07/02/2012 - 19h30
Símbolo da luta pela preservação da Mata Atlântica

Mico Leão Dourado
O Expedições desta terça (7), às 19h30, faz uma homenagem ao maior símbolo da luta pela preservação da Mata Atlântica: o mico-leão-dourado. Esse emblemático primata é endêmico da baixada litorânea do Rio de Janeiro, natural apenas nessa região, e continua na lista dos animais ameaçados de extinção. A Mata Atlântica foi o bioma que mais sofreu desde o início da colonização do Brasil, que ocorreu do litoral em direção ao interior.
Para garantir a sobrevivência deste primata e de seu habitat, foram criadas diferentes Unidades de Conservação. E, para fortalecer esses pontos de cada região, e assegurar o melhor status de proteção para o habitat da espécie, foi criado o Mosaico Mico-leão-dourado. Esta iniciativa contribui com o combate aos crimes ambientais, que tanto ameaçam a biodiversidade regional. Mas, mesmo com todos os esforços, recebendo ajuda de especialista para aumentar sua população, os números ainda não satisfazem.
O programa analisa quanto ainda falta para livrar o mico leão dourado da extinção e quais são os desafios para atingir o ideal. Além disso, a produção viaja até a região de Silva Jardim e Casimiro de Abreu para acompanhar o trabalho de especialistas no Projeto Mico Leão Dourado.
Livre
Apresentação Paula Saldanha.
Produção RW Cine.
Horário: 19h30
Reapresentação: sábado, 16h
31/01/2012 - 19h30
Localizada no Rio de Janeiro, é formada por restingas, lagoas, lagunas e ilhas costeiras

Expedições: Costa do Sol
Lagoas espetaculares, montanhas com matas nativas, restingas selvagens e praias paradisíacas. Como evitar a destruição destes últimos paraísos na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro? Isso só foi possível a partir da criação do Parque Estadual da Costa do Sol, em abril de 2011.
Expedições desta terça (31), às 19h30, mostra o primeiro parque ‘mosaico’ do Brasil, com áreas descontínuas e protegidas em sete municípios – desde Búzios, passando por Cabo Frio, Arraial do Cabo, até Saquarema. A área de proteção cobre cerca de 10 mil hectares e inclui em seus limites restingas, lagoas e lagunas e ilhas costeiras.
Durante décadas, turistas iam para a região, atraídos pelas lagoas e praias de águas cristalinas. O Parque da Costa do Sol veio para preservar a história, a fauna e a flora destes paraísos ameaçados pelo crescimento urbano desordenado. Essas áreas naturais estão entre os ecossistemas mais ameaçados do estado e, hoje, graças à criação do parque, tem proteção integral.
Paula Saldanha e Roberto Werneck entrevistam o secretário Estadual de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc; o secretário Executivo, Luiz Firmino; o diretor do Parque, Sérgio Soares, ambientalistas e pescadores. Pessoas que ajudaram a tornar possível a criação do parque, a manutenção da biodiversidade, a beleza cênica e a melhoria da qualidade de vida das populações de hoje e das futuras gerações da Costa do Sol.
Livre
Apresentação Paula Saldanha.
Produção RW Cine.
Horário: 19h30
Reapresentação: sábado, 16h
24/01/2012 - 19h30
Um dos mais autênticos grupos de Bumba-Meu-Boi do Maranhão

Expedições: Boi da Floresta
A série Expedições de terça (24), às 19h30, apresenta um dos mais autênticos e tradicionais grupos de Bumba-Meu-Boi do Maranhão, o Boi da Floresta, fundado em 1972 pelo prestigiado Mestre Apolônio Melônio.
Mais de 15 anos após a primeira visita ao Boi da Floresta, Paula Saldanha e Roberto Werneck retornam ao Bairro da Liberdade, região carente de São Luis do Maranhão, onde está situada a sede desse grupo. Lá ela revela o que permanece inalterado e o que mudou no cotidiado desses defensores da cultura popular maranhense.
Descubra as origens desse grupo e o sotaque ao qual ele pertence. Conheça Nadir Olga Cruz, atual dirigente do Boi da Floresta e, como ela mesma diz, “o primeiro resgate de Mestre Apolônio”. O primeiro de muitos, pois, além de organizar, anualmente, belas apresentações de Bumba-Meu-Boi, o grupo é responsável por tirar das ruas de São Luis um grande número de jovens que aprendem aqui ofícios e valores que dão sentido às suas vidas.
Ouça as histórias de pessoas como Charles, Adeilson e Julyene, alguns dos jovens integrantes do grupo, cuja sede comporta um Ponto de Cultura, programa do Governo Federal.
Expedições acompanha ainda todos os preparativos para as apresentações juninas do Boi da Floresta, desde a afinação dos instrumentos até a maquiagem dos brincantes, passando pela confecção de suas fantasias.
Livre
Apresentação Paula Saldanha.
Produção RW Cine.
Horário: 19h30
Reapresentação: sábado, 16h
17/01/2012 - 19h30
Dança popular maranhense tem registro de Patrimônio Cultural

Roda de Tambor do Maranhão
Em 2007, o Tambor de Crioula foi registrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional (IPHAN) como Patrimônio Cultural do Brasil. A legitimação oficial foi um marco importante para a dança popular afro-maranhense, cultivada há séculos pelos escravos e seus descendentes no Maranhão.
O Tambor de Crioula é uma dança de umbigada de origem africana, na qual os homens tocam e cantam e apenas as mulheres dançam. A festa é realizada à noite, numa roda. Às vezes, dura até o amanhecer. Somente no Maranhão que ela aparece com esse nome. Freqüentemente é confundida com o Tambor de Mina, uma religião afro-brasileira também original do estado.
O Maranhão é um dos estados mais miscigenados do país, tendo recebido intenso fluxo de escravos nos séculos XVII e XIX, para servir como mão de obra nas lavouras de arroz e algodão. Hoje, cerca de 70% de sua população se declaram negra ou parda.
Expedições desta terça (17), às 19h30, mostra a força do Tambor de Crioula através de seus principais personagens, os coureiros e as coureiras, brincantes que organizam e participam da festa. Com depoimentos de Mundoca, Nadir e outros, além de uma entrevista com o antropólogo Sérgio Ferreti, um dos maiores especialistas no assunto.
Livre
Apresentação Paula Saldanha.
Produção RW Cine.
Horário: 19h30
Reapresentação: sábado, às 16h
10/01/2012 - 19h30
Programa explica as bases desse sistema e mostra o percurso da formulação da teoria
A Teoria de Gaia, concebida pelo cientista inglês James Lovelock, é um dos mais interessantes pensamentos acerca da vida na Terra. Lançada em 1979, com a publicação do livro Gaia: um novo olhar sobre a vida na Terra, ela foi considerada audaciosa para a época.
Em sua hipótese, Lovelock imagina o nosso planeta como um sistema vivo, com a capacidade de regular as condições naturais de maneira a favorecer a perpetuação da vida na Terra. Oceanos, biosfera, atmosfera e extratos geológicos funcionariam como um único sistema, sempre com o objetivo de manter condições adequadas à vida. O Expedições de terça (10), às 19h30, explica as bases desse sistema, as evidências estudadas por Lovelock, e mostra o percurso da formulação da teoria.
A comunidade científica internacional, a princípio, rejeitou a teoria, achando-a inverossímil e fantasiosa. Como poderia a Terra ser um sistema vivo, com elementos díspares como organismo e o ambiente físico integrados para alterarem as condições climáticas do planeta?
Depois de muitas adesões de importantes cientistas e pensadores à teoria, Gaia é vista como uma possibilidade plausível, uma hipótese complexa e globalizante capaz de explicar a estabilidade das condições climáticas e atmosféricas no planeta durante milhões de anos. Em 2001, um congresso internacional sobre mudanças climáticas, em Amsterdam, mais de mil cientistas assinaram um termo afirmando que a Terra é um sistema auto-regulador de seu clima, avalizando assim o principal argumento da Teoria de Gaia.
O programa examina os principais aspectos da Teoria e ouve as opiniões do professor Rogério de Oliveira, especialista no assunto.
Livre
Apresentação Paula Saldanha.
Produção RW Cine.
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