Agência Brasil ganha prêmio de jornalismo ambiental e TV Brasil concorre ao GP Ayrton Senna

Publicado em 29 de abril de 2010

A Agência Brasil ficou em segundo lugar no 1º Prêmio Fiema de Jornalismo Ambiental na categoria webjornalismo, com uma série de reportagens feitas pela repórter Isabela Vieira sobre comunidades caiçaras em Paraty, no litoral sul do estado do Rio de Janeiro. Na terça-feira (27), a repórter esteve em Bento Gonçalves (RS) para receber a premiação, durante a Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente. As reportagens mostram um condomínio de luxo, instalado em área de preservação ambiental, que impõe uma série de restrições às comunidades. A TV Brasil também concorreu ao Prêmio Fiema na categoria telejornalismo com a série Ações Sociais no Morro do Papagaio, do rap-repórter Fábio Fetter. A reportagem ficou entre as quatro finalistas.

Fetter é também  finalista  do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo,  um dos mais importantes do Brasil na área. Ele concorre na categoria 'Televisão' com a série de três episódios Educação para todos?, exibida no Repórter Brasil entre julho e agosto do ano passado.

A Agência Brasil também está entre os finalistas do GP. Concorrem na categoria 'Internet', as repórteres Amanda Cleglinski e Isabela Vieira. Amanda concorre com duas reportagens veiculadas no ano passado: “Homofobia: o preconceito na escola” e “Analfabetismo: a exclusão pelas letras”. Isabela concorre com a série “Falta de escolas na região costeira de Paraty”. O resultado final da premiação será divulgado nos próximos meses.

O número de trabalhos inscritos na 10ª Edição do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo foi um dos recordes do GP, segundo a organização do evento. Ao todo, foram 1.516 matérias inscritas, 673 na categoria Jornal, 264 na categoria Televisão, 242 matérias de revistas, 200 de rádio e 127 de internet. A escolha dos pré-finalistas em cada uma das 5 categorias foi realizada em fevereiro deste ano por uma comissão formada por jornalistas, acadêmicos e profissionais do Instituto Ayrton Senna.

O prêmio foi criado pelo Instituto Ayrton Senna em 1997. O objetivo é estimular repórteres e editores de jornal, rádio, revista, TV e Internet a produzir trabalhos que contribuam com a melhoria da educação no Brasil e com a formação de cidadãos. Este é o primeiro ano que o GP Ayrton Senna de Jornalismo vai premiar trabalhos publicados na Internet.

Para qualificar o processo de seleção das matérias, a 10ª edição conta com a consultoria do jornalista e escritor Zuenir Ventura. Fazem parte da comissão julgadora:  Ana Estela de Souza Pinto, diretora da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, Abraji, e editora de treinamento do jornal Folha de S.Paulo; Ana Luiza Gomes, diretora da Oboré Projetos Especiais; Andrea Funk, diretora da assessoria de imprensa Communica Brasil; Cláudia Pinho, repórter do portal R7, da Record; Débora Burini, professora de rádio e TV da Faculdade Cásper Líbero, Fundação Armando Álvares Penteado e Universidade de Taubaté; Eduardo Marini, repórter especial do portal R7, da Record; Ernesto Kazuo Yoshida,  jornalista freelancer; Flávio Aquistapace, jornalista freelancer; Gisela Rodrigues, assessora de imprensa da organização social Santa Marcelina Cultura; Judi Cavalcante, consultor do Todos pela Educação; Leonardo Sakamoto, coordenador da ONG Repórter Brasil; Luis Fernando Santoro,  professor do Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicações e Artes da USP; Tatiana Vieira, assessora de imprensa do Grupo de Empresas e Fundações, GIFE; Maria Helena Magalhães, Mariângela Almeida, Marta Pagotto, Naira Collaneri e Valéria Propato, do Instituto Ayrton Senna.

Com informações da Agência Brasil