TV Brasil

Buscar

Sábados Azuis

  • Horário

Destaques

03/03/2012 - 22h00

Oficina Escola Boa Nova

Reconhecida pela Unicef como instituição modelo no atendimento de crianças e adolescentes

Adolescentes aprendem a trabalhar com cerâmica na oficina

Adolescentes aprendem a trabalhar com cerâmica na oficina

“Brasil Artesanal” é a temática do próximo episódio da série Sábados Azuis: Histórias de um Brasil que dá certo, que vai ao ar no sábado (3), às 22h. O programa vai falar do projeto Oficina Escola Boa Nova, em Ipameri, Goiás, que oferece oficinas para adolescentes de 13 a 17 anos. A ideia é que os adolescentes passem em torno de quatro horas diárias, fora do período escolar, na sede da Associação, participando das oficinas da cerâmica e tendo aulas de reforço escolar e de informática.

Os adolescentes são divididos por faixa etária. Os mais novos aprendem cerâmica manual e papel artesanal. Os mais velhos aprendem a manusear o torno e produzem peças de cerâmica. Todos os alunos recebem uma bolsa auxílio pela participação no projeto.

Transformada em um Ponto de Cultura, a Oficina foi reconhecida nos anos 80, pela Unicef, como uma instituição modelo no atendimento de crianças e adolescentes. Em 2010, ganhou do Sebrae, o prêmio Top Ten de Artesanato.

Aluna da Oficina Escola Boa Nova

Aluna da Oficina Escola Boa Nova

Maria Elisabeth Costa conta como o trabalho da Oficina Escola Boa Nova traz benefícios à pequena cidade de Ipameri. Fato que pode ser constatado em números, devida ao baixo índice de crianças e adolescentes de rua.

Luiz Antônio Alves entrou para a oficina aos 14 anos, após ter ficado órfão de mãe. Passou sua adolescência tendo aulas na instituição e com isso, conseguiu concluir o segundo grau. Hoje, aos 49 anos, é instrutor e ensina aos jovens o ofício que aprendeu anos atrás. Na sua casa, ele e a esposa têm um ateliê, onde fabricam peças, que também são comercializadas no intuito de complementar a renda da família.

Horário: 22h

 

25/02/2012 - 21h00

Programa Ambial

O foco é a educação alimentar e ambiental integrada a outras atividades educativas

Ambial: foco na educação alimentar e ambiental

Ambial: foco na educação alimentar e ambiental

Em 2003, um grupo de educadores da rede pública de Santa Catarina viu que para atingir bons resultados, precisaria ir além do ensino tradicional. Assim nasceu o Ambial, programa complementar implantado em 130 escolas públicas nas regiões de menor IDH do estado.

O episódio da série Sábados Azuis: Histórias de um Brasil que dá certo, que vai ar no sábado (25), às 22h, vai mostrar o trabalho do Ambial, implantado em São José, cidade com cerca de 200 mil habitantes, a 9 km de Florianópolis. O foco é a educação alimentar e ambiental integrada à outras atividades educativas.

Uma dessas escolas é a Escola de Educação Básica Aldo Câmara da Silva. Próximo ao terreno da escola havia uma espécie de lixão e muitos alunos apresentavam quadro de anemia e de contaminação devido ao lixo. Após a adesão ao programa em 2005, a qualidade de vida da comunidade e dos alunos aumentou consideravelmente.

Rose é coordenadora geral do Ambial e uma das professoras que tomou a iniciativa de criar o Projeto de Educação Ambiental e Alimentar. Ela defende a ideia de um educador com visão holística, que faça o aluno se apaixonar pelo mundo.

Isabel era cozinheira em um hotel de Santa Catarina e mãe de dois filhos. Após o falecimento da mais velha, sentiu necessidade de passar mais tempo com o filho mais novo. Passou a fazer parte das atividades escolares e sua dedicação chamou a atenção da direção da escola. Hoje ela é a encarregada da horta e da preparação dos pratos.

Gladis é nutricionista e cuida do planejamento alimentar das escolas de Santa Catarina e presenciou as primeiras reuniões do Ambial. Ela fala sobre a importância da alimentação no desenvolvimento da criança e como isso é fundamental para uma sociedade saudável.

Ana Júlia Sagas tem apenas 10 anos e fala com empolgação e eloqüência sobre cuidados com o meio ambiente. Separa o lixo de casa e, o que for reciclável, leva para as lixeiras da escola. Ana influenciou positivamente a vida da família, que não sabia da importância da sustentabilidade.

Horário: 22h

 

11/02/2012 - 22h00

EDISCA: uma criação da bailarina Dora Andrade em Fortaleza

O objetivo do projeto é formar cidadãos

Projeto EDISCA

Projeto EDISCA

O próximo episódio da série Sábados Azuis: Histórias de um Brasil que dá certo, que vai ao ar no sábado (11), às 22h, tem como temática o “Brasil das Letras/Arte-Educação” e vai mostrar o projeto da Escola de Dança e Integração Social para Criança e Adolescente (EDISCA), em Fortaleza, Ceará.

Criado em 1991 pela bailarina Dora Andrade, o projeto tem como proposta educativa formar cidadãos. Fundamentado em linguagens artísticas, em especial a dança contemporânea, o EDISCA é aliado a um ambiente pedagógico saudável e estimulador.

Dora começou a fazer balé aos dez anos e seguiu na dança, tornando-se bailarina e coreógrafa, e fazendo uma carreira bem sucedida fora do Brasil. Quando voltou, abriu uma escola de balé convencional para ensinar crianças carentes e montar espetáculos em áreas menos privilegiadas. Após criar o EDISCA, ela passou a se dedicar totalmente ao projeto, coordenando as atividades da escola, além de assinar as coreografias e orientar o processo de seleção.

Muitos alunos viraram professores da escola. É o caso do Anderson, que entrou no projeto há sete anos, aos 14 de idade, e acabou ingressando no corpo de baile, onde hoje é professor. Renata está desde os 8 anos e hoje, com 18, é professora de dança para alunos iniciantes, além de integrar o corpo de baile.

O programa vai mostrar com destaque as atividades nas áreas de dança e teatro, bem como os projetos da área pedagógica do EDISCA.

 

Horário: 22h

04/02/2012 - 22h00

Seresteiros de Conservatória

Música romântica encanta dias e noites de Conservatória, distrito de Valença, no Rio de Janeiro

Sábados Azuis: Seresteiros de Conservatória

Seresteiros de Conservatória

“Brasil das Festas” é a temática do próximo episódio da série Sábados Azuis: Histórias de um Brasil que dá certo, de sábado (4), às 22h. O programa vai mostrar o projeto musical Seresteiros de Conservatória, no Rio de Janeiro, que tem sua origem no século XIX, quando músicos da corte portuguesa, principalmente violinistas e pianistas, foram morar na cidade. Hoje, as serenatas em Conservatória e o Museu da Seresta atraem turistas, que vão à cidade ouvir gratuitamente a música romântica, que encanta dias e noites desse distrito de Valença.

O episódio mostra como os moradores, junto com a prefeitura e associações têm conservado esta tradição através dos tempos, transformando a cidade na terra das serestas e dinamizando a vida e a economia local.

Marluce Magno é a personagem principal. Ela passava os finais de semana em Conservatória e se encantou com a música e a qualidade de vida do lugar. Hoje, é uma agitadora cultural atuante no movimento da Seresta e conhecedora profunda da história local. Ao lado dela, outras figuras, como Joubert de Freitas, um dos fundadores desse movimento, narram a história dessa pequena cidade, que encontrou na seresta a sua principal atração

O programa mostra também a preocupação em não deixar essa manifestação cultural acabar através de projetos como Conservatória meu Amor, idealizado por Elenice Lessa, seresteira e artesã, que dá aulas de seresta para jovens na praça da cidade.

Horário: 22h

28/01/2012 - 22h00

Saúde e Alegria

Projeto de Santarém ensina as comunidades a cuidarem de si mesmas

Sábados Azuis: O barco "Abaré" do projeto Saúde e Alegria

O barco "Abaré" do projeto Saúde e Alegria

O próximo episódio da série Sábados Azuis: Histórias de um Brasil que dá certo, que vai ao ar no sábado (28), às 22h, vai falar sobre o projeto Saúde & Alegria, de Santarém do Pará. Fundado em 1985 pelos irmãos paulistas Caetano e Eugênio, é um projeto que transcende os cuidados médicos e ensina as comunidades a cuidarem de si mesmas, em todos os sentidos.

A equipe do Saúde & Alegria é formada por 50 pessoas entre médicos e artistas circenses. Eles viajam pela Amazônia a bordo de um barco, o Abaré, que funciona como unidade médica flutuante, educando e tratando populações ribeirinhas da região. Além de remediar, o projeto previne, promovendo e apoiando processos participativos de desenvolvimento comunitário integrado e sustentável, aumentando a qualidade de vida e o exercício da cidadania das populações beneficiadas.

Um dos responsáveis pelo projeto, Eugênio, fez medicina e foi trabalhar na Amazônia. Seu irmão, Caetano, entrou para ajudá-lo nas áreas de pedagogia e comunicação. A intenção dele quando foi para a região, era abrir uma pousada e ganhar uma dinheiro. Mal sabia o garoto de 22 anos que não só não abriria pousada, como nunca mais voltaria a São Paulo, tamanho o envolvimento que teria com o lugar e com as comunidades amazônicas.

Fabio Pena nasceu e cresceu no Saúde & Alegria. Nativo da comunidade ribeirinha Carariacá, o descendente indígena atuou em todas as áreas possíveis do projeto. Foi monitor mirim, jovem repórter e voluntário, até se mudar para Santarém, para concluir os estudos e cursar a faculdade de pedagogia. Formado, Fabio voltou para Carariacá e para o Saúde & Alegria.

Tibério, é um sociólogo italiano que está no Saúde & Alegria há sete anos. Apegou-se às pessoas, ao lugar, e quis se fixar ali. Casou e teve três filhas, que agora estão despertando para o trabalho do pai.

Outro engajado no projeto é o advogado e pedagogo Magnólio, que veio de São Paulo e está há 22 anos trabalhando como recreador pedagógico.

Horário: 22h

Vídeos

Mais »

Fotos

Mais »

Twitter

siga-nos »

» Topo

© 2012 - Sede: SCS Q. 8 bloco B 50/60- 1º Subsolo Edifício Super Center Venâncio 2000 - Brasília - DF - CEP: 70 333-900 - Caixa Postal 8640