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Filosofia: Ensino e Educação

"Filosofar é se surpreender com o mundo". Participe desse debate com comentários e relatos de experiências!

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A série tem como proposta pensar como a filosofia enquanto prática de pensamento pode ser exercida com pretensões educacionais ou como reflexão teórica sobre questões educacionais. Ensinar filosofia com vistas a uma educação filosófica implica fazer do aprender próprio e alheio uma experiência de abertura e de encontro no pensamento. Fazer do ensinar e aprender filosofia uma oportunidade para virmos a ser aqueles que aprendemos a ser. Quem sabe, então, numa educação filosófica encontremos essa força para aprender e o aprender dessa força que dê outra intensidade a nossas vidas.
Adriana Rodrigues da Costa Vieira - FORMOSA/GO | 20/10/2011 20:43:26
Ensinar Filosofia é uma arte. É preciso conscientizar os alunos que eles são responsáveis pelo que falam. Despertar o senso crítico, para opinar sobre diversos assuntos é uma tarefa árdua, mas que vale a pena.
Lécia - FORMOSA/GO | 17/10/2011 10:00:04
Olá! As linhas a seguir trazem apenas um pouco do que compreendo a respeito de filosofia e educação. Estudar Filosofia da educação contribuiu para uma qualificação técnico-cientifica, e leva nós professores a uma formação filosófica consciente, tornando-se uma exigência do próprio amadurecimento humano do educador. Trata da reflexão radical e total dos problemas do cotidiano e consequentemente da educação. Sua principal preocupação é a respeito do homem que se quer formar, seus valores, conhecimento e formas de se chegar ao aprendizado. O educador que adquire essa visão filosófica do mundo ao seu redor desenvolve uma ação pedagógica livre do tecnicismo, pois é capaz de avaliar se os currículos as técnicas e ao métodos são adequados ao fim proposto. Creio que seja o fundamento da teoria de práxis, compreender essa essência da Filosofia, de aguçar o raciocínio humano.
Suzamar Ribeiro - MATRINCHÃ/GO | 14/10/2011 21:10:11
“Todos são filósofos, á medida que querem ser humanos. Ninguém é filósofo, á medida que é somente humano.”( G.F.M). Todos nós temos um pouco de filósofo, pois somos seres sensíveis e racionais. Quem nunca ouviu falar em filosofia de vida, quando o nosso chamado “ bom senso” nos convida a refletir sobre as atitudes e pensamentos. Isso é filosofar! Estudar filosofia em nossa formação acadêmica é uma atividade que nos permite sempre a pensar e refletir sobre o que é educação? O que é aprendizagem? Porque estudar? Como ensinar? Que método me trará sucesso em minha pratica pedagógica? Precisamos de uma formação científica, mas também de uma fundamentação filosófica que nos permita avaliar nossa atividade de educador bem como valores humanos e éticos, enquanto cidadãos. Assim posso dizer o que entendi sobre Filosofia: é algo que nos faz pensar, refletir, indagar, questionar, buscar dentro e fora de nós as respostas para os problemas do mundo, estudá-la nos torna mais humanos.
Iandra Ferreira - MATRINCHÃ/GO | 14/10/2011 20:57:03
A disciplina de Filosofia pode e deve contribuir na formação do pensamento dos nossos jovens, e nessa série mostra muito bem como o professor de Filosofia pode fazer isso.
ROSANGELA - ALMAS/TO | 13/10/2011 09:33:09
É super importante o trabalho de Filosofia na educação, tendo como objetivo primordial levar o educando a pensar, descobrir, enfim, filosofar sobre fatos educacionais e temas contemporâneos.
SÔNIA SANTOS - FORMOSA/GO | 12/10/2011 22:07:00
Olá, boa noite! A filosofia na educação é um pensamento que dedica a reflexão sobre o processo educativos, a análise dos sistemas educativos e o metododidaticos, entre diversas outras temáticas relacionados com a pedagogia. O seu papel principal é a compreensão das relações entre o fenomeno educativo e o funcionamento da sociedade. São várias as teorias educacionais tradicionais e progressistas.
Mauricio Divino Pinheiro - GOIÁS/GO | 10/10/2011 16:29:50
trabalhar Filosofia e de fundamental importância,mesmo não sendo obrigatória nas séries iniciais esse trabalho se faz necessário pois precisamos despertar nos nossos alunos um senso crítico, mostrar que são capazes de pensar refletir; opnar sobre um determinado assunto sempre respeitando a opinião dos outros.
Valquires Antonia da Serra - MATRINCHÃ/GO | 4/10/2011 16:25:40
Sendo uma disciplina de extrema importância para que haja uma abertura visio-psico-social, lamento que o profissional da área de Pedagogia, como uma ciência da basa educacional não tenha a oportunidade de se especializar na área para a atuação no ensino fundamental de segundo ciclo e nem no ensino médio. Acredito que a ideia devia ser analisada com consciência pelos nossos organizadores educaionais
Neli Consatti - JARAGUÁ DO SUL/SC | 26/9/2011 19:45:09
O trabalho com filosfia nas escolas não deve ser visto como um conteudo predeterminado mas como algo a construir juntos levando os participantes a desacomodação, a pensar de forma crítica, cuidadosa sobre si mesmos e o mundo.
Helena Gorete Freitas de Queiroz - APARECIDA DE GOIÂNIA/GO | 23/9/2011 13:44:07
Há no nosso modelo escolar, uma resistência à filosofia, pois o utilitarismo do saber, se sobrepõe a busca do saber, pelo próprio amor a este. Neste sentido, o processo de filosofar fica prejudicado, no ter que apresentar resultados. Ademais, a reflexão filosófica exige o silêncio, ao qual nossa sociedade e ambiente escolar estão cada vez mais distante. Além disso, a exigência motivacional para o aluno preconizada pela pedagogia atual, cria mais ainda dificuldade para ensinar a filosofar. Isto porque a motivação para filosofar surge no próprio filosofar, depois de iniciado este.
Marco Antonio F Coelho - RIO DE JANEIRO/RJ | 17/9/2011 02:29:39
A história da filosofia não é para nós um culto de reverências, mas uma fonte de inspirações. Assim filosofar no ambiente escolar ou fora dele é surpreender com o mundo em diferentes visões. Levar a filosofia para dentro da escola significa abrir espaço para experiências coletivas de pensamento filosófico, o que significa que alunos e professores abrem seu pensar, o provam, ensaiam com ele, procuram pensar seriamente e levar o pensar a sério. Não buscamos que se pense de determinada forma ou que se encontrem determinados pensamentos, mas que, de alguma forma, filosófica, aconteça esse “deixar pensar”, não no sentido de abandonar os outros a seus pensamentos, mas no sentido de permiti-lhes que seu pensar filosófico possa emergir, liberando esse pensar daquilo que ele tem de pronto, de fixo, de determinado, de previsível, de repetível, de não pensar. Que aconteçam experiências - singulares, imprevisíveis, intersubjetivas. Precisamos deixar com que nossos alunos filosofem e não só permitam, mas também compartilhem esse filosofar, de forma tal que o outro possa pensar e dizer esse pensar em voz alta sem pretender convencer aos outros e sem medo de querer ser convencido pelos outros. Que seja uma experiência coletiva de pensar com os outros, sem medos e sem ameaças.
Maria Bárbara Teles - HIDROLÂNDIA/GO | 16/9/2011 22:42:40
Quando falamos em filosofia visamos aprender, entender, buscar informações, rever a própria experiência, adquirir conhecimentos, desenvolver habilidades, adaptar-se a mudanças, mudar comportamentos, descobrir o sentido das coisas, dos fatos, dos acontecimentos... Creio que os maiores desafios da grade curricular não seja apenas ensinar conteúdos e sim, promover valores, hábitos, idéias, atitudes, formas de expressão, critérios para resolver problemas, etc. Vejo que através desses hábitos, atitudes e valores, por sua vez, inclui o desenvolvimento de uma percepção clara e equilibrada de si mesmo, a capacidade para tomar decisões racionais e para assumir a responsabilidade pela consequência das próprias decisões.
CONCEIÇÃO APARECIDA DOS REIS FERREIRA - APARECIDA DE GOIÂNIA/GO | 16/9/2011 21:01:50
Um dos desafios educacionais da atualidade é confrontar com o pensamento imediatista dos educandos, logo o estudo da filosofia é um tanto quanto complexo aos objetivos da grande maioria dos alunos, principalmente no que se refere ao pensamento pré estabelecidos e conceituais de que tratam a grade curricular da disciplina de filosofia, que geralmente, não abre espaço para a prática do Filosofar, e sim, promove a leitura e a apropriação dos textos dos filósofos clássicos, que aliás, também tem sua importância, porém não pode ficar no campo da memorização e devolutiva do que está posto, é preciso ir além, estes fundamentos precisam ser elementos motivadores para a promoção do “pensar” dos educandos e ajudá-los a entender melhor os saberes adquiridos e como eles podem relacionar e aplicar esses saberes. Nesta perspectiva, consciência crítica e reflexibilidade serão atitudes elementares dos alunos, que munidos de fundamentos, éticas, valores e etc, saberão posicionar-se diante ao mundo e filosofar nele, com ele e com o outro pensante que o habita, portanto, “surpreendendo-se com o mundo”.
Elenir maria - APARECIDA DE GOIÂNIA/GO | 16/9/2011 11:27:33
Olá, boa noite A filosofia enquanto matéria curricular é de suma importância, é a fonte de toda referência do senso crítico. A filosofia é mais que uma disciplina, trabalha com conceitos, desperta nos alunos a vontade de conhecer, de falar, de questionar, de construir novos valores.
Joarice Aparecida Borges de Souza Moraes - GOIÁS/GO | 15/9/2011 20:22:14
Boa noite, gostei da filosofia interagindo com a sociologia, tendo por exemplo quando se analisa os movimentos sociais , o cotidiano do aluno, etc. ocorre um novo pensar, uma nova ação e consequentemente uma leitura reflexiva e crítica da situação socio-politica e economica do individuo no seu conterxto.
Teresa Cristina de Oliveira e Silva - GOIÁS/GO | 15/9/2011 20:21:18
Filosofar para desnaturalizar as tradições dentro de uma perspectiva libertadora e contra uma dominação cultural que transforma cada vez mais os bilhões de indivíduos do planeta Terra em uma só massa. e afinal a globalização é o caminho?, visto que é a mesma com seus aparelhos tecnológicos que espalham a referida dominação cultural que naturaliza os conceitos dominantes.
Professor Zé - GOIÁS/GO | 15/9/2011 20:13:22
A filosofia está presente em nossas vidas, mesmo que na maioria das vezes não consigamos visualizá-la. Na escola esse trabalho de contribuir para o despertar do pensar, questionar e refletir ainda é lento, mas nem por isso devemos nos abater diante das inúmeras dificuldades que surgem em decorrência de vários fatores. O trabalho com a filosofia, seja nos anos iniciais da Educação Básica, seja nos anos finais é fundamental para que o aluno reconheça-se como sujeito colaborador de sua própria formação.
Virgínia Bonfanti - TRINDADE/GO | 15/9/2011 08:48:49
Para concluir a postagem anterior: QUAIS PENSADORES ENTÃO UTILIZAR? Os principais. No estudo da Antiguidade clássica: Anaximandro, Parmênides e Heráclito; Platão e Aristóteles. Para o estudo da filosofia medieval: Sto. Agostinho, Pedro Abelardo, São Tomás de Aquino, Duns Scotus e E. Gilson (como intérprete desse período da filosofia); para a época moderna: Decartes, Hume e Kant, mas também Hobbes, Locke, Montesquieu e Rousseau, e ainda Hegel; para a época contemporânea: Nietzsche, Heidegger, Foucault, Hannah Arendt e Habermas. O conhecimento das teses fundamentais destes pensadores contribuirão para uma formação sólida do discente. Se querem realmente utilizar-se da tese de Cohen experimentar o novo, sair da segurança da tradição, nada mais audacioso do que pensar nas palavras pesadas de cada um destes pensadores; interpretar suas frases. Ler um texto de Nietzsche em sala isso será munir-se do novo: entender que há duas morais principais a do senhor e do escravo, Propiciar que os alunos entendam a relação do espaço / tempo em Kant isso será grandioso! Procurar entender porque depois de tanto ter se falado do ser ao longo da tradição da filosofia, verificar porque Heidegger fala em o sentido do ser, do esquecimento do ser - isso será criativo! Saudações.
Marcelo - GUAPÓ/GO | 14/9/2011 20:27:59
Sou professora de recurso na rede municipal de Trindade, dessa forma trabalho com alunos que apresentam limitações na aprendizagem, quando iniciou os estudos de filosofia, iniciou tambem um conflito em mim. Como e o que trabalhar com esses alunos ? Mas como toda pergunta tras consigo uma resposta, logo veio a ideia de começar pela etica discutir a relação individuo e natureza, a vida com o outro, o fazer e refazer. E para conseguir chegar a essa reflexões a musica , a literatura e a propria natureza serão recursos concretos e bem aceitos por eles. Acredito estar no caminho certo, mas gostaria de suas opniões e sugestões. Abraços !!! Iolanda
Iolanda Alves Fernandes Ferro - TRINDADE/GO | 14/9/2011 20:25:32
Caros colegas acredito que não seja a opinião da grande maioria; contudo vamos lá. Tudo o que se tem pensado a respeito do ensino de filosofia está patinando, uma vez que se visa uma pessoa crítica, um discente capaz de pensar por si mesmo. Entretanto, na medida em que é quase um consenso entre os professores de filosofia que a filosofia não pode ser ensinada a partir de textos filosóficos, embora a proposta atual seja justamente partir de um problema filosófico e em seguida o profoessor parte para a resposta do pensador de sua preferência, mesmo que haja alguns indicados na proposta da Secretaria de Estado da Educação, temos: qual abordagem utilizar? pois quais meios? por quanto tempo manter-se em um problema? que bibliografia complementar à aula indicar? posso escrever minhas aulas? posso utilizar quais quer meios de comunicação de massa, como jornal, internet, revistas? se o uso e a finalidade da internet pode contribuir para a formação crítica dos alunos? E ainda, qual é a finalidade do espaço da escola, mas também a finalidade do tempo na escola? Esta é facil, o espaço é o meio pelo qual reunimos as pessoas para ministrar de uma única vez a ministração dos conteúdos, e ainda o tempo é tido em vistas da forma pela qual reduz-se drasticamente a repetição por parte do professor. A repetição é fundamental, a imitação é fundamental; e para isso precisamos de uma abordagem que tome o espaço e o tempo da escola de modo diferente do atual. Qaunto a falta de um currículo, isso é característica de tempos de crise em que não tem-se um rumo, um caminho a ser seguido, a ser criado; fala-se muito de criatividade para se retirar tanto do Estado quanto dos professores / da escola os meios pelos quais nos tornemos responsáveis pelo nosso pensamento mas também do pensamento alheio. Se de um lado temos Platão e de outro Aristóteles, suas filosofias são contrárias; disto, qual ou quais pensadores eleger para se tornarem os fundamentos do pensamento crítico do discente.
Marcelo - GUAPÓ/GO | 14/9/2011 20:17:03
Não há como pensar a Filosofia sem pensarmos sobre as inquietações que afligem àqueles que questionam, pensam e repensam o mundo em que vivemos. Como sou professora de Língua Portuguesa, estou em constante contato com os textos dos filósofos clássicos. Nesse sentido, cito o trabalho desenvolvido com os alunos do Ensino Médio sobre os livros de José Saramago, A Caverna e Ensaio sobre a Cegueira. Esse estudo promoveu para mim e para meus alunos questionamentos e reflexões diversas sobre nós mesmos e o meio em que vivemos. Para mim a filosofia provoca constantes conflitos íntimos e, a partir desses caminhamos mais um pouco no intuito de promover um mundo menos cego ao que verdadeiramente interessa, o bem comum a todos.
Virgínia da Silva Camargo Bonfanti - TRINDADE/GO | 14/9/2011 20:13:11
ola boa tarde ainda não sou professora, mais vou ser estou cursando pedagogia, estou no segundo II PERIODO. FILOSOFIA É SIM SURPEENDER O MUNDO POIS TODOS OS DIAS TEMOS FILOSOFIA DEFERENTE.
nivani sousa vasconcelos - CANAÃ DOS CARAJÁS/PA | 14/9/2011 13:04:29
Pensar o novo como o Sr. W. Cohen propõe significa criação pura a partir da experimentação, mas isso não é novo; já fora pensamento por Aristóteles e principalmente pelos hedonistas, que viam no prazer e no desejo sua realização máxima na medida em que experimentavam. Então o que é novo hoje? O que pode vir a ser novo, senão apenas a mudança de sentido? Portanto, partir da historicidade do sentido do objeto que vai favorecer o pensar ainda está por fazer. É necessário compreender que o objeto autêntico da filosofia carece da presença das três perspectivas básicas (que hoje não são sequer faladas). Sabem vocês quais são? Até breve. Saudações.
Prof. Marcelo - GUAPÓ/GO | 13/9/2011 21:00:26
Boa noite. Interessante pensar novas perspectivas de ensino-aprendizagem de Filosofia para crianças, Realmente ficar apegado a diálogos prontos torna o pensamento mais restrito, fechado e pensar formas de fugir desse modelo restrito e fechado de diálogo exige criatividade. Gostei da idéia do café filosofico que pode ser adaptado nas escolas para um suquinho filosófico e assim despertar nos alunos, junto ao prazer, novos conceitos sobre crenças antigas.
Zeca - GOIÁS/GO | 13/9/2011 20:23:18
Boa noite! Gostei, da fala do prof. entrevistado no dia de hoje, disse que: A criança pode muito bem fazer filosofia pois é mais facil para ela. Sendo a filosofia a busca do eu, o mais profundo do interior, a vida, quando criança se está mais perto da essencia da vida. O adulto, se distancia mais dessa essencia pois o mundo externo vem tampando. Filosofia é um novo pensar, redescoberta de si, do outro e do mundo. É um repensar do que pensamos em busca de novos valores.
Teresa Cristina de Oliveira e Silva - GOIÁS/GO | 13/9/2011 20:23:06
Olá, bom dia! É do nosso conhecimento que a filosofia, enquanto ato filosófico que nos instiga a pensar o hoje e o aqui e o agora, também nos faz refletir sobre o nosso projeto de vida, até porque nos somos protagonista do amanha. Pois, o bom dessa disciplina é fazer com que haja uma relação de professor-aluno através de um diálogo divergente, levando em consideração algumas contribuições de vários filósofos que possui essa filosofia de vida, pondo cada indivíduos em um status social.
Francildo - PENAFORTE/CE | 13/9/2011 12:32:15

Chamadas

Entrevistas

Roger Chartier

Roger Chartier

   Série: Evento Alagoas
   Tema: O leitor, o livro e a leitura
   Realizada em: 25/06/2004

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