31/10/2011 - 17h55
Documentário do diretor Weaam Williams mostra a história, a cultura e o impacto do hip-hop na África do Sul

Hip hop Revolution
A série Mama África exibe nesta terça-feira o documentário Hip Hop Revolution, do diretor Weaam Williams, que mostra a história, a cultura e o impacto do hip-hop na África do Sul. Esse gênero musical chegou ao continente africano justamente no momento em que o país vivia o auge do apartheid. O filme traz entrevistas com artistas, shows e dança, intercalando imagens históricas que revelam o ativismo político e as manifestações de ruas.
O documentário foi realizado em 2006 e explora também a diversidade do hip hop na África, a partir de 1980. Os jovens sul-africanos, muitas vezes, abraçaram a música como uma voz de desafio e de solidariedade durante o apartheid. Hip Hop Revolution vai ao ar nesta terça (18), às 00h30.
Weaam Williams é cineasta, poeta e escritor. Ele estudou na Escola de Artes da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul.
18/01/2011 - 11h14
Documentário mostra o impacto do Hip Hop na África do Sul

Hip Hop Revolution
A série Mama África( TV Brasil) exibe hoje o documentário Hip Hop Revolution, do diretor Weaam Williams, que mostra a história, a cultura e o impacto do hip-hop na África do Sul. Esse gênero musical chegou ao continente africano justamente no momento em que o país vivia o auge do apartheid. O filme traz entrevistas com artistas, shows e dança, intercalando imagens históricas que revelam o ativismo político e as manifestações de ruas.
O documentário foi realizado em 2006 e explora também a diversidade do hip hop na África, a partir de 1980. Os jovens sul-africanos, muitas vezes, abraçaram a música como uma voz de desafio e de solidariedade durante o apartheid. Hip Hop Revolution vai ao ar nesta terça (18), à 0h30 na TV Brasil. Weaam Williams é cineasta, poeta e escritor. Ele estudou na Escola de Artes da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul.
28/09/2011 - 10h14
'Ultima tumba em Dimbaza' foi filmado clandestinamente na África do Sul, em 1972
O documentário Ultima tumba em Dimbaza ( Last grave in Dimbaza ), da série Mama África, vai ser exibido nesta terça-feira. Filmado clandestinamente na África do Sul, o longa tem direção de Nana Mahomo e Chris Curling. Foi realizado em 1972 e mostra a terrível realidade do Apartheid em vigor nesse país. Descreve as condições de vida desumanas dos negros na África do Sul, um país onde tratar do assunto do apartheid podia levar à cadeia. Dimbaza era uma das favelas de concentração, com o seu cemitério cheio de crianças mortas por causa de desnutrição. Além das imagens da época, Nana Mahomo descreve as diferentes etapas da colonização européia na África do Sul.
O filme recebeu vários prêmios como Prêmio Imprensa Internacional, Prêmio Especial da Solidariedade, Medalha da Páz, Gran Prêmio Melhor Filme – Festival de Melbourne, Prêmio Georges Sadoul (1974).
Horário: 0h30
Classificação Etária : 12
23/08/2010 - 17h21
Documentário francês fala como a posse do chefe de uma aldeia do Niger mudou a vida das suas quatro coesposas

Contos e Contas do Harem
O documentário frances “Contos e Contas do Harem” fala como a posse do chefe de uma aldeia do Niger mudou a vida das suas quatro coesposas. Elas viviam em uma cidade grande, onde eram bastante independentes. Agora, de volta à pequena aldeia, elas precisam ficar escondidas em casa.
Segundo a tradição islâmica, o isolamento das esposas é uma prova da dignidade do marido. Porém, essas mulheres conseguem fazer negócios por conta própria para preparar o casamento das suas filhas. Elas revelam no documentário o que pensam do ciúme, da posição de mulher respeitada, de mãe de “príncipes” e do isolamento completo ou não.
O documentário é de 1992 e dirigido por Eliane de Latour.
Terça-feira, à 0h50
09/08/2010 - 20h53
Nigeriano é considerado um dos maiores músicos do continente africano

A vida e a história de luta de Fela Kuti
O programa Mama África mostra a vida e a história de luta do nigeriano Fela Kuti, considerado um dos maiores músicos do continente africano. Filho de pastor e de mãe feminista, Fela Anikulapo Ransome Kuti nasceu em 1938, na cidade de Abeokuta. Além de músico, compositor e pioneiro da música afrobeat, se destacou como ativista político e de direitos humanos.
Nesta edição o próprio músico conta sua história em entrevista. Fela Kuti morreu em 1997, em consequência da AIDS. O líder espiritual era um instrumentista múltiplo, acreditava que a música era algo místico e isso fazia com que muitos o considerassem um profeta. Era na hora de compor suas músicas que ele usava toda sua sinceridade, a fim de informar ao mundo os problemas vividos pela nação nigeriana. Ao abrir sua casa de show Afro-Spot, Fela cantava suas músicas e falava a todos suas intenções políticas.
Homem de muitas mulheres casou-se diversas vezes chegando a ter em sua casa 15 esposas. Como era confiante em suas crenças, tinha em casa sua própria Iiyadi, que previa seu futuro e o aconselhava em suas decisões.
De família de classe média, mudou-se para Londres em 1958 com a intenção de estudar medicina. Mas acabou cursando música e criando sua primeira banda Koola Lobitos, que tocava uma mistura de ritmos, o Afrobeat.
Em 1963, Fela Kuti volta para a Nigéria, mas é somente em 1969 que, sob a influência do movimento negro africano Black Power, decide fazer suas músicas seguindo suas novas visões políticas. O nigeriano, que misturou jazz, funk e cantos tradicionais da África, chegou a criar seu próprio partido político, o MOP (Movimento do Povo). Foi perseguido pelo governo e queria ser Presidente da República de seu país.
Horário: Terças, à 0h30.
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