TV Brasil

Buscar

De Lá pra Cá

  • Horário

Destaques

05/02/2012 - 18h00

Uma homenagem a Candido Portinari

Arte do pintor revela o Brasil em toda plenitude

De lá Pra cá fala sobre Portinari

De lá Pra cá fala sobre Portinari

Na véspera de completar 50 anos da morte de Candido Portinari, o De Lá Pra Cá deste domingo (5) faz um especial para homenageá-lo. Quando João Candido Torquato Portinari morreu em 1962, aos 52 anos de idade, o Brasil perdeu um de seus artistas mais importantes. Um dos maiores nomes da pintura moderna brasileira,  Portinari é também o mais conhecido no exterior. Ele é autor de uma obra colossal. São quase cinco mil trabalhos catalogados. Principal muralista do país, Portinari é ainda o maior pintor histórico e autor da maior obra sacra do Brasil.

O artista é o pintor que fez o mais completo retrato do Brasil já concebido até hoje. Pode-se dizer que Portinari criou, através da pintura, uma verdadeira odisseia da gente e da história brasileira. Participam deste programa o poeta Ferreira Gullar, o artista plástico Hélio Dias Pereira e o escritor e filho João Candido Portinari.

O Dé Lá Pra Cá é apresentado por Ancelmo Gois e Vera Barroso

29/01/2012 - 18h00

A história de Mário Peixoto

Autor do filme Limite, uma obra prima do cinema

No De Lá Pra Cá deste domingo (29), às 18h, a história de Mário Peixoto e os 80 anos do filme Limite, considerado o maior cult do cinema nacional. Cineasta, poeta e romancista, Mário Peixoto era filho de uma família muito rica de plantadores de café e nasceu em Bruxelas, na Bélgica, onde o pai fazia um curso de Química.

Na juventude, Mário estudou nos melhores colégios da Inglaterra e da França. Foi na Europa, durante a década de 20, que ele entrou em contato com os movimentos cinematográficos da vanguarda francesa e alemã, em especial o expressionismo. De volta ao Brasil, em 1929, realizou seu único filme, Limite, considerado um marco do cinema nacional.

Completamente destoante das produções da época, Limite tem uma narrativa experimental e vanguardista, tanto nos enquadramentos, quanto na articulação entre os planos feitos durante a montagem do filme. A obra foi lançada em 1931, e nunca entrou no circuito comercial, assim como os livros escritos por Mário que, apesar da grande qualidade literária, não foram divulgados e não se tornaram conhecidos do público leitor.

Participam deste programa o autor do livro Jogos de Armar, Emil de Castro; o chefe do MAM Hernani Heffner; o cineasta que dirigiu o documentário O Homem do Morcego, Rui Solberg e o diretor Sergio Machado.

O Dé Lá Pra Cá é apresentado por Ancelmo Gois e Vera Barroso

22/01/2012 - 18h00

Ada Rogato

Uma Lenda da Aviação Brasileira

Ada Rogato

Ada Rogato

Neste domingo (22), às 18h, o De Lá pra Cá resgata a história de uma heroína esquecida pelas novas gerações: Ada Rogato.

Na década de 1930, a aviação já havia alcançado vários progressos no mundo, mas no Brasil ainda engatinhava. Porém, uma mulher jovem e muito corajosa pilotava aviões e saltava de paraquedas. Ada Rogato foi a primeira mulher brasileira a obter brevê de piloto de planador e a tornar-se paraquedista; a terceira a obter licença de aviador no Brasil.

Além disso, Ada Rogato bateu recordes inacreditáveis, como o primeiro voo solitário entre a Patagônia, no Sul do continente americano; e o Alasca, no extremo norte da América.

Ao longo da vida, Ada recebeu comendas, homenagens de presidentes e desfilou em carro aberto pelas ruas de São Paulo para celebrar suas façanhas. Seu nome virou referência em todo mundo quando o tema é o pioneirismo na aeronáutica.

Para falar da piloto que levou o nome do Brasil às alturas, os entrevistados do programa são: a biógrafa Lucita Briza; a primeira mulher piloto de linha aérea no Brasil: Lucy Lúpia; o físico Henrique Lins de Barros; e a militante feminista Schuma Schumaher, autora do Dicionário Mulheres no Brasil.

15/01/2012 - 18h00

José Lins do Rego

Lembranças do grande escritor regionalista do Brasil

Jose Lins do Rego é o homenageado

Jose Lins do Rego é o homenageado

No De Lá Pra Cá deste domingo (15), às 18h, a história de José Lins do Rego, o escritor que inventou o romance regionalista brasileiro. Para relebrar sua obra, foram convidados os cineastas Vladimir Carvalho, diretor do documentário O Engenho de Zé Lins; e Walter Lima Júnior, diretor do filme Menino de Engenho. Os apresentadores Ancelmo Gois e Vera Barroso ainda conversam com o historiador Bernardo Buarque, autor do livro O descobrimento do futebol: modernismo, regionalismo e paixão esportiva em José Lins do Rego, e o professor e escritor Ivan Proença.

José Lins do Rego é um dos maiores escritores da literatura regionalista brasileira. Ele pertenceu à chamada geração de 1930, um grupo de romancistas que deu origem a segunda fase do movimento modernista, iniciado em 1922. Desse grupo, também conhecido como o do Realismo de 30, faziam parte Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz e Jorge Amado – todos preocupados em produzir uma literatura que denunciasse as mazelas sociais brasileiras; todos engajados com ideias de mudanças pelas quais o país precisava passar.

O realismo de 30, do qual José Lins é um dos artistas mais importantes, foi fortemente influenciado por Gilberto Freyre, que trouxe das universidades norte-americanas, onde fora estudar, novas ideias sobre a formação social do Brasil. José Lins também é um dos melhores cronistas esportivos de todos os tempos. Divide o título com os irmãos Mário filho e Nelson Rodrigues. Publicou mais de mil crônicas sobre sua maior paixão, o futebol, ou melhor, o Flamengo – clube pelo qual era capaz de cometer todas as loucuras.
Reexibição do programa, hoje as 3h

08/01/2012 - 18h00

Lembranças de Gonzaguinha

Ivan Lins, Simone, Breno Silveira e Tarik de Souza falam da vida do cantor e compositor

Simone fala sobre Gonzaguinha

Simone fala sobre Gonzaguinha

Neste domingo (19), às 18h, o De Lá Pra Cá aborda a vida e as canções de Luiz Gonzaga Filho, o Gonzaguinha. Para relembrar essa história, Vera Barroso e Ancelmo Gois entrevistam o compositor e amigo Ivan Lins, a cantora Simone, o diretor Breno Silveira e o jornalista Tárik de Souza.

Um acidente numa rodovia do Paraná, há cerca de 20 anos, matou o cantor e compositor Gonzaguinha, um dos mais importantes autores de música de protesto que o Brasil teve. Gonzaguinha era filho de Luiz Gonzaga, o rei do baião. O talento, com certeza, herdou do pai. Mas as letras politizadas que escreveu tiveram origem na infância pobre, passada no Morro de São Carlos, no bairro do Estácio, conhecido por ser um dos berço samba carioca. Foi lá que Gonzaguinha, muito cedo, passou pelas primeiras dificuldades da vida. Foi lá que ele também começa a se indignar com as injustiças sociais.

O sucesso veio no início dos anos 70, um período marcado pela forte repressão imposta pela ditadura militar. Com a abertura política, Gonzaguinha mudou o foco, deu um tempo no engajamento e começa compor música com forte apelo romântico. Muitas delas conhecidas até hoje do grande público.

Reexibição do programa, hoje as 3h

Vídeos

Mais »

Blog

Mais »

 

Fotos

Mais »

Twitter

seguir »

» Topo

© 2012 - Sede: Setor Comercial SUL - SCS - Quadra 08 Bloco B-60 - 1º Piso Inferior - Edificio Venâncio 2000 - Asa Sul - Brasília/DF - CNPJ: 09.168.704/0001-42