11/04/2011 - 10h14
O algodão natural de Paraiba e outras novidades
A primeira impressão é a que fica. Certamente todos já ouviram essa frase. É por causa desse pensamento que a maioria das pessoas se preocupa em manter uma boa aparência, vestir uma boa roupa e andar sempre na moda. Não há nada de errado nisso, mas sempre é possível adicionar uma pitada de sustentabilidade nessa história.
Uma das histórias que o Sustentáculos irá contar é o da Natural Fashion, uma rede de cooperativas têxteis, localizada em Campina Grande (PB), que trabalha com um tipo bem especial de algodão. Desenvolvido pela Embrapa, o algodão utilizado pela Natural Fashion foi obtido a partir de um melhoramento genético entre dois tipos de algodão: o algodão de tecelagem forte e o algodão colorido de fio fraco. Sua grande vantagem é a coloração natural: ele já nasce colorido nas cores bege, verde, marrom e branco. Com isso, evita-se a utilização de produtos químicos no processo de tintura.
Da Paraíba, a equipe de Sustentáculos desembarcou na região metropolitana de São Paulo, mais precisamente em Santo André. Ali foi conferir o Ecotece, um centro de estudos e desenvolvimento de práticas do Vestir Consciente. Em um dos projetos mantidos pela ONG, adolescentes e mulheres da região fabricam produtos têxteis a partir de retalhos usados para evitar o desperdício. Antes de fazer parte do Ecotece, essas mulheres não tinham renda, muitas eram vítimas de violência doméstica e sofriam com a baixa autoestima. Com a assistência que receberam dentro do Ecotece, elas têm a oportunidade de percorrer novos caminhos.
04/04/2011 - 10h14
O que a internet tem a ver com sustentabilidade?
A internet ganha uma importância cada vez maior na vida das pessoas. Ela abre novos caminhos, facilita o acesso a informações e põe em contato pessoas com os mesmos interesses. Mas o que isso tudo tem a ver com sustentabilidade? O tema do Sustentáculos desta segunda (4) é Redes Sociais e Sustentabilidade, e vai mostrar de que forma a internet pode motivar a sociedade a participar de movimentos que tragam benefícios para todos.
O apresentador Felipe Aragonez foi para a Baixada Santista, no litoral paulista, conhecer de perto as redes sociais que atuam em conjunto, como a Oasis, organização virtual com o objetivo de transformação por meio da participação comunitária; e a ONG Um Teto para o meu País. Liderada por jovens voluntários Um Teto para o meu País é voltada para a construção de moradias emergenciais destinadas às famílias necessitadas.
A cada seis meses, uma turma de cerca de 30 alunos universitários pesquisa os principais problemas de uma cidade ou uma comunidade. A partir daí, realizam um intenso movimento de mobilização, sobretudo por meio das redes sociais, para conseguir um número de voluntariado que possa colocar “a mão na massa” e realizar algumas benfeitorias na comunidade.
Outra aplicação bem prática da internet como ferramenta amiga do meio ambiente é o site Bigoo, história que Marina Thomé foi conferir em Recife. Com ele é possível identificar amigos, conhecidos e outras pessoas do mesmo círculo social, que estejam interessadas em compartilhar carona. Pioneira no país, a rede Bigoo é uma excelente solução para vários problemas das grandes cidades tais como congestionamentos rotineiros, poluição excessiva e superlotação do transporte público. E ainda ajuda seus usuários a economizar.
Horário: 20h30
28/03/2011 - 10h14
Os melhores caminhos e perspectivas do ramo
Empreendedorismo Sustentável é o tema do próximo episódio de Sustentáculos que vai ao ar nesta segunda (28), às 20h30. O programa mostra duas histórias com perspectivas diferentes de empreender.
Na primeira, o apresentador Felipe Aragonez vai à região de Alta Floresta, no Mato Grosso, conhecer a Ouro Verde, uma empresa que trabalha com a exploração sustentável da castanha do Brasil, um dos mais autênticos produtos brasileiros.
Percebendo que a castanha oferece um potencial enorme para o desenvolvimento de novos produtos, o empresário Luiz Laranja criou a empresa para mostrar que é possível desenvolver um negócio que se sustente mantendo a Floresta Amazônica em pé. Um dos grandes diferenciais da Ouro Verde, que pratica um comércio justo, é a sua relação com os fornecedores locais, uma vez que ela paga pelo menos 30% a mais do que o mercado.
Já em Vitória, no Espírito Santo, Caio Braz visita o Banco do Bem. Inaugurado em 2005, é um banco comunitário de microcrédito, cujo objetivo principal é promover desenvolvimento econômico da região.
Tudo começou quando as meninas da Bem Arte Moda, confecção de roupa, precisavam de um empréstimo para começar um negócio. Um dos integrantes da igreja local emprestou os primeiros R$300,00, permitindo que elas produzissem e vendessem algumas peças, gerando uma boa receita. Assim, pagaram o empréstimo feito na igreja e ainda emprestaram uma quantia para os meninos da marcenaria, que também precisavam de crédito. Empréstimo vai, empréstimo vem, surgiu o Banco do Bem. Com o apoio da própria comunidade, o banco já beneficia uma região que abrange 30 mil habitantes.
E assim, com uma ideia na cabeça, tanto o Banco do Bem quanto a Ouro Verde conseguiram colocar em prática uma forma sustentável de empreendedorismo.
21/03/2011 - 10h14
Conheça histórias que podem mudar o consumismo

Felipe visita o Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado (IPEC) em Pirenópolis, Goiás
Consumir ou não consumir. Eis a questão. Em tempos de sustentabilidade, o papel do consumidor ganha uma grande importância. Mas como comprar sem agredir o meio ambiente? Consumidor Consciente é o tema do próximo episódio da série Sustentáculos, que vai ar na segunda (21), às 20h30.
O programa mostra duas histórias brasileiras que vão mudar o jeito de ver o mundo do consumo. A primeira é sobre o Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado (IPEC) em Pirenópolis, Goiás. O apresentador Felipe Aragonez esteve lá e conversou com os moradores da comunidade que vivem segundo o conceito de “ciclo fechado”. Ou seja, tudo que eles produzem precisa voltar à natureza. Para isso, fazem uso de aparatos como o banheiro seco, que transforma os dejetos em adubo orgânico.
Já na cidade de São Paulo, entre lojas, shoppings e os mais diversos tipos de comércio, Marina Thomé encontrou César, um rapaz super engajado com as práticas sustentáveis. Ele acredita que, para consumir, não é preciso gastar dinheiro. Além de fazer o “bê-a-bá” do consumo consciente, como economizar e reaproveitar a água, ele vai em feiras livres trocar produtos que não usa mais por algo que precisa. Dessa maneira, além de economizar, ele reduz drasticamente o impacto de suas ações sobre o meio ambiente.
Horário: 20h30
14/03/2011 - 10h14
Segmento de atividade turística incentiva a conservação de patrimônios natural e cultural
Nesta segunda-feira (14), o programa Sustentáculos vai falar sobre um segmento de atividade turística que incentiva a conservação de patrimônios natural e cultural, além de buscar a formação de uma consciência ambientalista: o Ecoturismo.
Geralmente, no turismo convencional, as pessoas apenas contemplam sem participar ativamente do processo de descobertas dos costumes e das histórias locais. No ecoturismo, a convivência é mais forte e o turismo contribui para a preservação dos ecossistemas e para o desenvolvimento sustentável das populações locais, melhorando a sua qualidade de vida.
Nesse episódio, o apresentador Felipe Aragonez viajou até Alta Floresta, em Mato Grosso, para conhecer a história do Cristalino Jungle Lodge, localizado no meio de uma enorme Reserva Particular do Patrimônio Nacional (RPPN), no sul da Amazônia Brasileira. O Cristalino Jungle Lodge foi criado por Vitória Da Riva Carvalho, da Fundação Ecológica Cristalino (FEC), uma ONG ambientalista, que tem por objetivo mostrar à sociedade que a floresta em pé tem valor muito maior do que devastada.
Por ser uma das regiões mais lindas do planeta, com diferentes tipos de vegetação, o Cristalino é formado por um mosaico de biomas, onde recebe gente do mundo todo e coloca o Brasil numa posição privilegiada. O turismo praticado no local é o turismo politicamento correto, que traz renda para a cidade sem destruir o meio ambiente, e abre oportunidade de emprego para as pessoas locais.
No nordeste brasileiro, Caio Braz visitou Fortim, no Ceará, para descobrir um tipo de ecoturismo dentro de um assentamento. Ajudado pela Rede Tucum, especializada em turismo comunitário, o Assentamento Coqueirinho desapropriou uma fazenda de cavalos que destruía a região e montou um roteiro de turismo rural responsável. O assentamento construiu uma pousada que serve pratos típicos da culinária local, abastecido com suas próprias hortas orgânicas. E elaborou uma trilha ecológica, que se transformou em diferencial para os visitantes.
Com 58 famílias morando no assentamento, o ecoturismo foi uma solução encontrada para evitar que o local fosse comprado por uma grande rede de hotéis
© 2012 - Sede: SCS Q. 8 bloco B 50/60- 1º Subsolo Edifício Super Center Venâncio 2000 - Brasília - DF - CEP: 70 333-900 - Caixa Postal 8640