Ter, 10/05- 22h30
A morte de Bin Laden
Programa discute o comportamento e a cobertura da imprensa nacional
Publicado em 03/05/2011 - 19h54 • Atualizado em 10/05/2011 - 15h29

Osama Bin Laden - Observatório da Imprensa
A cobertura da morte do terrorista Osama Bin Laden foi uma das mais agitadas dos últimos tempos e começou de forma atípica. A primeira notícia relativa ao fato partiu do twitter de um vizinho da mansão que Osama ocupava, o que mostra a força das mídias sociais. Aliás, nunca se tuitou tanto como na noite daquele domingo, 1º de maio. A primeira notícia veio através da rede de TV norte-americana CNN.
No Brasil, por causa do adiantado da hora, os jornais tiveram que se mobilizar rapidamente para conseguir estampar o assunto na primeira página de segunda-feira. Nas TVs, a cobertura também foi ampla, bem como nos portais de Internet. E a sequência da cobertura, como se deu?
A imprensa nacional soube analisar a questão além do ponto de vista americano das agências de notícias? Soube questionar fatos como a morte do terrorista ao invés de sua captura? Houve debates sobre a reação da população americana e o papel da mídia nesse fenômeno? São muitas as perguntas. As respostas, o Observatório da Imprensa vai tentar buscá-las, no programa que vai ao ar nesta terça-feira (10), excepcionalmente, às 22h30.
Para falar sobre o assunto, Alberto Dines recebe no estúdio o filósofo Roberto Romano e o jornalista Claudio Bojunga. O programa ainda ouviu a opinião da professora de jornalismo Cristiane Costa (UFRJ) e dos jornalistas Roberto Godoy (Estado de S. Paulo), Merval Pereira (O Globo) e Edney Silvestre (TV Globo). E, pela internet , dos correspondentes Silio Boccanera (Londres), Marcelo Ninio (Beirute) e Lucas Mendes (Nova York).
Apresentação: Alberto Dines




