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Domingo |
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| ABZ do Ziraldo |
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O ABZ do Ziraldo deste domingo traz a contadora de histórias Rebeca Queirós, o grupo Fanfarra e o escritor Pedro Bandeira.
Para animar a criançada, Rebeca conta a história do macaco preguiçoso acompanhada pela sanfona de Ranier Souza. Os integrantes do grupo Fanfarra Caio Julio e Heleno Hauer são outra atração do programa. Eles dois comentam sobre o trabalho de marionetes que desenvolvem no grupo e, em seguida, apresentam a história Chuchu Beleza.
Ziraldo entrevista, ainda, Pedro Bandeira. O escritor já produziu mais de 70 obras e vendeu mais de 20 milhões de exemplares. No programa, Pedro conta como começou a escrever e fala sobre seu primeiro livro, O dinossauro que fazia au-au. Ele também fala sobre seu maior sucesso literário: O fantástico mistério de feiurinha, que teve recorde de vendas, e relembra a época em que trabalhava como ator.
O apresentador também comenta sobre o livro de Bandeira: É proibido miar, que deixa o final em aberto. Três crianças da plateia dão sua opinião sobre a obra. E, para finalizar o programa, o Coral Maluquinho canta a música Sebastiana.
Apresentação Ziraldo.
Direção Dermeval Netto.
Produção FBL Criação e Produção.
Tema Musical Zé Zuca.
Horário: Domingo, às 12h
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Conexão Roberto D´Avila |
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Desde os 13 anos, o maranhense Ferreira Gullar gostava de se trancar em seu quarto para escrever poemas. Aos 18, publicou seu 1º livro de poesias. Trabalhou também como locutor de rádio e foi demitido dois anos depois por ter se recusado a ler uma nota que atribuía o assassinato de um operário pela polícia a comunistas.
Em 1950, Ferreira Gullar se mudou para o Rio de Janeiro onde trabalhou como jornalista e participou dos principais movimentos literários da época. No início dos anos 60 fez parte do Centro Popular de Cultura, da UNE. Nessa época a sua poesia assumiu engajamento político e social. Em 64, entrou para o Partido Comunista Brasileiro e fundou, com grandes nomes da nossa cultura, o grupo Opinião, importante foco de resistência cultural nos primeiros anos do regime militar.
Com o AI-5, em 1968, foi obrigado a viver na clandestinidade e se exilou na URSS, Chile e Argentina. Ao retornar para o Brasil em 1977 foi preso e interrogado no Departamento de Polícia Política e Social, o DOPS. Além disso, sua família ficou sob ameaça de violência. Graças à mobilização dos amigos, foi libertado e retornou suas atividades de jornalista e poeta.
Polêmico e dono de uma das mais ricas obras políticas brasileiras editados em vários países, Ferreira Gullar é um atento e importante observador da sociedade brasileira e do comportamento humano.
Durante a entrevista concedida ao jornalista Roberto D'Avila, Ferreira Gullar fala da crônica que escreveu sobre a morte da cantora Mercedes Sosa, de sua desilusão com o comunismo, explica o que é arte e, ainda, conta um pouco sobre as mudanças dos últimos tempos.
Apoio cultural Petrobras.
Domingo, 20h. |
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Arte com Sérgio Britto |
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| 07/03 |
Entrevista com Christiane Jatahy |
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No programa de domingo (7), às 22h30, Sérgio Britto entrevista a diretora, dramaturga e atriz Christiane Jatahy. Fundadora da Cia Vértice de Teatro e conhecida pelos trabalhos no palco, ela lançou no Festival do Rio seu primeiro longa A Falta que nos move.
Christiane fala sobre a sua carreira e sobre a peça Corte Seco, que faz parte da trilogia chamada Uma Cadeira para Solidão, junto com Conjugado e A Falta que nos Move. No teatro, ela dirige e edita a peça, criando interações entre o real e o ficcional. A peça conta com um grande elenco, entre eles Eduardo Moscovis e Marjorie Estiano.
Durante viagem à cidade de Buenos Aires, Sérgio Britto assistiu à peça Agosto, Condado de Osage. Ele aproveita para comentar a obra que tem direção de Adelaide Mangani. A peça trata de questões familiares e está sendo encenada no Teatro Lola Membrives da capital argentina.
Apresentação Sérgio Britto
Direção geral Sérgio Cardia
Produção Regina Vieira
Não recomendado para menores de 14
Horário: Domingo, às 22h30 |
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Programa de Cinema |
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O documentário de longa-metragem tem como pano de fundo o eminente desaparecimento de certos ofícios e profissões no Brasil. Foi rodado em 16mm, super 8 e DV nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Ceará. O filme é um mergulho na inventividade e resistência do brasileiro diante das mudanças tecnológicas e culturais. Recebeu diversos prêmios, inclusive na França e na Grécia.
Documentário. De Cao Guimarães, Lucas Bambozzi e Beto Magalhães. 2001. 92min.
Livre
Horário: Domingos, à 1h15
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| Segunda-FEIRA |
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| Rede Jovem Cidadania |
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O programa Rede Jovem Cidadania desta segunda-feira(8) explora o tema Preto e Branco, através da participação do negro na sociedade brasileira. Jovens de diferentes regiões de Belo Horizonte foram à casa de detenção Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, cidade vizinha a capital mineira, para entrevistar o rapper BeatStreet. Ele dá sua opinião sobre a questão do preto ou negro e o racismo.
O quadro Debate no Meio da Rua, outra parte do programa comandado por Bombi, também discute racismo através de diferentes visões. E no outro quadro, Nomes de Rua, os correspondentes do programa vão à rua Zumbi, no bairro São Gabriel, em Belo Horizonte, e contam um pouco de sua história.
O programa tem ainda a participação de Marilene Silva, do grupo mineiro de capoeira chamado Eu Sou Angoleiro. Marilene relata a história de Pastinha, um ícone da capoeira angolana. Pastinha foi o mais célebre representante da capoeira de Angola e brigou muito para o reconhecimento da capoeira no Brasil. Mestre Pastinha transformou a capoeira em arte e seus conceitos formaram seguidores em todo país.
Equipe Aléxia Melo, Ana Tereza Brandão, Beto Assenção, Giovania Monique, Clebin dos Santos, Marisa Revert, Michel Brasil, Eu Pena Forte
Horário: Segundas, às 17h30. |
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| AnImania |
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| 08/03 |
Hoje tem Circo, silêncio e sombras |
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O Animania investiga os sentimentos humanos em filmes como Silêncio e Sombras, de Murilo Hauser e Na Corda Bamba, de Marcos Buccini.
No quadro Catavento, a animadora Júlia Manta exibe seu filme Guerra dos Bárbaros, que retrata a constante batalha no sertão nordestino.
O clima circense invade o programa durante a exibição do filme O Mímico e a Caixa, do animador Rafael Ambrósio. Neste momento, Seth resolve fazer mímica... mas só a legenda pode ajudar a decifrar o que ele quer dizer.
Produção executiva Márcia Lopes.
Direção artística Quiá Rodrigues.
Direção de cena Rodrigo Soprana
Horário: Segundas, às 19h |
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| Brasilianas.org |
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| 08/03 |
Programa estreia com debate sobre tecnologia militar e indústria bélica |
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Discutir políticas que podem ajudar o desenvolvimento do país e a qualidade de vida do cidadão brasileiro é a proposta do Brasilianas.org, programa de debate, apresentado pelo jornalista Luís Nassif, que estreia no dia 8 de março, às 22 horas. Toda segunda-feira, com a participação do telespectador, uma política pública estará em discussão na emissora.
A ideia do Brasilianas.org é reunir informação e conteúdo sobre programas e políticas públicas diretamente ligadas à realidade brasileira e promover um ambiente híbrido em que televisão e internet se complementem. Caberá ao Portal (www.brasilianasorg.com.br) provocar e trazer os problemas à tona. Já o Brasilianas.org terá como missão principal filtrar os pontos de maior interesse público e convidar representantes dos diversos setores da sociedade brasileira ao debate.
No programa de estreia, com duração de 45 minutos, o tema em discussão será indústria e tecnologia de defesa militar. Setores que, além de associados às questões de soberania e autonomia, são importantes para garantir o aprimoramento em pesquisa e desenvolvimento, como também a presença do Brasil no mercado internacional.
No centro da conversa, a Estratégia Nacional de Defesa, documento aprovado em dezembro de 2008 e que deve reger todas as ações sobre o setor; as transferências tecnológicas entre Brasil e outros países, o papel da indústria, das Forças Armadas e dos centros de pesquisa. O Brasilianas.org mostrará também o aparato tecnológico que permite vigiar a Amazônia do céu e a adaptação dessa tecnologia para o uso civil, como é o caso do GPS e do material teflon. O programa debaterá também as perguntas enviadas por internautas ao site www.brasilianasorg.com.br.
Participam do primeiro Brasilianas.org o Contra-almirante Arthur Campos, diretor do departamento de ciência e tecnologia do Ministério da Defesa; o General Minnicelli, chefe do Centro Tecnológico do Exército; e Cláudio Lucchesi, que é diretor da revista Asas. O programa tem também as presenças de André Martirani, especialista em estratégia militar para a gestão de negócios; Peterson Ferreira da Silva, mestrando em Relações Internacionais pelo programa San Tiago Dantas e pelo Pró-Defesa; Fábio Machado, pesquisador da área de indústria bélica e Mariana Ruivo, autora de estudos sobre segurança e defesa.
Esse debate com especialistas, jornalistas e estrategistas é intercalado com reportagens que oferecem ao telespectador mais informações sobre o processo tecnológico militar que, segundo palavras do próprio Luis Nassif, ainda é pouco conhecido. E para dar dinamismo ao programa, as entrevistas são ilustradas com imagens e também por depoimentos de pessoas que estão fora do estúdio. Elas falam sobre a transferência de conhecimento militar para a iniciativa privada, dentro do objetivo de desenvolver negócios; a formação de profissionais do setor, os investimentos e a relação da indústria com os centros de pesquisa.
Horário: Segundas, às 22h. |
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| De Lá pra Cá |
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O De Lá pra Cá desta segunda relembra um dos maiores sambistas da música popular brasileira: Noel Rosa. Nascido em 1910 no bairro carioca de Vila Isabel, Noel revolucionou a forma de interpretar o samba, unindo a canção do morro e a do asfalto. Seus sucessos estão presentes até hoje em muitos carnavais, como é o caso da música Com que Roupa.
Com uma carreira efêmera, de apenas 7 anos, o poeta da Vila vivia às custas de poucos trocados que recebia em suas composições. Boêmio, gastava grande parte do dinheiro com mulheres e bebidas. Em 1937, morre jovem, com 26 anos, vítima de tuberculose.
Para relembrar a vida e obra deste grande artista nacional participam do programa o músico João Bosco, os jornalistas João Máximo e Sergio Cabral, o diretor de cinema Ricardo Van Steen, a diretora teatral e autora Cybele Gianini; e o cantor e compositor Martinho da Vila.
Apresentação Ancelmo Gois e Vera Barroso.
Produção executiva Tathiana Targine.
Roteiro Marcio Parente.
Direção Carolina Sá.
Direção geral José Araripe Jr.
Horário: Segundas, às 23h.
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| Cozinha Brasil |
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| 09/03 |
Programa percorre o interior de Pernambuco |
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O Cozinha Brasil continua na estrada, percorrendo os quatro cantos do país, sempre trazendo receitas gostosas e saudáveis para mostrar um pouco dos lugares por onde passa. Nesta terça-feira (09), o programa vai até à cidade de Igarassu, em Pernambuco.
O centro histórico da cidade e a Igreja fundada em 1535, considerada por muitos historiadores como a mais antiga do Brasil, são alguns dos lugares visitados pela equipe do Cozinha Brasil. O programa também mostra o convento restaurado recentemente e que tem uma importante coleção de painéis dos séculos XVII e XVIII. Isso tudo fora as belezas naturais da cidade , além da pesca, uma das fontes de sustento da população da cidade.
O primeiro engenho de cana do nordeste foi construído nos arredores de Igarassu e Olinda há muito tempo: 30 anos depois que Cabral descobriu o Brasil. Desde então, a cana de açúcar também faz parte da cultura dessa região.
O Cozinha Brasil ensina receitas típicas do nordeste, tais como a torta de peixe, pão doce com melado de cana, leite condensado rápido, bolo com cobertura de rapadura e bolo mulatinho.
Horário: Terças, às 12h30.
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| Expedições |
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O programa Expedições mergulha na Teoria da Evolução de Charles Darwin, suas verdades e seus mitos, e relata o longo e difícil caminho que o naturalista britânico percorreu até ser capaz de conceber, formular e comprovar suas ideias.
Nascido em 1809 – há exatamente 200 anos – Darwin percorreu o mundo a bordo de um navio em busca de elementos que explicassem a grande biodiversidade encontrada no planeta. Seus estudos, realizados durante os cinco anos de expedição, renderam, em 1838, a formulação da Teoria da Evolução das Espécies.
Inicialmente, o trabalho sofreu fortes críticas da comunidade científica, que atribuía a Deus a responsabilidade pela criação dos animais e do Homem. Contudo, com o passar dos anos, as hipóteses levantadas pelo pesquisador mostraram-se fortes e coerentes, sendo, por fim, aceitas quase que universalmente.
A Teoria da Evolução representou um avanço inestimável para a ciência. É, hoje, a base sobre a qual se assentam os estudos de biologia. Além disso, é apontada como uma das três feridas narcísicas do Homem, ao lado da descoberta do subconsciente (Freud), e do heliocentrismo (Copérnico).
Atualmente, é fácil perceber como invenções, a exemplo da luz elétrica, do telefone e da locomotiva foram capazes de mudar a forma do homem de viver na terra. O que nem sempre é claro é como as teorias científicas, as perguntas e as respostas formuladas por Charles Darwin são capazes de mudar a forma como o homem se entende e entende a vida.
O Expedições mostra como Darwin chegou a questionar os dogmas religiosos e como as suas hipóteses modificaram a visão de mundo. A seleção natural das espécies é, hoje, uma das teorias científicas mais influentes e decisivas, não apenas para a biologia, a genética e a ecologia, mas para a compreensão da natureza e da relação do homem com ela.
Apresentação Paula Saldanha.
Produção RW Cine.
Apoio cultural Petrobras.
Horário: Terças, às 20h. |
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| A TV Que se Faz no Mundo |
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A TV dos Xangaienses propõe ao público uma programação diversificada entre seus doze canais. O tema de maior relevância para as emissoras é o sucesso financeiro, já que essa é a grande preocupação da classe média emergente.
Na procura por um programa diferente, o telespectador pode encontrar a novela Out to win, que conta a história de uma jovem que se levanta pela manhã com a ideia de conquistar a bolsa. Toda essa obsessão não para por aí. No Fortune Time, programa do canal econômico local CBN, homens de negócio falam sobre a receita de seu sucesso.
Uma das emissões mais populares é a de Larry Lang, apresentador taiwanês, que decodifica as estruturas do capitalismo e faz escândalos para denunciar a corrupção de algumas empresas do Estado.
Em Xangai pode-se abordar o tema da corrupção durante a programação, mas se o assunto for política somente o Partido Comunista tem o direito de falar nos telejornais. A televisão de Xangai é, por um lado, uma TV dinâmica. De outro lado, é inteiramente pública e extremamente controlada.
Horário: Quarta, às 20h30. |
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| DOC especial |
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A TV Brasil apresenta no dia 10 de março, às 22 horas, o documentário Nasci para Bailar sobre o músico João Donato e seu encontro com a música caribenha. Da cineasta Tetê Moraes, o filme registra uma viagem à Cuba de João Donato e seu trio formado por Robertinho Silva (bateria), Luiz Alves (contrabaixo) e Ricardo Pontes (sax e flauta). Na ilha do Caribe, o grupo participou do Festival Internacional Jazz Plaza e se encontrou com renomados músicos cubanos como German Velaso (sax) do grupo de Pablo Milanes, Cesar Lopez (sax), Jorge Reyes (contrabaixo), Thommy García (flugelhorn). Maikel Gonzalez (trompete), Edgar Ochoa, Aniel Tamayo, José Angel Blanco e Amado Valdez (oriundo do grupo Buena Vista), respondendo pela famosa percussão cubana com pailas, timbal, congas e até pandeiro.
O filme é um passeio musical pelas ruas, praias, casas, palcos e teatros de Havana e termina, meses depois, em uma apoteótica feijoada na casa do artista, na Urca, Rio de Janeiro, onde ele recebe músicos cubanos para celebrar seu aniversário. Trata-se de um raro momento de diálogo fluente e criativo entre músicos brasileiros e cubanos, através da universalidade da música latino-americana e do jazz.
Nasci para Bailar marca também as celebrações, em 2009, dos 60 anos de carreira de João Donato. Com 54 minutos de duração, o documentário marca também a riqueza e a versatilidade do compositor, maestro e pianista. Ele influenciou e foi influenciado pelos ritmos caribenhos durante os doze anos em que viveu nos Estados Unidos trabalhando com músicos cubanos famosos, a exemplo de Mongo Santamaria e Bebo Valdés, pai do pianista Chucho Valdés, que preside o referido Festival de Jazz.
Com seu inconfundível estilo e balanço, João Donato faz uma alegre e criativa mistura entre a bossa nova, ritmos caribenhos e jazz. Na trilha do documentário estão sucessos como A Rã (com Caetano Veloso), Emoriô e Bananeira (com Gilberto Gil), Amazonas, Café com Pão e Vento no Canavial com Lysias Enio, irmão de Donato e responsável pela direção musical e co-roteirista do filme. E, finalmente, Nasci para Bailar, com Paulo Barata.
Horário: Quarta, às 22h
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| 3 a 1 |
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| 10/03 |
Polêmica e direta, Maria da Conceição Tavares dá entrevista ao 3 a 1
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O programa 3 a 1 da TV Brasil, que vai ao ar na próxima quarta-feira (10), recebe a professora emérita da Faculdade de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Maria da Conceição Tavares, que voltou a criticar a proposta de independência do Banco Central, defendida por alguns setores do governo e pela maioria dos economistas de mercado, bem como o atual modelo de meta de inflação do BC. Mesmo assim, se diz satisfeita com relação à política econômica do governo Lula, apesar de ter discordado da política cambial do primeiro mandato.
Hoje, ela reconhece que, naquele momento, era necessário um planejamento mais ortodoxo, em razão do momento político. Ainda sobre o governo Lula, ela defende fortemente o Bolsa Família, que acredita ser um “colchão de proteção social para quem não tem previdência”. Segundo ela, é o mais importante programa de distribuição de renda. Conceição também analisa os ganhos do país com relação às recentes descobertas de petróleo no litoral brasileiro, defendendo a tese de que isso nos torna independentes e ajuda a criar um fundo social. A economista ressalta que o Brasil tem a melhor matriz energética e de consumo do mundo.
Mestre de muitos dos economistas que atuaram em sucessivos planos econômicos, Conceição é polêmica, provocadora e irreverente. Ao mesmo tempo é bastante respeitada no meio acadêmico e intelectual do país. Ela conversou longamente com as jornalistas Vera Durão, do Valor Econômico e Tereza Cruvinel, da TV Brasil, além do jornalista Luiz Carlos Azedo, apresentador do 3 a 1.
Durante a entrevista, Conceição lembrou o plano cruzado e disse que o seu fracasso “não foi culpa de ninguém, mas da dívida externa da época”, que alcançava valores exorbitantes. Criticou a política cambial do governo Fernando Henrique e afirmou que ele entregou o “país quebrado”, com uma dívida de U$300 bilhões. Quando questionada sobre os lucros dos bancos privados ironizou: “banqueiro ser rapinador, não é novidade nenhuma”. Com relação à economia externa, disse não existir nenhum modelo econômico externo a ser admirado. Nem mesmo o da China, que "cresce muito, mas distribui mal". "Nós sim, estamos tentando gerar um modelo", concluiu.
O programa 3 a 1 vai ao ar nesta quarta-feira, dia 10, às 22h, na TV Brasil.
Abaixo alguns trechos da entrevista que irá ao ar nesta quarta-feira, dia 10, às 23h, na TV Brasil.
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“O Brasil passou brilhantemente pela crise econômica mundial. E não corre risco de recessão”;
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“A política cambial do presidente Fernando Henrique Cardoso deixou o país quebrado com uma dívida de 300 milhões de dólares”;
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“O segundo governo do presidente Lula é muito bom: temos crescido menos, mas distribuindo melhor o bolo, ao contrário do que fazia Delfim Neto”;
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“O que importa é a autonomia política”;
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“Lula é um chefe de Estado reconhecido internacionalmente”;
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“Tomara que o Serra mantenha a política externa atual, o que é um pouco difícil, porque quem manda na política externa dos tucanos são aqueles meninos (insuportáveis) do Itamaraty”.
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“O Bolsa Família é o colchão social dos muito pobres, dos que não têm previdência”;
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“Não existe a menor hipótese de os Estados Unidos deixarem de ser potência econômica tão cedo”.
Apresentação Luiz Carlos Azedo.
Horário: Quartas, às 23h.
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| Papo de Mãe |
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| 11/03 |
A luta da família contra o câncer infantil |
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O programa Papo de Mãe debate um tema delicado: o câncer infantil. A doença atinge entre 12 mil e 13 mil crianças a cada ano, além de ser uma das causas de mortes não acidentais mais comuns entre crianças e adolescentes. Mas a cura é possível para 70% dos pacientes. Histórias de crianças que superaram a doença, como Júlia, filha da jornalista Soninha Francine, que teve leucemia. O programa destaca a importância do diagnóstico precoce e opções de tratamento. Entre os convidados está o fundador dos Doutores da Alegria, Wellington Nogueira.
Apresentação, criação e roteiro Mariana Kotscho e Roberta Manreza
Direção Vando Mantovani
Reportagens Rosângela Santos, Davi de Almeida e Pedrinho Tonelada
Produção Rentalcam
Realização TV Brasil
Horário: Quintas, às 18h30.
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| Cultura Ponto a Ponto |
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| 11/03 |
Nas ondas de uma rádio experimental no Piauí |
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Em Terezina, capital do Piauí, o programa visita nesta quinta-feira (11), o ponto Nos trilhos do teatro. Fundado por uma companhia teatral com 23 anos de carreira, está localizado em uma estação de trem que une três comunidades: Matinha, Ilhotas e Arco Verde. São essas comunidades que se beneficiam com as atividades do Ponto que existe há 2 anos.
Além de peças de teatro com preços acessíveis e sessões de cinema, exposições e festivais, o ponto Nos Trilhos do Teatro já realizou três oficinas profissionalizantes. A primeira foi de audiovisual; a segunda, de manuseio de mesa de som; e a terceira, uma oficina de rádio e comunicação. O ponto possui uma estação de rádio experimental chamada Rádio Estação.
Direção e roteiro João Vargas
Direção de Produção Flávia Maggioli
Parceria TV Brasil e Secretaria de Programas e Projetos Culturais do MinC.
Horário: Quintas, às 20h. |
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| DOC TV IV |
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O DOCTV IV exibe o documentário que acompanhou a trajetória de Maria Aparecida e Sueli, mulheres presas por pequenos furtos.
O documentário traz o dilema vivido por uma advogada que propôs voluntariamente defender as acusadas Maria Aparecida e Sueli.
Bagatela expõe as fragilidades do sistema judiciário brasileiro e a relação tensa entre quem quer ajudar e quem precisa de ajuda.
Autora e Diretora: Clara Ramos. Co-produção: Clara Ramos | Pólo de Imagem | Fundação Padre Anchieta – TV Cultura.Duração: 52 minutos
Horário: Quintas, às 23h.
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| Diverso |
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| 12/03 |
Quadrinhos, diversão para adultos e crianças |
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O programa Diverso investiga a história dos quadrinhos no Brasil e mostra seus principais personagens e quadrinistas. Considerada como 9ª arte, a atração fala de desenhos famosos, como a Mônica, de Maurício de Souza; o Pererê, de Ziraldo; e mais as irreverentes Radical Chic, de Miguel Paiva e Rebordosa, de Angeli.
O Diverso traz também um bate-papo com quadrinistas, que falam sobre suas próprias histórias, de suas inspirações e referências. Outro ponto explorado pelo programa é futuro do quadrinho brasileiro, na nova era da internet e das novas tecnologias.
Produção e reportagem Carina Santos e Leandro Lopes.
Imagens Delmarinho Queiroz
Edição de imagens Marco Túlio Ulhôa
Horário: Sextas, às 17h30 |
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| Nova África |
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Numa viagem pelo interior do Zimbábue, a equipe do Nova África produziu reportagens especiais sobre um tema que gera conflitos no país: a posse da terra. O programa acompanha o dia a dia de fazendeiros brancos retirados de suas fazendas e que brigam na Justiça para retomá-las. Nova África mostra também a realidade da reforma agrária levada a cabo por Robert Mugabe, presidente do Zimbábue desde 1980.
Apresentação Aline Midlej
Direção Henry Daniel Ajl e Luiz Carlos Azenha
Direção de Fotografia Markus Bruno
Horário: Sextas, às 22h. |
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| Programa de Cinema |
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Em 1905, atravessando uma crise profissional e pessoal, Sarah Bernhardt aceita a ideia de Amélia, uma brasileira que se tornou sua fiel camareira, e decide fazer uma apresentação no Rio de Janeiro. No dia do desembarque no Brasil, Amélia morre e a famosa atriz, aplaudida nos palcos da Europa e Estados Unidos, passa a ser acompanhada pelas exóticas irmãs de sua auxiliar. Ficção livremente inspirada em uma das quatros visitas da atriz ao Brasil.
Drama, de Ana Carolina Soares. 2000. Cor. 140 min. Com Beatrice Agenin, Marília Pera, Myriam Muniz, Camila Amado, Alice Borges, Betty Goffman, Duda Mamberti, Pedro Paulo Rangel, Cristina Pereira e Marcela Cartaxo.
Livre
Horário: Sexta, às 22h30. |
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| A Grande Música |
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| 13/03 |
18º Bienal de Música Contemporânea |
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A Grande Música deste sábado apresenta os principais concertos da 18º Bienal de Música Contemporânea.
O programa exibe um segmento dedicado à Música de Câmara, como as obras dos compositores Liduíno Pitombeira, Maurício Dottori e Ronaldo Miaranda. As músicas compostas por estes grandes mestres revelam uma nova caminhada rumo ao futuro da Música de Câmara brasileira.
Dentre os intérpretes, está o Quarteto Radamés Gnattali, que existe desde de 1994, e lançou seu primeiro álbum em meados de 2008 pelo Selo Rádio Mec. O Quarteto é formado por Carla Rincón (primeiro violino), Vinicius Amaral (segundo violino), Fernando Thebaldi (viola) e Paulo Santoro (violoncelo).
As obras interpretadas durante o concerto são: Amadeus, de Liduino Pitombeira, Elegias, de Maurício Dottori e Texturas, de Roanaldo Miranda.
Direção Gustavo Lopes.
Direção geral, apresentação e comentários maestro José Schiller
Horário: Sábados, às 15h. |
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| Tô Sabendo |
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| 13/03 |
Um debate sobre a Amazônia |
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Para falar sobre a Amazônia, o programa Tô Sabendo de sabádo (13) convidou o sociólogo e jornalista Lúcio Flávio Pinto e o professor de geografia Clay Chagas. Entre os tópicos abordados, estão território e composição, biodiversidade, sequestro de carbono e radiografia do desmatamento. Apresentado pelo também professor Jorge Portugal, esta edição conta com a presença de alunos da Escola Estadual de Ensino Fundamental Benjamin Constant e da Escola Estudual de Ensino Médio Dr. Ulisses Guimarães, ambas de Belém, onde foi gravado. A atração musical é Lucinha Bastos, que canta Da minha terra, de Nilson Chaves e Jamil Damous, e Uirapuru, de Waldemar Henrique, entre outras.
Jornalista desde 1966, Lúcio Flávio Pinto já recebeu quatro prêmios Esso e dois Fenaj, da Federação Nacional dos Jornalistas. Largou a grande imprensa em 1988 para fundar o Jornal Pessoal, publicação quinzenal que, desde então, escreve sozinho. Publicou 12 livros, todos sobre a Amazônia. É formado em sociologia pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo, e deu aulas como professor visitante no Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade da Flórida, no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos e no Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Pará.
A cantora e violinista Lucinha Bastos é conhecida como “a flor do Grão-Pará”. Filha do fundador da Banda Sayonara, Luciano Bastos, estreou nos palcos em 1977, no Projeto Pixinguinha. Entre suas influências estão Elis Regina, Alcione, Elza Soares e João Bosco.
Produtora Abais Produções
Direção Walter Silveira
Edição Murilo Pinho
Horário: Sábados, às 17h30. |
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| Paratodos |
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O Paratodos visita um lugar paradisíaco no litoral sul paulista: a Ilha do Cardoso, onde o som dos caiçaras, o Fandango, está sendo redescoberto por jovens que escolhem o local como destino turístico. Na região norte do Piauí, o programa entrevista um casal de escultores que se dedica à mesma arte, mas com temáticas bastante diferentes: ele faz santos e ela, arte erótica.
O programa mostra ainda como a obra do dramaturgo Plínio Marcos está presente nos palcos brasileiros. No quadro O que eu faço agora?, a história de José Henrique. Ele teve um grupo de samba que se desfez mas ainda quer ouvir suas composições na voz de grandes sambistas. No quadro Gostinho Bom, uma iguaria baiana com toque sofisticado: sarapatel de cara nova.
Apresentação Letícia Ottomani e Big Richard
Editora-Chefe Márcia Dutra
Horário: Sábados, às 19h30 |
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| segue o som |
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No sábado (13), com a benção do samba, o Segue o Som abre os trabalhos com Moyseis Marques, que estará no clipe Nomes da Favela. O carioca de Vila da Penha já transitou pelo forró, mas descobriu que o seu negócio é mesmo o samba.
Na sequência, um dos cavaleiros do império britânico, Sir James Paul MacCartney, cantando no clipe Heart of the Country.
Novo talento da cena musical brasileria, o pianista Vitor Araújo surpreende. Pernambucano, com 18 anos, toca piano desde os 9. E o Segue o Som vai mostrar o que ele fez com Radiohead, na música Paranoid Android, primeiro single do álbum OK Computer, de 1997.
Marcello Silva e DJ Nino, da Banda Duguettu, fazem uma visitinha aos estúdios e contam para os apresentadores Maurício e Mariano como é ser veículo da cultura hip hop brasileira. Para exemplificar, o clipe É Questão de Quê? vem mostrando toda a atitude e ousadia da proposta. Em 2008, DJ Nino representou o Brasil no World DJ Championships.
Marcello e Nino fazem um pedido: querem assistir ao clipe de Marcelo D2 cantando a música Qual é?.
Neste sábado, a dica de Mariano é o livro Caymmi: Uma Utopia de Lugar, do poeta e antropólogo Antonio Riserio. O livro analisa semioticamente suas canções e mostra como é o processo de criação da música brasileira, de um modo geral.
Tem também a dupla cubana Madera Limpia. O som deles ficou conhecido por ser a trilha sonora do premiado documentário Paraíso, que mostra a vida dos moradores do local e faz a ponte perfeita entre a música cubana tradicional e o rap. O primeiro disco da dupla de rappers Yasel Gonzalez Rivera e Gerald Thomas Collymore, La Corona, é uma homenagem ao povo de Guantánamo. Para eles, são reis que carregam coroas de dignidade e orgulho, em meio a pobreza e adversidade. E ainda dando a volta ao mundo em doze vídeo clipes, o programa segue para a Colômbia, ao som de El Estuche, da Banda Aterciopelados, indicada pela revista Time como uma das melhores do mundo.
Apresentação Maurício Pacheco e Mariano Marovatto.
Direção Kitty Kiffer
Produção Cláudia Cohen, Fabiana Amorim e Alexandre Brites
Horários: Segundas, às 18h; sextas, às 19h; e sábados, às 20h. |
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| Revista do Cinema Brasileiro |
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No programa Revista do Cinema Brasileiro desta semana o documentário Filhos de João - Admirável Mundo Novo Baiano, de Henrique Dantas, conta a história dos novos baianos. Depois, cinema, música, artes plásticas e literatura se encontram no livro Trasncinemas, da artista Kátia Maciel e do fotógrafo Antonio Fatorelli. Kátia define o termo como uma forma híbrida entre o empírico das artes visuais e do cinema, criando uma interface com o espectador e explorando seus sentidos. “O espectador do filme produz a própria montagem, define velocidades, cores, diálogos em um fluxo combinatório, experimentando sensorialmente as imagens espacializadas, de múltiplos pontos de vista”, diz Kátia. E ainda será apresentado o Festival Multiplicidade e entrevista com o ator José Marinho.
Apresentação Júlia Lemmertz.
Produção Maltberg Cinema e Vídeo.
Apoio Cultural Petrobras
Horário: Sábados, às 21h30 |
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| Programa de Cinema |
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| 13/03 |
Sobreviventes, os filhos da Guerra de Canudos |
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Mais de cem anos após seu fim, o diretor Paulo Fontenelle resgata a história da Guerra de Canudos (1896-1897), através dos relatos de descendentes das pessoas que participaram do conflito. Foram mais de 20 horas de depoimentos gravadas em apenas dez dias. Entre os entrevistados está o centenário Antônio de Isabel, único homem vivo entre os que conheceram Antônio Conselheiro.
O filme participou do festival É Tudo Verdade 2005 como hors concours.
Documentário. De Paulo Fontenelle. 2004. Cor. 78 min. Produção de Cleyde Afonso e co-produção Canal Imaginário. Música de Marcos Souza e Paulo Freire.
Horário: Sábados, às 22h |
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Legenda oculta (closed caption)
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