro do Ecotece, elas têm a oportunidade de percorrer novos caminhos.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Horário: Segundas, às 20h30; reprise, sábados, às 18h30
09/07/2010 - 18h02
Atração mostra de que forma a internet pode motivar a sociedade a participar de movimentos que tragam benefícios para todos. Às 20h30

Redes sociais (Foto: sustentaculos.com.br)
A internet ganha uma importância cada vez maior na vida das pessoas. Ela abre novos caminhos, facilita o acesso a informações e põe em contato pessoas com os mesmos interesses. Mas o que isso tudo tem a ver com sustentabilidade? O tema do Sustentáculos desta segunda (12) é Redes Sociais e Sustentabilidade, e vai mostrar de que forma a internet pode motivar a sociedade a participar de movimentos que tragam benefícios para todos.
O apresentador Felipe Aragonez foi para a Baixada Santista, no litoral paulista, conhecer de perto as redes sociais que atuam em conjunto, como a Oasis, organização virtual com o objetivo de transformação por meio da participação comunitária; e a ONG Um Teto para o meu País. Liderada por jovens voluntários Um Teto para o meu País é voltada para a construção de moradias emergenciais destinadas às famílias necessitadas.
A cada seis meses, uma turma de cerca de 30 alunos universitários pesquisa os principais problemas de uma cidade ou uma comunidade. A partir daí, realizam um intenso movimento de mobilização, sobretudo por meio das redes sociais, para conseguir um número de voluntariado que possa colocar “a mão na massa” e realizar algumas benfeitorias na comunidade.
Outra aplicação bem prática da internet como ferramenta amiga do meio ambiente é o site Bigoo, história que Marina Thomé foi conferir em Recife. Com ele é possível identificar amigos, conhecidos e outras pessoas do mesmo círculo social, que estejam interessadas em compartilhar carona. Pioneira no país, a rede Bigoo é uma excelente solução para vários problemas das grandes cidades tais como congestionamentos rotineiros, poluição excessiva e superlotação do transporte público. E ainda ajuda seus usuários a economizar.
Para saber mais, além do programa, o Sustentáculos mostrará desdobramentos das histórias no blog: http://sustentaculos.com.br
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Horário: segundas, às 20h30
06/02/2011 - 11h14
Como ser chique com sustentabilidade

Móvel projetado por Carlos Motta. Chique e respeitando o meio ambiente.
Nada supera em elegância aquilo que respeita o meio ambiente. O orgânico, o ecológico e o natural estão em alta. A tendência agora é respeito à natureza e justiça social. Isso, sim, é ser chique. Ser chique com sustentabilidade: é esse o tema do próximo episódio do Sustentáculos desta segunda (6).
Nas praias isoladas do litoral paulista, Carlos Motta desenvolveu sua paixão pelo design. As madeiras que chegavam trazidas pelo mar eram submetidas à sua criatividade. Desde os anos 70, fazia objetos com os materiais que a natureza lhe oferecia. Em 1975, já na faculdade de arquitetura, fez os primeiros móveis. Ao longo de 30 anos de trabalho, manteve sempre o compromisso de respeitar a natureza, vendo sua atividade como algo maior e mais profundo. Além de produzir móveis, também projeta plantas arquitetônicas para casas e é, atualmente, um dos designers mais badalados do cenário artístico nacional.
Outra história igualmente inspiradora é a da Débora Laruccia, uma designer de joias, móveis e consultora de decoração. Em 2002, ela fundou a Hilea Design, uma empresa que coordena ações, tais como a concepção de projetos ambientais com geração de renda, exposições sobre produtos sustentáveis, desenvolvimento de produtos e capacitação em comunidades da floresta. No processo de trabalho de Débora Laruccia, sua equipe e parceiros interagem e compartilham expertise com artesãos locais. Dessa forma, surgem diversos produtos que mesclam as formas do design contemporâneo com os materiais típicos da floresta, resultando na preservação do patrimônio natural e cultural de populações tradicionais brasileiras.
08/01/2011 - 11h14
Conheça projetos sustentáveis do interior de São Paulo e do Acre
Quando o assunto é sustentabilidade, é preciso entender que o tema envolve não apenas questões ecológicas, mas também questões sociais, econômicas e culturais. Um mundo sustentável, em outras palavras, é um mundo justo. Dentro dessa perspectiva, a educação tem um papel preponderante, pois é ela a ferramenta principal de transformação. Esse é o tema do próximo episódio do Sustentáculos.
Em Campinas, no interior de São Paulo, o programa foi visitar o projeto Bate Lata, mantido pela Fundação Orsa, que tem como objetivo transformar a vida de jovens da região por meio da música. Entre suas várias ações, está a manutenção de uma banda que usa instrumentos musicais fabricados de material reciclado. Além disso, eles também possuem oficinas de informática, percussão e dança para ampliar o contato dos jovens com a arte.
Já na outra ponta do país, mais precisamente no Acre, o Sustentáculos conheceu o Asas da Florestania, projeto educacional mantido pelo governo estadual cuja principal meta é alfabetizar famílias de comunidades rurais de difícil acesso e que, por isso, não possuem escolas em suas regiões. O grande diferencial do projeto é desenvolver o conceito de “florestania” em vez da cidadania, uma vez que, devido à sua área de atuação, ele ensina os alunos a lidar com a cultura da floresta.
Apresentação Felipe Aragonez, Marina Thomé e Caio Braz
Livre
Horário: segunda, 20h30
Reapresentação: sábado, 16h30
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