29/02/2012 - 19h30
O arquiteto Sergio May explica a engenhosidade da casa do pássaro João de Barro
Existe casa mais sustentável do que a do passarinho João de Barro? Os homens estão prontos para serem donos de casa? O que as lan-houses têm a ver com “Casa Grande e Senzala”? Todo mundo tem direito a moradia, a uma casa digna. Mas as senzalas de fato acabaram no Brasil?
Na próxima quarta, dia 29, às 19h30, você vai assistir (de casa ou não) ao Comentário Geral com a palavra CASA!
Era uma casa muito engraçada, que “não tinha teto não tinha nada”? Não: esta é a que o poetinha Vinícius de Moraes compôs. Mas uma outra casa famosa, em Laranjeiras, Rio de Janeiro, sempre foi muito animada e cheia de poesia, como conta o cineasta Gustavo Pizzi, um dos realizadores do documentário “Pretérito Perfeito“, sobre a “Casa Rosa“, que já foi um concorrido prostíbulo.
Nos anos 70, em plena ditadura, o compositor Jards Macalé e o cineasta Luiz Carlos Lacerda dividiram uma casa no Rio de Janeiro. Você consegue imaginar o que aconteceu por lá? Nem precisa. É só assistir ao documentário “Casa 9”, de Lacerda, mais conhecido como “Bigode”.
Em 1933, um livro chamou atenção dos estudiosos sobre o Brasil: “Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freyre. O livro revela que a própria estrutura arquitetônica da casa-grande expressa a profunda injustiça do patriarcalismo brasileiro. Quem comenta o assunto é o professor de direito da FGV, Joaquim Falcão.
O geógrafo Alex Franulovic confidencia a origem da ideia de criar a comunidade e o site dos “donos de casa”, homens modernos que “esquentam a barriga no fogão e esfriam no tanque” e ainda cuidam dos filhos, com muito orgulho e um sorriso no rosto.
O arquiteto Sergio May explica a engenhosidade da casa do pássaro João de Barro. O gerente de cultura digital da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro fala sobre o papel social das chamadas Lan Houses. Outro assunto: permacultura e casas sustentáveis. Quem fala sobre isso é a geógrafa Ilana Paganina. E o professor titular do IPUR/UFRJ, Luiz Ribeiro, atualiza sobre as políticas públicas para habitação.
22/02/2012 - 18h30
Walter Carvalho fala sobre o longa que fez do ídolo do rock brasileiro Raul Seixas
Se até mesmo todo Carnaval tem seu fim, já era tempo de o Comentário Geral se dedicar a esta palavra, que pode trazer tristeza mas também a esperança de um recomeço. E vai ser na quarta-feira de cinzas (22), às 19h30 que representa o fim da folia e, para muitos brasileiros, o verdadeiro início do ano. Programa vai ao fim das consequências do tema FIM.
O físico e pesquisador Felipe Falciano conversa sobre o temor de que o fim do mundo vai acontecer agora em 2012. Será possível? E será que a morte é o fim? Ou as almas vivem eternamente em outro lugar? A professora de yoga Ana Poubel conta como os hinduístas encaram o fim da vida.
O cineasta Walter Carvalho fala sobre seu longa sobre o ídolo do rock brasileiro Raul Seixas: “Raul: o início, o fim e o meio”. E o ator Gregório Duvivier comenta sua participação ao lado de Érika Mader e Nathália Dill em “Apenas o Fim”, filme de 2009, do então estreante diretor Matheus Souza. Ainda na sétima arte, o presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro, Mario Abbade, revela o motivo pelo qual é fã de certos finais de filmes.
E o que é mais difícil: o fim de um relacionamento ou o final de um livro? Sobre o primeiro, quem nos esclarece é a psicóloga Eda Fagundes. E para encerrar essa história, o escritor João Paulo Cuenca.
15/02/2012 - 19h30
Psicanalista da PUC/ Rio fala sobre doenças da beleza
O corpo bombado, estilo “fortão”, é realmente um corpo forte? Só mesmo os super-heróis dos quadrinhos detêm a força? E as forças ocultas? E se é verdade que toda palavra proferida tem força, o que dizer então da palavra força? Muito! Como você vai poder constatar no Comentário Geral de quarta-feira (15), às 19h30.
A psicanalista Joana Novaes, coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza da Puc-Rio, fala sobre os corpos “fortões” ou “bombados“, que parecem ser o objetivo de uma grande parcela dos jovens.
O surfista pernambucano Eraldo Gueiros, um especialista em ondas grandes, conta o quanto respeita e consegue tirar proveito da força da natureza.
Segunda Guerra Mundial, Monte Castelo, Itália. Caçadores de minas da força expedicionária brasileira sofrem um ataque de pânico e acabam se perdendo. Desesperados, com frio, fome e sede, os pracinhas têm de realizar uma missão, até então, considerada impossível. Esta história (com H maiúsculo mesmo!) está no filme “A montanha“, embora ele seja considerado o primeiro longa de ficção do diretor Vicente Ferraz.
A historiadora Marieta de Moraes lança uma luz sobre as tais “forças ocultas” de que falava o presidente Getúlio Vargas.
E o cantor e líder do grupo Biquini Cavadão, Bruno Gouveia, um aficcionado por quadrinhos, comenta sobre a força extraordinária dos personagens das tirinhas e também sobre o quanto os personagens da vida real são mais fortes que os da imaginação.
08/02/2012 - 19h30
Lucélia Santos relembra a corajosa ‘Luz del Fuego’ que interpretou no cinema

Lucélia Santos / Foto: Agência Caíco de Queiroz
Para o poeta Mario Quintana, a luz do luar é a luz do sol que está dormindo. E é assim, cheio de poesia, que o Comentário Geral de quarta (08), às 19h30, lança uma luz sobre o assunto… Luz! Afinal, como orienta o também poeta Pablo Neruda, “há que se sentar na beira do poço da sombra e pescar luz caída com paciência”.
A enfermeira obstreta Heloisa Lessa fala sobre o termo ‘dar à luz’ e as vantagens do parto natural. Já a professora de Ecologia da Puc-Rio, Rita Montezuma, explica a importância da luz na natureza para o equilíbrio ecológico da fauna e da flora.
O ‘Iluminador’ é aquele que trabalha a luz para eventos, peças, show e filmes. Peter Gasper, um dos maiores iluminadores do país, revolucionou o jeito de dispor as luzes para shows no mundo inteiro quando, em 1985, realizou a iluminação do primeiro Rock in Rio. Peter conta um pouco mais sobre este mega trabalho e o que já fez em todo o país.
A atriz Lucélia Santos relembra a corajosa Luz del Fuego, que interpretou no cinema, nos anos 80. Luz del Fuego era adepta do vegetarianismo e do nudismo, chocando toda a sociedade da época.
O físico Marco Moriconi, da Universidade Federal Fluminense (UFF), polemiza a teoria da relatividade de Albert Einstein: Será que as partículas podem mesmo se mover mais rapidamente do que a luz? É o que você vai descobrir neste bate-papo.
Luz e sombra é o príncipio da fotografia. A fotógrafa Kita Pedroza mostra do que uma latinha com apenas um furinho é capaz. Ela revela a máquina fotográfica Pin-Hole e os mistérios da fotografia.
01/02/2012 - 19h30
Entre os convidados, Erasmo Carlos, Zéu Britto e Neville D Álmeida

Erasmo Carlos
O tema do Comentário Geral de quarta-feira (01), às 19h30, é Boca. O irreverente ator e músico Zéu Britto mostra em um brilhante improviso, as diversas expressões que incluem a palavra boca.
Destaque também para o tremendão Erasmo Carlos que, recentemente, lançou um trabalho em que elogia o sexo oral. Ele falou sobre o quanto a boca sempre foi tema recorrente em suas canções.
O glorioso time argentino Boca Juniors é assunto para o comentarista esportivo Manolo. E o mestre em periodontia, Adriano Moraes, informa sobre a Saúde Bucal.
O cineasta Neville DÁlmeida recorda o chamado Cinema Boca de Lixo. David Tygel se emociona ao relembrar do grupo que fundou, o Boca Livre. E a consultora de moda Ana Andreazza comenta a calça Boca de Sino.
Para encerrar, o designer visual Carlos D, presenteia o programa com o sorriso da Boca do Personagem Coringa.
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