Publicado em 20 de maio de 2010
Os três maiores jornais do país estão de cara nova. O Estado de São Paulo foi o primeiro a fazer sua reformulação gráfica e editorial. A Folha de São Paulo apresenta o novo visual no próximo final de semana. Já O Globo preferiu adotar uma mudança em etapas. O Observatório da Imprensa desta terça (25), às 22h, vai debater o motivo de tantas mudanças.
Outros jornais espalhados pelo país, como A Tarde, da Bahia; o Diário do Pará, do Pará; e O Dia, do Rio de Janeiro, optaram por um novo visual, muitas vezes com o auxílio de empresas internacionais especializadas. É o caso do Diário do Pará que contratou a empresa argentina García Media para cuidar da mudança gráfica do jornal. A empresa também é responsável pela reformulação da Folha de São Paulo; do O Povo, de Fortaleza; The Wall Street Journal, de Nova York; Liberatión e La Tribune, de Paris; e outros jornais de destaque da América Latina.
Mas por que os jornais resolveram apostar em um novo design? O crescimento da internet tem algum tipo de influência nessa decisão? Qual é o principal objetivo: fornecer informações mais diretas e ágeis para as pessoas que, a cada dia, têm menos tempo para ler um “jornalão”? Ou oferecer mais conteúdo e opinião para se diferenciar do noticiário fast food da grande Rede? Como saber ao certo o que o leitor espera? Como mantê-lo fiel ao jornal?
Para falar sobre essas questões, o apresentador Alberto Dines convidou os jornalistas Sérgio D'Avila, editor executivo da Folha de São Paulo; e Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado. O programa ainda ouviu a opinião do professor de jornalismo Muniz Sodré, diretor da Biblioteca Nacional; Gerson Nogueira, diretor de redação do Diário do Pará, entre outros.
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- Site do Observatório da Imprensa
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