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TV Brasil exibe programação diferenciada de Carnaval
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O Carnaval brasileiro tem história e muitas histórias. A partir do dia 8 de fevereiro a TV Brasil vai buscar algumas delas. A série Nos Braços da Batucada abre a festa mostrando o crescimento do carnaval de rua no Rio de Janeiro e em São Paulo, que hoje se transformou num grande espetáculo. A cultura e tradições carnavalescas estarão presentes nos interprogramas, os míni-documentários que viajam por Pernambuco, Bahia, Maranhão, São Paulo e Rio de Janeiro. Mostrarão riquezas como o jongo, base do samba carioca, ou o trio elétrico que comemora 60 anos nas ruas de Salvador.
Nos intervalos da programação, depoimentos revelarão os carnavais inesquecíveis de personalidades brasileiras e peças especiais fornecerão dicas sobre segurança, saúde e transporte para garantir uma boa participação na festa.
A nova geração do samba também vai comparecer em Melhor Assim. São quatro programas inéditos comandados pela cantora Teresa Cristina, a partir do sábado ( 13). Ao lado dela, convidados especiais como Caetano Veloso, Marisa Monte, Lenine, Seu Jorge e Arlindo Cruz. Dois DOC TV Especiais mostrarão o samba baiano, com Batatinha, e o frevo pernambucano.
O bloco do jornalismo reforça a programação com “Carnavais do Brasil” em São Paulo, Maranhão, Pernambuco, Salvador e Rio de Janeiro. Uma equipe de 100 profissionais ficará a postos para, além dos telejornais, fazer flashes sobre a folia e as histórias que estarão por trás do carnaval.
No domingo, um curta sobre o frevo pernambucano
O especial 100 Anos de Frevo do Sertão ao Cais será exibido pela TV Brasil, no próximo domingo (14), às 19h, e conta a história do frevo pernambucano, uma das maiores manifestações culturais brasileiras.
Nascido em 1907, o frevo de Pernambuco se confunde com o carnaval: as duas manifestações não se separam. O frevo atravessa o Rio São Francisco, passa por Salgueiro, Pesqueira, Bezerras, atravessa a zona rural e, finalmente, chega à Recife e Olinda numa grande explosão de cores e sons.
Com cenas de dança, do Maracatu e dos bonecos de Olinda, o frevo explode nas ruas da cidade e mistura raças, credos, cores, sons e imagens, além de entrevistas com cineastas, intelectuais e foliões.
Na passarela do jornalismo, uma cobertura diferente da folia
Com uma programação diferenciada, a TV Brasil põe seu bloco na rua e mostra o carnaval do Brasil e suas manifestações culturais. Mais de 100 pessoas, entre equipe técnica e profissionais de jornalismo, vão estar envolvidas na cobertura deste ano do "Carnavais do Brasil".
“Queremos uma programação diferenciada das demais TVs brasileiras, não queremos mostrar o que todos mostram. Nossa programação vai além. Vamos buscar fatos e histórias que estão por trás do carnaval”, afirma a diretora de jornalismo da TV Brasil, Helena Chagas.
A ideia, segundo Helena, é contar um pouco da cultura que se esconde atrás do carnaval, como os blocos de Salvador, na Bahia, que desenvolvem trabalhos sociais com as comunidades carentes, ao longo de todo o ano.
Além das praças do Rio de Janeiro, São Paulo e Maranhão, a TV Brasil vai deslocar equipes para Olinda, Recife e Salvador. Elas estarão de sábado, dia 13, até a quarta-feira de cinzas, dia 17, mostrando tudo do carnaval dessas cidades.
O Repórter Brasil, de manhã e a noite, fará cobertura especial. As equipes vão estar a postos nos quatro dias de folia e na quarta-feira de cinzas, com os repórteres falando diretamente das ruas e avenidas do Rio de Janeiro, Salvador, Olinda e Recife, além de Brasília e São Paulo. Durante os dias de folia, haverá flash com informações ao longo de toda a programação da TV Brasil.
No Rio de Janeiro, a TV Brasil sairá com os blocos de rua, além da cobertura no sambódromo mostrando personagens interessantes do universo carnavalesco. Sem esquecer das escolas de samba mirins.
No Carnaval da TV Brasil tem interprogramas
Como parte da programação especial da TV Brasil para o carnaval de 2010, a emissora exibirá, a partir do dia 8 de fevereiro, uma série de 15 interprogramas. Os cinco primeiros são mini-documentários, com 3 minutos de duração cada. Distribuídos ao longo da programação farão uma verdadeira viagem a cinco estados para mostrar um pouco da cultura e da tradição carnavalesca dessas regiões brasileiras. A TV Brasil apresenta também um pouco do carnaval de Pernambuco, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Maranhão.
O telespectador vai conhecer mais sobre o jongo, dança africana que teve forte influência na formação do samba carioca. E também sobre o trio elétrico em Salvador, que está completando 60 anos.
Além desses, outros dez interprogramas, também de 30 segundos cada, vão mostrar personalidades brasileiras com depoimentos sobre seus carnavais inesquecíveis.
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Domingo |
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| ABZ do Ziraldo |
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O ABZ do Ziraldo desta semana terá a participação da cantora, tecladista e contadora de história Sílvia Castro, do grupo Studio Ana Paula Teixeira e do escritor Rui de Oliveira.
Silvia Castro conta a história do Bumba- meu-boi e apresenta vários objetos folclóricos como o pau de chuva e o cocar. A artista também é bibliotecária e atualmente trabalha com o programa contações de histórias folclóricas, do Projeto Folclore Sempre.
Durante a performance do Studio Ana Paula Teixeira, acrobacias e apresentação de jazz são feitas no palco. Os brinquedos ganham vida, mexendo com o imaginário das crianças da plateia.
Ziraldo ainda entrevista o escritor e ilustrador Rui de Oliveira. O ilustrador traz na bagagem mais de 200 livros de literatura infantil e vários filmes, cartazes e aberturas de programas sendo a mais famosa delas, a do Sítio do pica pau Amarelo, na TV Globo.
Para encerrar com muita alegria, o Coral Menino Maluquinho interpreta Não Quero Dinheiro, de Tim Maia.
Apresentação Ziraldo.
Direção Dermeval Netto.
Produção FBL Criação e Produção.
Tema Musical Zé Zuca.
Horário: Domingo, às 12h |
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Ver TV
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| 07/02 |
Como a TV aborda o problema dos Distúrbios Mentais
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O programa Ver TV debate a maneira que a televisão aborda a questão da internação em manicômios. Hoje, a sociedade discute se é necessária a internação dos portadores de distúrbios mentais em clínicas especializadas. As novelas e o telejornalismo tratam o assunto de diferentes formas. E, o programa questiona se essa veiculação tem sido feita de maneira correta e quais os cuidados precisam ser tomados ao falar deste tema tão delicado.
Apresentação Lalo Leal
Direção Alessandra Esteves
Produção executiva Lígia Borges e Naitê Almeida
Realização da TV Câmara em parceria com a TV Brasil, com apoio da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados
Horário: Domingo, às 17h.
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| Conexão Roberto D´Avila |
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Nesta edição, Roberto D´Avila recebe, no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, a artista plástica Beatriz Milhazes. Ela conta como começou a trabalhar com a técnica usada até hoje nos seus trabalhos, fala da explosão de cores nas suas pinturas e também da crítica positiva em relação ao seu trabalho e dos projetos que realizou em Londres e Nova York.
Beatriz Milhazes é a mais valorizada artista plástica brasileira no exterior, com obras expostas nas principais galerias e museus do mundo. Suas obras, muito valorizadas, podem chegar até um milhão de dólares. Este foi o valor que o colecionador argentino Eduardo Constantini pagou pelo quadro O Mágico.
Dona de grande criatividade, Beatriz tem como característica a pesquisa de novas técnicas e materiais. Seus trabalhos de maior visibilidade propõem uma intervenção na arquitetura de espaços públicos, como a fachada da loja Selfridge’s, um prédio de sete andares na Inglaterra. Em seguida, recebeu convites para ornamentar uma estação do metrô e o restaurante do badalado museu Tate Modern, ambos em Londres, além da livraria da editora Taschen, em Nova York.
Apoio cultural Petrobras.
Domingo, 20h. |
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Arte com Sérgio Britto |
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| 07/02 |
Especial sobre o cineasta Manoel de Oliveira |
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Nesta edição, o programa apresenta um especial sobre o cineasta português Manoel de Oliveira. Com 102 anos e ávido pelo cinema, Manoel continua a lançar filmes, cada vez mais ousados e sempre inovadores. O amor pela sétima arte lhe rendeu, em maio de 2008, pela primeira vez, a Palma de Ouro especial, no Festival de Cannes. E, em 2009, um Globo de Ouro em homenagem ao seu trabalho.
Mas o que os júris não haviam concedido antes, ele já tinha conquistado. Entre críticos de cinema, diretores e atores, não falta um que não reserve elogios para o português. Entre suas qualidades, a liberdade é a que se destaca. Seus filmes são sempre uma descoberta, como se após tanto tempo de experiência ainda faltasse um mundo de experimentações não realizadas no currículo do diretor. Com mais de quarenta filmes rodados, Manoel de Oliveira continua a produzir. Este ano, o diretor está na fase de pré-produção do seu próximo filme O Estranho Caso de Angélica.
O Arte vai exibir imagens dos principais filmes do diretor lusitano.
Apresentação Sérgio Britto
Direção geral Sérgio Cardia
Roteiro Sandra Lousada
Produção Regina Vieira
Horário: Domingo, às 22h30. |
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Programa de Cinema |
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| 07/02 |
André a cara e a coragem |
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O filme, dirigido por Xavier de Oliveira, conta a história de um jovem que sai em busca de emprego. Nessa procura, ele encontra Marli. André se apaixona pela moça e eles iniciam um relacionamento amoroso.
Fruto desse amor, nasce uma criança. Se para André, a vida já estava difícil e ele não conseguia nem pagar o aluguel, agora vai enfrentar mais desafios.
Drama. De Xavier de Oliveira. 1971. 91 min. Com Stepan Nercessian, Angela Valério, Ecchio Reis, Antonio Patiño, entre outros.
Horário: Domingo, à 1h15. |
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| Segunda-FEIRA |
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| Rede Jovem Cidadania |
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O programa desta segunda-feira (8) mostra a busca por trajetórias guiadas através dos sons do Aglomerado da Serra, uma favela que está situada na zona centro-sul de Belo Horizonte e se divide em oito vilas. É a maior favela da capital mineira com mais de 40 mil habitantes, onde os moradores se organizam em associações comunitárias buscando melhoria nas áreas de lazer e saúde.
Através de sons gravados previamente, os jovens propõem uma brincadeira com os moradores das vilas. De onde vem esse som? O que ele significa? Onde eles podem ser encontrados? Qual era o som da Serra antigamente? E hoje? Sons indicam caminhos, percepções e lembranças dos moradores que, de diferentes maneiras, retratam suas vidas, seus lares, suas vilas e também toda a Serra.
Rede Jovem de Cidadania foi criado pela ONG Associação Imagem Comunitária com o objetivo de integrar e dar visibilidade às ações empreendidas pela e para a juventude de Belo Horizonte. E ainda promover um intenso processo de educação e formação midiática. Além disso, propor temas e roteiros, sugerir abordagens e realizar os vídeos tentando imprimir um vigor ainda maior às produções.
Equipe Aléxia Melo, Ana Tereza Brandão, Beto Assenção, Giovania Monique, Clebin dos Santos, Marisa Revert, Michel Brasil, Eu Pena Forte
Horário: Segundas, às 17h30. |
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| Animania |
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No programa desta segunda, Zeca tenta animar brigadeiros, enquanto Seth tenta comê-los a todo custo. Para aprender mais sobre como animar sobremesas, Zeca conversa com o animador José Maia que animou os doces de uma festa infantil no filme Docinhos. E o animador Cláudio Reston mostra os filmes produzidos pela produtora Visorama.
Além disso, o produtor Ailton Franco fala sobre as animações que estarão presentes no maior Festival de curtas-metragens do Brasil: o Curta Cinema. O Animania também exibe o filme Espantalho, de Ale Abreu.
Depois das dicas com os animadores, Seth investe em mais uma animação com comida e Seth aparece pra ajudar. Mas ele não conta com a pimenta extra que Zeca colocou nos bolinhos.
Produção executiva Márcia Lopes.
Direção artística Quiá Rodrigues.
Direção de cena Rodrigo Soprana
Horário: Segundas, às 19h |
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| Nos Braços da Batucada |
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| 08/02 |
A história do Carnaval no Brasil |
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“Nosso bloco saúda os foliões, a imprensa falada, escrita e projetada”. Com esta frase, pintada em toscos estandartes, os blocos de ruas, as ainda pequenas escolas de samba e os grupos formados pelas comunidades dos bairros - principalmente dos subúrbios - entravam e pediam passagem nas ruas do Rio de Janeiro e São Paulo. Isso acontecia na metade do século passado, durante o carnaval. Eram os precursores da grande festa de rua, que hoje toma conta das duas maiores cidades brasileiras.
A partir de 8 até o dia 17 de fevereiro, sempre às 19h30, a TV Brasil apresenta Nos Braços da Batucada, desfilando um pouco da história do carnaval brasileiro. Para contar essas histórias, a Trapiche Produções, responsável pelos dez documentários, buscou não apenas filmes, fotos e gravações do período , inclusive mostrando um Rio de Janeiro e uma São Paulo que muitos não conheceram, mas também depoimentos de sambistas, historiadores, músicos e carnavalescos. Entre eles estão Monarco, Sérgio Cabral, Dodô da Portela, Fernando Pamplona, Martinho da Vila, Cristina Buarque, Aluísio Machado, Zeca Pagodinho, Pedro Luís, João Roberto Kelly, Beth Carvalho e Neguinho da Beija Flor.
A ordem do desfile
O desfile de Nos Braços da Batucada será aberto pelo Cordão da Bola Preta, na segunda-feira (8), um dos mais tradicionais do Rio de Janeiro. No ano passado, comemorando seu 90° aniversário, o Bola levou mais de um milhão de foliões para as ruas do centro da cidade. Com sambas e marchinhas, o bloco, que se inspirou no estampado do vestido de uma bela moça para encontrar um nome para a agremiação, hoje é considerado patrimônio cultural da cidade. Recordando suas histórias e sucessos musicais estão no programa Beth Carvalho, João Roberto Kelly, a direção da agremiação, além de pessoas como o garçom Bernardo Carlos, que trabalha no centro do Rio e sempre acompanhou os desfiles.
Mesmo participando ativamente da história da cidade, o samba nem sempre recebeu a devida atenção de pesquisadores. Seus primórdios hoje são garimpados por historiadores e sambistas. A partir da segunda metade do século passado, o cinema despertou para estas manifestações. Nos Braços da Batucada de terça-feira (9) procura a Memória do Samba. Com trechos de filmes de cineastas como Leon Hirzmann e depoimentos de Sérgio Sanz, João Carlos Rodrigues, Estevão Ciavatta e Raquel Valença, o documentário revela momentos importantes, inclusive os inesquecíveis improvisos de partido alto.
O Cacique de Ramos, que surgiu inspirado no Bafo e se transformou no seu maior rival, é o dono da passarela de Nos Braços da Batucada na noite de quarta-feira (10).Pode ser apontado como um dos focos da resistência do samba, principalmente do pagode, quando este gênero passou um tempo rejeitado pela mídia. Suas rodas abrigaram importantes compositores e, na quadra de Ramos, foi criado o conjunto Fundo de Quintal. Com fantasias simples e muita empolgação, o Cacique conquistou milhares de adeptos para seus desfiles. Sombrinha, Almir Guineto, Beth Carvalho, Marcelo D2, Dudu Nobre recordam a história dessa tribo.
Na quinta-feira (11) será a vez do Bafo da Onça desfilar em Nos Braços da Batucada. Fundado no bairro do Catumbi por Tião Maria, o folião que passava os dias de carnaval vestido com uma capa de onça, é o precursor dos grandes blocos. É responsável também por algumas ideias que se transformaram em atrações das escolas de samba, como os ensaios de quadra, show de mulatas e rodas de pagodes. Além de registros de seus desfiles, o documentário recorda Oswaldo Nunes, compositor do bloco, criador de sucessos do carnaval. Para contar um pouco da história do Bafo e falar de sua importância, foram convidados Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Pedro Luís (Parede), Adele Fátima e os diretores da agremiação.
Sexta-feira (12), véspera da abertura oficial do carnaval, apesar da cidade já está tomada pela festa, a série Nos Braços da Batucada novamente mergulha no passado. Em Bonde, um bloco carnavalesco, mostra como este meio de transporte marcou a vida do carioca, criou comportamentos e serviu de inspiração para centenas de sambas e marchinhas. Ligando vários pontos do Rio de Janeiro, desde a Zona Sul, passando pelo Centro e Zona Norte, até os subúrbios, seus vagões se transformavam em verdadeiros bailes ambulantes durante o carnaval. Para recordar este período, foram convidados Evaristo de Macedo, Fernando Pamplona, Dona Ivone Lara e Sérgio Cabral.
No sábado de carnaval (13), Nos Braços da Batucada abre espaço para o Samba de Terreiro. No passado este gênero dominava os ensaios das escolas de samba e, muitas vezes, as composições se transformavam em sucessos. O samba enredo, na maioria das vezes, só era divulgado na semana que antecedia o carnaval. Hoje, praticamente esquecido, ainda desperta paixões como a de Zeca Pagodinho, que considera as músicas melhores e mais alegres que os sambas enredo. Cristina Buarque e Teresa Cristina participam do documentário.
O título Escola de Bamba surgiu no Estácio, Rio de Janeiro, onde os sambistas se reuniam próximo a uma Escola Normal. Os compositores diziam que, enquanto no estabelecimento oficial diplomava professores, lá formavam os mestres do samba. A Escola de Bamba é o tema da série no domingo (14). A Deixa Falar - apontada como a primeira Escola de Samba- as rodas de samba na balança da Praça Onze, os primeiros desfiles com aproximadamente 100 componentes em cada agremiação serão comentados por Monarco, Sérgio Cabral, Xangô da Mangueira, Hélio Turco, Fernando Pamplona, Martinho da Vila e Aluísio Machado.
O dançarino, passista e coreógrafo Carlinhos de Jesus, criado na Escola de Samba Em Cima da Hora, participa do programa da segunda-feira de carnaval (15). Com Sérgio Cabral e Chiquinho dos Santos, ele mostra a vida de uma escola que já viveu momentos de glória, inclusive com sambas que entraram para a história do carnaval como Os Sertões, e hoje luta para sobreviver no mundo dos grandes espetáculos. Criada no bairro de Cavalcante, que preserva uma dos mais animados carnavais do Rio de Janeiro, seus integrantes falam das diferenças entre os desfiles no Sambódromo, diante de turistas e pessoas pouco ligadas ao samba, e nas ruas da Zona Norte ou subúrbio, onde há calor da comunidade.
A evolução do Samba Enredo e a importância de nomes como Silas de Oliveira e Beto Sem Braço são os destaques de Nos Braços da Batucada de terça (16). A série acompanha todo o processo da escolha de um samba enredo no Império Serrano. Desde a seleção do tema, passando pelas primeiras reuniões dos compositores, até à decisão final na quadra. Seu Jorge, Arlindo Cruz, Dona Ivone Lara, primeira mulher admitida na ala de compositores e Jack Vasconcelos mostram como um desfile é construído.
Para fechar a série na quarta-feira (17), o tema é Samba São Paulo, com destaques de nomes como Adoniram Barbosa, Paulo Vanzolini, Geraldo Filme e os Demônios da Garoa. Carlinhos Vergueiro, Cristina Buarque e Oswaldinho da Cuíca conduzem a equipe pelos bairros da cidade freqüentados pelos grandes sambistas paulistas. Comentam as dificuldades enfrentadas pelas escolas de samba até a metade do século passado e os movimentos, como o Samba da Vela, que surgem em São Paulo revelando novos talentos.
Horário: De segunda (8) a quarta (17), às 20h30. |
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| De Lá pra Cá |
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| 08/02 |
A Lei da Anistia é o assunto desta edição |
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A Lei da Anistia foi sancionada em 28 de agosto de 1979, pelo então presidente João Batista Figueiredo. Por meio dela, foi possível o retorno ao Brasil dos exilados da ditadura.
O De Lá pra Cá desta semana relata a luta do povo brasileiro para conseguir de volta seus direitos, além de toda a trajetória do projeto de lei até à sanção final, passando pelas articulações políticas e o apelo da população pelas “Diretas Já”. E mostra ainda que muitos dos exilados que retornavam, vinham com novas propostas, como preocupações ambientais e direitos das minorias, imprimindo uma nova agenda política aos desafios que o Brasil necessitava enfrentar. .
O programa também explica a palavra 'anistia' cujas raízes vêm do grego amnestia, que significa esquecimento, e no português define o ato jurídico do Estado em perdoar pessoas ou grupos pela prática de atos considerados delituosos, sobretudo aqueles de natureza política.
A Lei de Anistia demorou para ser sancionada e mobilizou todo o país que queria dar um basta à ditadura imposta pelo regime militar.
Participam do De Lá pra Cá, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, o historiador Daniel Aarão Reis, a jornalista Wanda Figueiredo, a historiadora Isabel Lustosa, o deputado federal Fernando Gabeira (PV/RJ) e o compositor Paulo César Pinheiro.
Apresentação Ancelmo Gois e Vera Barroso.
Produção executiva Tathiana Targine.
Roteiro Marcio Parente.
Direção Carolina Sá.
Direção geral José Araripe Jr.
Horário: Segundas, às 22h. |
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| Expedições |
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| 09/02 |
Museu Paraense Emilio Goeldi |
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No Expedições desta semana, Paula Saldanha e Roberto Werneck mergulham nas esferas do conhecimento produzidas no Museu Emilio Goeldi e mostram a riqueza, natural e humana do bioma amazônico.
Localizado em Belém do Pará, o Museu é um importante acervo bibliográfico da região amazônica. A instituição desenvolve um trabalho de pesquisa científica, cataloga e analisa a diversidade biológica e sociocultural da Amazônia. O Museu Goeldi tem como objetivo difundir esses conhecimentos e acervos, contribuindo para a formação da memória cultural e para o desenvolvimento regional.
Apresentação Paula Saldanha.
Produção RW Cine.
Apoio cultural Petrobras.
Horário: Terças, às 20h |
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| Doc Especial |
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O documentário traça um retrato do líder africano Nelson Mandela, nascido na família real Xhosa, da África do Sul, e que procurou sua riqueza em Joanesburgo.
Como a segregação racial se tornou mais e mais inflexível, Mandela se envolveu com a resistência e, em 1964, recebeu a sentença de prisão perpétua. Privado de sua identidade e reduzido apenas a um número, Nelson Mandela ficou preso por 27 anos antes de ser solto, em 1990.
Em liberdade, ele começa um retorno triunfante que culminou em 1993, ao ser agraciado com o Prêmio Nobel da Paz e, um ano depois, quando se tornou presidente da África do Sul.
O documentário viaja entre a África do Sul moderna e os episódios históricos no longo caminho do país que pôs fim ao apartheid, mostrando momentos controversos e complicados da vida de Nelson Mandela.
Documentário. Áustria. 2008. 45min. De Regina Strassegger.
Horário: Terça, às 23h.
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| Alto Falante |
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| 10/02 |
Paul McCartney e Marku Ribas são destaques do programa Alto Falante
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No Alto Falante desta quarta-feira (10), o cantor e compositor Paul McCartney estará no quadro Enciclopédia do Rock. Segundo o site Songkick, o ex-beatle poderá vir ao Brasil em abril deste ano, para quatro apresentações ao lado do grupo inglês U2.
O músico e compositor mineiro Marku Ribas abre o programa. Cantor, compositor, multiinstrumentista e ator, Marku é o pioneiro nas fusões sonoras. É um dos pais do samba-rock que passa pelo soul, samba, black, jazz, funk, reisado, batuque e por uma infinidade de sonoridades africanas.
O programa também mostra a cobertura completa do show dos irlandeses do Cranberries em Belo Horizonte, no dia 31 de janeiro deste ano. Os membros do grupo voltaram a tocar juntos em 2009, após um hiato de seis anos, quando se separaram para se dedicar a outros projetos.
Além de Paulo McCartney, o músico Rogério Skylab estará também no encerramento do programa.
O Alto Falante vai ao ar nesta quarta-feira, dia 10, às 17h30, na TV Brasil.
Apresentação e direção Terence Machado
Produção Luiza Damásio e Thiago Pereira
Colaboração Adriano Falabella
Horário: Quartas, às 17h30. |
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| Profissão Cartunista |
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| 10/02 |
Segundo episódio sobre a vida e obra de Ziraldo |
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A série Profissão Cartunista apresenta esta semana o segundo capítulo do documentário sobre a vida e obra de Ziraldo, com duração de 52 minutos. Com uma rica história, que inclui trabalhos em vários segmentos artísticos, o cartunista, escritor e jornalista mineiro estará em seu estúdio, no Rio de Janeiro, mostrando um pouco de seus desenhos.
O episódio vai contar sobre sua participação na fundação do jornal O Pasquim, em 1968, a censura e as prisões que sofreu. O Pasquim marcou época e, para driblar a censura da ditadura, os jornalistas recorriam ao humor. Além da atuação de Ziraldo no jornalismo, especialmente nas criação de charges, o filme mostra suas obras famosas voltadas para o público infantil como “A Turma do Pererê” e “O Menino Maluquinho”. E para falar sobre o artista, a diretora Marisa Furtado convidou o cartunista Paulo Caruso, Sergio Cabral, Miguel Paiva, Ique, Daniela Thomas e Gerald Thomas.
Produção Marisa Furtado de Oliveira e Paulo Serran
Roteiro Paulo Serran
Direção de Fotografia Kevin Roche
Direção de Arte Marisa Furtado de Oliveira
Trilha Sonora Carlos Lamonier
Montagem Paulo Serran
Horário: Quartas, às 22h. |
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| Observatório da Imprensa |
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| 10/02 |
Venezuela, Guerra Civil Midiática |
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O programa Observatório da Imprensa exibe o primeiro capítulo do especial sobre a Venezuela, provocando um debate sobre os prós e os contras do “chavismo” e a censura sobre a mídia no continente. A equipe do programa viajou até Caracas, capital do país, e realizou onze entrevistas com diretores de jornais e emissoras de televisão, jornalistas, sociólogos, historiadores, comunicólogos, "scholars" e um alto funcionário do governo.
Nomes como Alberto Ravell, Maryclen Steeling, André Cañizalles, Teodoro Petkoff, Ministra Blanca Eekhout, Aram Ahranian, Ewald Sharfenberg, Eleazar Díaz Rangel, Lilian Blasser, entre outros, deram seus depoimentos para os programas que serão apresentados ao vivo, às 23h, por Alberto Dines, com participação especial do jornalista Cláudio Bojunga.
O Observatório da Imprensa vai abordar em seus dois programas especiais algumas aspectos do debate envolvendo a Venezuela. Entre as questões postas à mesa estão o “chavismo”, as virtudes e riscos do bolivarianismo, o caráter inclusivo ou autoritário do regime, a intolerância do governo à crítica e a demonização da imprensa, as intimidações contra as emissoras de televisão e de rádio (como a não renovação das concessões e as multas desproporcionais) e dos jornais (obstáculos à importação de papel, multas, cancelamento de publicidade oficial, recusa de receber a oposição).
A democracia política - com pluralidade de partidos, alternância de poder, tribunais independentes e liberdade de imprensa garantida na Constituição – tem sido ponto de honra e um compromisso contratual para os países-membros do Mercosul. O programa de Alberto Dines pretende levantar a polêmica e discutir se a Venezuela liderada por Hugo Chávez adota o modelo e atende a essas exigências.
Editor-chefe e apresentador Alberto Dines.
Realização TV Brasil.
Horário: Quartas, à 0h |
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| Papo de MÃe |
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Como educar os filhos em uma sociedade de consumo? Norteadas por essa pergunta, as apresentadoras Mariana Kotscho e Roberta Manreza conduzem uma conversa com pais e especialistas no Papo de Mãe desta quinta-feira (11). Compensar com presentes a falta de tempo para brincadeiras, endividar-se para atender aos desejos dos filhos e lidar com os apelos publicitários. Tudo isso estará no debate do programa de quinta-feira.
Apresentação, criação e roteiro Mariana Kotscho e Roberta Manreza
Direção Vando Mantovani
Reportagens Rosângela Santos, Davi de Almeida e Pedrinho Tonelada
Produção Rentalcam
Realização TV Brasil
Horário: Quintas, às 18h30 |
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| Cultura Ponto a Ponto |
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| 11/02 |
O programa visita São Paulo, Paraíba e Rio de Janeiro |
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O programa Cultura Ponto a Ponto desta quinta-feira(11) apresenta o trabalho do Bola de Meia, de São José dos Campos (SP), primeiro “pontinho” de cultura do Brasil. A Companhia Bola de Meia, fundadora do projeto, existe desde 89 e realiza diversos espetáculos educativos em escolas da região. O trabalho é feito com crianças muito pequenas e com idosos. Além das atividades para a formação de educadores na área das brincadeiras e brinquedos, o projeto oferece ainda oficinas de teatro para crianças, através do Lugar de Brincar. O ponto promove também o encontro de mestres em oficinas de memória e de cultura popular.
Outra atração do Cultura Ponto a Ponto é o Viva Museu, localizado em Areia, na Paraíba. A finalidade principal desse ponto é o fomento das ações de valorização do patrimônio cultural da cidade para que possa haver uma maior geração de empregos no ramo turístico cultural. As ações iniciais estão voltadas para implementar as atividades nos museus existentes na cidade, como treinamento de meninos para serem guias locais, a criação de hospedagens alternativas, etc.. O ponto também identificou a dança típica, extinta na região, e pretende revitaliza-la. A Nau Catarineta conta a história de um batalhão que se perdeu no mar vindo de Portugal para o Brasil.
O último ponto a ser apresentado nesta quinta-feira é o do Museu Casa do Pontal, no Rio de Janeiro, que abriga uma das mais belas coleções de arte popular brasileira. Para divulgar o espaço e ajudar a difundir a cultura local, o ponto oferece visitas guiadas com contadores de histórias pelo museu. O programa acompanhou uma visita pelos corredores da bela casa e pelo jardim bem cuidado com o guia contador. Além disso, o projeto também oferece seminários para formação de educadores e organiza eventos de arte e cultura para a população carioca.
Direção e roteiro João Vargas
Direção de Produção Flávia Maggioli
Coordenação de Produção Meri Mercia
Parceria TV Brasil e Secretaria de Programas e Projetos Culturais do MinC.
Horário: Quintas, às 20h. |
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| Caminhos da Reportagem |
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| 11/02 |
A FEB na Segunda Guerra Mundial |
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Após setenta e um anos do início da Segunda Guerra Mundial, o Caminhos da Reportagem volta à Itália e conta como foi a participação do Brasil no conflito. A edição traz depoimentos de pracinhas que participaram do conflito e do historiador Giovani Sulla.
"O horror que nós passamos na Itália, só se tivesse uma guerra no Brasil que o povo brasileiro ia saber o que nós passamos e para isso eu prefiro que fiquem na ignorância, porque o sofrimento de uma guerra é coisa terrível...", afirma um pracinha.
No programa, os pracinhas brasileiros contam as lembranças das batalhas no norte da Itália, onde morreram quase 500 soldados e falam dos laços criados com as famílias italianas, que até hoje prestam homenagem aos heróis brasileiros.
"Por que este amor (entre Itália e Brasil)? Porque somos dois povos muito iguais, são dois povos latinos. Havia a mesma religião, a mesma cultura latina. Onde eu chegava me falavam: bravos soldados brasileiros!" , realata o historiador Giovani Sulla entrevistado pelo Caminhos.
Horário: Quinta, às 22h. |
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| DOC TV IV |
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| 11/02 |
Sou negro, não sei sambar |
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O documentário conta a história de um homem negro, com educação de classe média, que foi criado em um ambiente predominantemente branco e que nunca aprendeu a sambar.
Seu avô, um dos fundadores do Movimento Negro e da Escola Nenê da Vila Matilde, nunca o incentivou a afirmar sua negritude. Passados 34 anos, ele decide aprender a sambar e a tocar cuíca. E ainda entra para a bateria de uma escola de samba..
Documentário. 52 min. De Patricio Salgado. Co-produção: Patricio Salgado | PaleoTV | Fundação Padre Anchieta – TV Cultura
Horário: Quintas, às 23h. |
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| DOC ESPECIAL |
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| 11/02 |
A Queda do Muro de Berlim – Da Divisão à Reunificação |
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O documentário especial A Queda do Muro de Berlim – Da Divisâo à Reunificação é uma produção da TV estatal alemã Deutsche Welle, e narra os acontecimentos históricos que levaram à construção do muro de Berlim e, depois, à sua derrubada. Abordando os principais fatos ocorridos após a Segunda Guerra Mundial que causaram a divisão da Alemanha, o filme mostra os diversos acontecimentos políticos da época da Guerra Fria.
A queda do Muro de Berlim, que dividiu as duas Alemanhas durante 28 anos, ocorreu no dia 9 de novembro de 1989. A muralha começou a fazer parte da paisagem alemã a partir de 1961. Em 13 de agosto daquele ano, guardas da República Democrática Alemã haviam começado a fechar com arame farpado e concreto a fronteira que separava as partes oriental e ocidental de Berlim, assim como Berlim Ocidental do território da Alemanha Oriental.
Produção Deutsche Welle.
Horário: Quinta, à 0h. |
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| Diverso |
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| 12/02 |
O programa vasculha o passado e faz um especial sobre as capas de disco
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Capas de discos de todos os tempos. Este é o tema do Diverso desta sexta-feira (12). As capas foram e continuam sendo objetos de culto de fãs e colecionadores, uma vez que retratam o tempo e as transformações da sociedade. Muito além da simples função de embalagem, algumas são verdadeiras obras de arte.
Apresentação e edição Eduarda Las Casas
Produção e reportagem Carina Santos e Leandro Lopes
Imagens Delmarinho Queiroz
Edição de imagens Marco Túlio Ulhôa
Horário: Sextas, às 17h30 |
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| Nova África |
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A equipe de reportagem visita o Quênia para conhecer a revolução que o celular vem provocando nas telecomunicações e nas transações financeiras do país. Em todo o continente africano, o celular é o principal meio de comunicação utilizado pela população.
E os novos serviços vão além das ligações telefônicas. O M-Pesa , em funcionamento no Quênia, possibilita a transferência rápida de dinheiro pelo celular, facilitando o pagamento de contas no dia a dia. A demanda gerada pelo barateamento dos aparelhos leva à criação de novos produtos específicos para o continente. Um deles é o celular com carregador solar, que acaba de ser lançado em Nairobi.
Apresentação Aline Midlej
Direção Henry Daniel Ajl e Luiz Carlos Azenha
Direção de Fotografia Markus Bruno
Coordenação de Produção Tatiana Barbosa
Produção Paulo Eduardo Palmério
Sextas, às 22h. |
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| pROGRAMA DE cINEMA |
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Documentário musical sobre a turnê que Gilberto Gil, Gal Costa, Maria Bethânia e Caetano Veloso fizeram em 1976 em comemoração aos dez anos de suas carreiras.
Os Doces Bárbaros reconstitui os dramáticos acontecimentos que envolveram o grupo com a prisão de Gilberto Gil, em Florianópolis, por porte de maconha.
Versão integral pela primeira vez exibida sem os cortes da Censura Federal, o filme Os Doces Bárbaros foi escolhido entre os Dez Melhores Documentários sobre MPB no Festival É Tudo Verdade – 2004.
Documentário Musical. De Jom Tob Azulay. 1978. 110min. Com Gilberto Gil, Gal Costa, Maria Bethania, Caetano Veloso.
Horário: Sexta, às 22h30. |
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Tô Sabendo |
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| 13/02 |
Literatura e Sociedade - Movimentos Literários no Brasil |
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No programa deste sábado os vestibulandos aprendem sobre os estilos literários no Brasil. Jorge Portugal recebe no estúdio o professor da Universidade de São Paulo (USP), Antonio Medina, que fala sobre a literatura barroca, romântica e moderna. Ele tira as dúvidas dos alunos do colégio Martin Francisco, de São Paulo (SP).
Medina comenta sobre a relação entre a literatura brasileira e portuguesa, o nascimento do gênero romântico no Brasil e explica a origem das gírias no vocabulário dos brasileiros. E para aumentar o clima de descontração do programa, a música de Jair Rodrigues. O cantor e compositor interpreta Não Deixe o Samba Morrer, de Edson Conceição e Aloísio, acompanhado pelo violonista Paulinho Dafne.
Produtora Abais Produções
Direção Walter Silveira
Edição Murilo Pinho
Horário: Sábados, às 18h. |
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Melhor Assim |
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| 13/02 |
TV Brasil apresenta “Melhor Assim” - um especial inédito com Teresa Cristina
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A voz limpa, a simplicidade e o carisma de Teresa Cristina estão cravados no programa inédito “Melhor Assim”, que a TV Brasil exibe nos quatro dias de carnaval, às 22 horas. Ao mesmo tempo em que brinda o telespectador com sua música, a cantora repassa a própria história em descontraídos encontros com seus ídolos, parceiros e admiradores. Entre eles, Caetano Veloso, Marisa Monte, Lenine, Seu Jorge e Arlindo Cruz. O programa do show, gravado em outubro do ano passado no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro, chega à tela da TV Brasil, dividido em quatro episódios de 26 minutos cada.
À vontade e sempre sorridente, Teresa Cristina abre seu coração nas conversas com os convidados, que se desdobram e se entrelaçam ao longo do programa. “Você é a serenidade”, comenta Caetano Veloso, no encontro emocionado que tiveram no palco. São justamente os bastidores do show “Melhor Assim” que vão, aos poucos, revelando a trajetória da cantora e compositora, filha de Dona Hilda e criada nas rodas de samba do Quintal Tia Surica.
Ao longo dos quatro episódios, o público poderá confirmar a seriedade musical e o talento de Teresa Cristina, uma revelação da nova geração do samba. No primeiro, além de cantar, ela recebe os convidados que participarão do programa. E no último, dividirá o microfone com sua mãe. Animada, troca risadas com o parceiro Arlindo Cruz e relembra com Marisa Monte o primeiro encontro que tiveram. Da mesma safra de Teresa Cristina, Seu Jorge fala do tempo em que eram colegas de faculdade. “Sua música não tem firula”, resume o cantor, antes de iniciar o dueto com Teresa Cristina.
Neste show, Teresa Cristina canta músicas inéditas e algumas de suas novas composições. Sobre as letras simples e o timbre de voz fala o músico Paulo Roberto Pereira Araújo, o Paulão Sete Cordas, um dos principais produtores de discos de samba e que também acompanha a cantora neste show. “Ela está melhorando cada vez mais sua atuação no palco”, observa.
No espetáculo, uma coprodução da TV Brasil com a Samba Filmes, Teresa Cristina estará acompanhada da banda formada por Bernardo Dantas (Violão), João Callado (Cavaquinho), Paulino Dias (Pandeiro), Mestre Trambique (Surdo), Marcos Esguleba e Pretinho Da Serrinha (Percussão), Paulão 7 Cordas (Violão 7 Cordas), Alexandre Caldi (Sopros), Elisa Addor e Janaína Moreno (Coro).
A partir de 1998, os shows da cantora e seu grupo no bar Semente começaram a atrair público para a Lapa. Assim, foram peças decisivas para a revitalização cultural e musical do antigo bairro carioca. O primeiro disco de Teresa Cristina foi um um tributo aos 60 anos de Paulinho da Viola. Com ele, ganhou o prêmio rival BR e premio Tim de música e a indicação ao Grammy Latino de melhor disco de samba de 2003. Depois disso, gravou outros discos que levaram sua voz ultrapassar as fronteiras do reduto carioca.
Horário: De sábado (13) a terça (16), às 22h. |
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Revista do Cinema Brasileiro |
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O programa relembra a homenagem especial ao cineasta Fernando Condy Campos. E, no clima do carnaval, apresenta uma reportagem sobre a história da folia Momesca nas telas do cinema brasileiro. Para terminar, Júlia Lemmertz conversa com o responsável pelo site Movie Mobz, Aurélio Marcondes.
Apresentação Júlia Lemmertz.
Produção Maltberg Cinema e Vídeo.
Apoio Cultural Petrobras
Livre
Horário: Sábados, às 22h30 |
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| Programa de Cinema |
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Orfeu Negro é a primeira versão cinematográfica da peça Orfeu da Conceição, de Vinicius de Moraes, em que o mito grego de Orfeu e Eurídice, uma trágica e bela história de amor, é transportado para os morros do Rio de Janeiro, durante o Carnaval.
Consagrado no mundo inteiro, tendo recebido muitos prêmios, incluindo a Palma de Ouro no Festival de Cannes, o filme é também considerado um dos marcos fundadores da bossa nova. A trilha sonora, assinada por Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Luiz Bonfá e Antonio Maria, traz clássicos do gênero como A Felicidade, Manhã de Carnaval e O Nosso Amor.
Orfeu é motorista e músico no Rio de Janeiro, noivo de Mira. Durante o Carnaval, ele conhece Eurídice, que deixou seu vilarejo para fugir de um bandido. É amor à primeira vista. O mito dá conta do amor do casal acompanhado de perto pela morte. Quando Eurídice é vitimada, Orfeu desce aos infernos para buscá-la e o destino de ambos depende de nunca mais se olharem.
Uma das cenas mais emblemáticas do filme de Camus é quando o protagonista vai a um terreiro de candomblé e ouve sua amada no corpo de uma velha. Apesar de uma imagem clichê (Camus lançou mão de outras durante a produção), a cena não chega a comprometer a adaptação da obra de Vinicius de Moraes para a telona.
Orfeu Negro foi lançado na França em 12 de junho de 1959, sendo sucesso de público e de crítica, embora tenha sido alvo de críticas negativas como a do cineasta francês Jean-Luc Godard. No Cahiers du Cinéma, ele detalhou os erros e os absurdos que encontrou no roteiro.
(Orphée noir) França, Italia e Brasil. De Marcel Camus. Drama. 1959. P&B, 100min. Com Breno Mello, Marpessa Dawn, Lourdes de Oliveira, Léa Garcia, Ademar da Silva, Alexandro Constantino, Waldemar de Souza, Jorge dos Santos, Aurino Cassiano, Marcel Camus.
Horário: Sábados, às 23h |
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| Caminhos da Reportagem |
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| 13/02 |
Caminhos da Arte Sacra |
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A reportagem desta semana mostra o patrimônio histórico de Minas Gerais, o berço da arte barroca do país. Cheio de símbolos de fé e riquezas trazidas da Europa. As antiguidades promovem a disputa entre quadrilhas de ação sofisticada que movimentam o mercado ilegal altamente rentável.
O programa destaca o esforço da população mineira para preservar e recuperar parte da história registrada nas obras barrocas mineiras, que influenciaram o rumo da arte no Brasil.
Os jornalistas do Caminhos da Reportagem percorreram as cidades históricas de Minas e ouviram histórias de pessoas que zelam pelo patrimônio cultural da cidade.
Horário: Sábados, à 1h15 |
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